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quarta-feira, dezembro 23, 2009

Juíza para ateu: Vai brincar lá fora

Artigo Original

O Brasil, país irmão e pátria de muita gente com um coração enorme e cheio de bondade, também têm algumas nódoas entre o seu venerando e pacato povo.

Se nós, cá em Portugal, temos a Tasca Ateísta de Lisboa, no Brasil há igual sorvedouro de frequentadores pouco recomendáveis, sob a forma de uma Tasca de Favela, chamada Atea.

A simbiose da ignorância e da imbecilidade cria um híbrido de indecente e humorístico que dá pelo nome de “ateísmo”.

No mundo inteiro, poucos e raros são os ateus (esses são discretos e comedidos). A grande maioria daqueles que se dizem “ateus” são simplórias personagens fantoche num teatro humorístico.

Mas, por darem vida aos “robertos” já pensam que vivem no mundo da fantasia. Acham-se personagens importantes e querem dar nas vistas.

Recentemente, uma vaga de frequentadores da Tasca Ataea de favela, resolveu reclamar sobre a existência e crucifixos em locais públicos.

Felizmente, a Meritíssima Juíza que recebeu ao caso era pessoa de grande saber e cultura, e deu um verdadeiro “tapa” na cara dos artistas do teatro de fantoches.

Aqui vai a notícia:
Justiça Federal decide manter símbolos religiosos em órgãos públicos

São Paulo (Brasil) - 20/08/2009 - 15h04

Símbolos religiosos, como crucifixos e imagens de santos, poderão permanecer nos órgãos públicos.

A decisão liminar é da juíza federal Maria Lúcia Lencastre Ursaia, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, que negou o pedido do Ministério Público Federal para a retirada dos símbolos desses locais.

A ação civil pública teve início com a representação de Daniel Sottomaior Pereira, que teria se sentido ofendido com a presença de um "crucifixo" em um órgão público. O MPF entendeu que a foto do crucifixo apresentada pelo autor representava desrespeito ao princípio do Estado laico, da liberdade de crença, da isonomia e da imparcialidade do Poder Judiciário.

Para a juíza, o Estado laico não deve ser entendido como uma instituição antireligiosa ou anticlerical.

"O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos.

Ainda conforme a decisão, em um país como o Brasil, que teve formação histórico-cultural cristã, a presença de símbolos religiosos em espaços públicos é natural, "sem qualquer ofensa à liberdade de crença, garantia constitucional, eis que para os agnósticos ou que professam crença diferenciada, aquele símbolo nada representa assemelhando-se a um quadro ou escultura, adereços decorativos".

A magistrada entendeu ainda que não ocorreram as alegadas ofensas à liberdade de escolha de religião, de adesão ou não a qualquer seita religiosa, nem à liberdade de culto e à liberdade de organização religiosa, pois são garantias previstas na Constituição Federal.

"A laicidade prevista na Constituição veda à União, Estados, Distrito Federal e Municípios estabelecerem cultos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com elas ou seus representantes relação de dependência ou aliança, previsões que não implicam em vedação à presença de símbolos religiosos em órgão público", completou.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u612533.shtml

domingo, outubro 04, 2009

Parabéns ao Brasil pelos jogos de 2016

Um bocado atrasado, mas ainda a tempo.

Gostaria de dar os parabéns aos amigos brasileiros (que tiram tempo para lêr este blog) pela nomeação do Rio como anfitrião dos jogos de 2016. Que tudo corra bem, se Deus quiser.

Mais uma derrota humilhante para Hussein Obama Junior, o Presidente da extrema-esquerda americana.

Enquanto os brasileiros justificadamente fazem paródia da situação, algumas fontes revelam que o causou a eliminação prematura de Chicago foi a arrogância de Obama.

Quem diria que o Obama era arrogante?!!

quinta-feira, agosto 27, 2009

Música: Roupa Nova - "Amo em Silêncio"

Eis uma das grandes músicas desta banda brasileira


terça-feira, julho 14, 2009

Ateu afirma: Orar é como matar galinhas em público!

O post publicado sob o título de "Brasileiros escandalizam o mundo (outra vez)" gerou uma resposta emotiva por parte de um crente ateu.

Para além do normal uso de ataques pessoais e de outras palavras que não fazem parte de um discurso que se assume entre duas pessoas adultas, o crente ateu fez mais alguns erros que são mais um exemplo dos limites do ateísmo.

O ateismo é uma camisa de forças que faz pessoas inteligentes deixarem o seu intelecto à porta como forma de se justificarem a si mesmos moralmente. Os crentes ateus ignoram as evidências para a existência de Deus, e depois afirmam uma coisa que eles sabem ser mentira: "Deus não existe!".

O ateu acima mencionado começa a sua resposta assim:

Foi feita uma menção ao Malleus em um blog jihadista anti-evolução, que por ironia (ou para caçar pára-quedistas desavisados) chama-se Darwinismo.

Note-se a injustificada conexão entre o terrorrismo islâmico e a resistência a indoutrinação ateísta. O propósito destas palavras carregadas de emotividade é catalogar os cristãos que criticam a teoria da evolução e o ateísmo como "tão maus como muçulmanos que voam aviões contra prédios".

Trata-se de um amontoado do mais puro estrume Criacionista, incluindo suas provas forjadas contra a evolução e proselitismo religioso puro e simples.

Infelizmente o crente ateu não disse quais eram as provas "forjadas" contra a teoria da evolução, mas estou seguro que, como evolucionista que ele é, ele sabe bem o que é forjar provas. A teoria da evolução é um terror no que toca a fabricação de "evidências" como forma de justificar a crença que afirma que a vida criou-se a si mesma.

Comento os trechos mais toscos:

"Se os cristãos não podem orar em público (depois do apito final) então isso é perseguição."

Não, não é. Além dos cristãos, TODAS as outras religiões e correntes de pensamento político estão proibidas de realizar proselitismo porco.

Excepto o ateísmo. O ateísmo, como religião que é, é-nos forçada pelas escolas, pelas universidades, pelos museus, pelos orgãos de informação maciços e por muitos outros caminhos. Tu não és contra o "proselitismo porco", mas sim contra o proselitismo de OUTRA religião que não a tua.

Não há perseguição ou discriminação de qualquer tipo, mas presumo ser demais esperar a compreensão de tão simples fato por uma pessoa que acredita que a Terra tem 6000 anos e que os homens conviveram com os dinossauros...

Acredito nessas coisas, primeiramente, porque Quem estava lá quando o universo começou afirma que o mundo não tem mais do que 6000/7000 anos, e também porque as evidências confirmam a co-existência entre seres humanos e dinossauros (1,2,3,4,5,6,7,8,). Agora o que tu acreditas (que o universo criou-se a si mesmo, que a vida criou-se a si mesma e que por si mesma ela foi ficando mais complexa e mais organizada com o tempo, em clara contradição com leis científicas estabelecidas) é um mito.

"Como é normal, os ateus usam instituições públicas para forçarem a sua fé. Pelos vistos não lhes basta usarem as escolas públicas, os museus, as universidades, os orgãos de informação, e tudo o mais. Agora os ateus querem impôr a sua “racionalidade” através dos orgãos desportivos."

Nas escolas públicas, museus, universidades, etc ensina-se a Ciência e não mitos de pastores analfabetos da idade do bronze sobre o início do universo.

Concordo perfeitamente que esses sítios devam ensinar ciência e não mitos. A minha pergunta é: porque é que se ensina que a vida criou-se a si mesma se não há evidência nenhuma para tal posição? Porque é que ensina que pássaros evoluiram a partir de dinossauros se não há evidências que confirmem esta posição religiosa? Ambos queremos que se ensine ciência nos sítios acima mencionado, mas a tua definiçlão de ciência é distinta da minha. Para ti, ciência é o mesmo que "naturalismo", mas na verdade, a ciência e o naturalismo são coisas distintas.

Caso esse amontoado de asneiras que o senhor apelida de Criacionismo (ou Design Inteligente, ou seja qual for o dourado da pílula) ganhe espaço em salas de aula, tenho certeza de que, por justiça, deveríamos ceder o mesmo espaço aos muçulmanos, judeus, macumbeiros, espíritas, evangélicos, pentecostais, etc, etc, além é claro das lendas e mitos dos adoradores do Monstro de Espaguete Voador!

Desde que haja evidências científicas, não há problemas em ensinar em aulas de ciência. Afinal, se os "professores"/indoutrinadores ensinam que a vida criou-se a si mesma, mesmo não havendo evidências para isso, então não há problemas em ensinar que a vida foi criada pelO Senhor Jesus Cristo uma vez que há imensas evidências para esta posição.

"Por outras palavras, não há problema nenhum em agradecer ao Senhor Jesus Cristo por uma vitória, desde que não provoque danos ou ofenda alguém. Os ateus, sensíveis que são em relação a tudo o que possa conectar o ser humano com o Criador, não podem vêr demonstrações de cristianismo em lugares públicos."

Há problemas, sim, em utilizar-se de um evento desportivo para promover proselitismo e/ou rituais públicos.

Mas eles não estavam a promover proselitismo, mas sim a agradecer so Senhor Jesus Cristo pela vitória. Eles não estavam a forçar a sua fé a ninguém, mas apenas a demonstar o seu amor pelO Deus do Universo. Se tu não querias vêr, mudavas de canal. ;-)

Para início de conversa, a FIFA não é obrigada a subscritar as crenças injustificadas dos jogadores e comissões técnicas a ela subordinados.

Mas a FIFA não tem que subscritar ou deixar de subscritar. A FIFA não tem autoridade para impedir o livre exercício de religião DEPOIS do jogo. Lembra-te que a homenagem so Senhor Jesus foi depois do apito final.

Além disso, permitir que rituais bizarros (envolvendo arrastar-se de joelhos pela grama, de mãos dadas, repetindo frases desconexas para um fantasma que não responde) sejam realizados em campo, dá margem à situação em que, por exemplo, um jogador voodooísta tenha o direito de sacrificar uma galinha em campo para agradecer à entidade de sua preferência pela vitória alcançada.

Mas quem definiu de "bizarro" o acto de oração foste tu. Quem definiu Deus de "fantasma que não responde" foste tu. O Senhor Jesus Cristo responde, respondeu, e vai continuar a responder a todos aqueles que O invocam.

O que tu estás a dizer é essencialmente que aquilo que TU consideras bizarro deve ser excluído da praça pública.
Segundo, o sacríficio de galinhas em campo envolve outro tipo de problemas ao nível da saúde, contágio e uso de instrumentos de corte. Honestamente falando, e mesmo sendo um ateu, estou certo que tu não achas que manchar o campo de sangue de galinha é o mesmo que ajoelhar e falar com o Senhor Jesus. Se pensas que as situações são equivalentes, então não há nada que se possa dizer.

Caro Mats,
Sua capacidade de defender o absurdo de um mundo criado há 6000 anos

És tu que defines como "absurdo". Deus define como "História". Em quem é que devo acreditar: em ti ou Naquele que sabe tudo?

e de acreditar em Adão e Eva e serpentes e árvores que falam, gigantes, dragões e anjos e demônios fica evidente na escarcidade e pobreza de seus argumentos. Seu medievalismo e obscurantismo assustam.

Se os argumentos são "pobres" de certo que podes usar evidências que confirmem a posição contrária, ou mesmo que confirmem a posição que tu manténs. Tudo aquilo que tu mostras é um medo emotivo da posição cristã, provavelmente resultado de anos de indoutrinação anti-cristã nas escolas "estatais"/ateístas.

Deixa-me dizer-te uma coisa: os cristãos não são teus inimigos. Se nós oramos em público é apenas uma das muitas formas de agradecer ao Senhor Jesus Cristo. A tua raiva irracional nem é contra nós , mas sim contra Aquele em Quem está depositada a nossa fé. Fica sabendo que por mais tentativas que tu e os teus irmãos na fé presentes nas escolas públicas, universidades, museus e tudo o mais façam, a fé no Senhor Jesus Cristo nunca vai desaparecer.

Aqueles que lutam contra Ele, sim, vão um dia desaparecer para um lugar tenebroso e sombrio, de onde nunca mais vão sair.

Faz a tua escolha.

Daniel 12:2
E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para
vergonha e desprezo eterno

quinta-feira, julho 09, 2009

Brasileiros escandalizam o mundo (outra vez)

Depois da vitória no mundial de 2002, e como é normal neles, os jogadores da selecção brasileira agradeceram ao Senhor Jesus Cristo por mais esta vitória. Os orgãos internacionais ficaram chocados (chocados!) que alguém pudesse agradecer a Deus por alguma coisa num lugar público. O banner "We Belong to Jesus" foi visto por milhões em todo o mundo, para grande desconforto dos crentes ateus.

Pois bem, os brasileiros voltaram a fazer das suas. Há poucos dias atrás a selecção brasileira voltou a ganhar uma competição internacional, e mais uma vez eles tiveram a (por enquanto, legal) ideia de agradecer ao Senhor Jesus por mais esta vitória. Os crentes ateus, espumando de raiva, obviamente não gostaram. O blog "Malleus Maleficarum" afirma:

Brasil no centro do picadeiro. É sempre assim. Queria ver se fizessem uma manifestação ateísta, muçulmana ou umbandística, o chilique que iam dar

Isto vindo de alguém que provavelmente suporta a infeliz ideia dos ateus britânicos em pôr a frase "Deus provavelmente não existe" nos autocarros públicos.

Aposto que os católicos vão se fazer de perseguidos

Se os cristãos não podem orar em público (depois do apito final) então isso é perseguição.

Ainda bem que a FIFA é racional nesse ponto e proíbe manifestações políticas e religiosas em campo

Como é normal, os ateus usam instituições públicas para forçarem a sua fé. Não lhes basta usarem as escolas públicas, os museus, as universidades, os orgãos de informação, e tudo o mais. Agora os ateus querem impôr a sua "racionalidade" através dos orgãos desportivos.

Se queriam rezar, que fossem pra casa

Ou dito por outras palavras, "a vida pública pertence a nós, os iluminados ateus!"

Felizmente, ainda há algumas pessoas com sentido de justiça no mundo ateu:

It’s a matter of rule interpretation,’ a UEFA spokesperson told Politiken. ‘We tolerate it as long as it doesn’t harm or offend any group, person or society.’

Por outras palavras, não há problema nenhum em agradecer ao Senhor Jesus Cristo por uma vitória, desde que não provoque danos ou ofenda alguém. Os ateus, sensíveis que são em relação a tudo o que possa conectar o ser humano com o Criador, não podem vêr demonstrações de cristianismo em lugares públicos.

Fica aqui esta linda imagem.


Maranatha!

sexta-feira, abril 03, 2009

Lobby Homosexual Persegue Cristão Brasileiro

Carta aberta aos amigos do Blog Julio Severo

Estimados amigos

Cheguei a um novo lugar, estando agora fora do Brasil e distante dos amigos. Não foi uma decisão fácil. Aliás, foi a única alternativa.

Por causa de uma queixa de 2006 da Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo, o Ministério Público Federal (MPF) vem procurando minha localização. A queixa é “homofobia”.

É verdade que não há no Brasil nenhuma lei de “homofobia”. Mesmo assim, o MPF recentemente intimou um amigo meu a prestar informações sobre minha localização. Meu amigo tentou, com a ajuda de um advogado judeu, dizer que ele não é responsável pelo conteúdo do meu blog.

Contudo, o MPF não aceitou a defesa dele, e continuou pressionando-o com o único objetivo de saber onde está Julio Severo.

Portanto, diante desse absurdo, vi-me forçado a sair do país com minha família: uma esposa com gravidez avançada e duas crianças pequenas. Estamos neste momento num lugar totalmente estranho. Que escolha tínhamos?


Artigo completo

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

'Barebacking' cresce no Brasil e torna-se caso de saúde pública

via Roberto Cavalcanti de Roberto Cavalcanti em 07/01/09


Vagner Fernandes, Jornal do Brasil


RIO - “Procuram-se HIVs”. Impresso em um caderno de classificados dos jornais das grandes metrópoles, o anúncio não passaria despercebido. Do ponto de vista conceitual, HIV é uma sigla que desperta interesse e hostilidade, fascínio e medo, compaixão e ódio.

Estigmatizada até então como o acrônimo da morte, ela vem ganhando novos contornos etimológicos devido a um grupo de homens que praticam sexo com homens (os HSH), absolutamente crentes na teoria de que o vírus da Aids, se contraído numa relação sexual, pode trazer benefícios para seu cotidiano, libertando-o, de uma vez por todas, do uso do preservativo, aumentando o prazer, proporcionado uma liberdade só experimentada no auge da revolução sexual, na década de 70.

A teoria foi posta em prática. E tem nome: "barebacking" (derivado da palavra barebackers, usada em rodeios para designar os caubóis que montam a cavalo sem sela ou a pêlo).

O termo ficou conhecido internacionalmente como uma gíria para o sexo sem camisinha, praticado de preferência em grupo, em festas fechadas, por homens sorodiscordantes (HIVs positivos e negativos).

“Coisa de macho”, garantem os adeptos. O movimento cresce no Brasil, de forma assustadora, e tornou-se uma questão de saúde pública e motivo de preocupação social.

O Jornal do Brasil teve passe livre em dois desses encontros, batizados de bare party (festa bare).

É a primeira vez que um veículo de comunicação ingressa em reuniões nas quais o leitmotiv, ou fetiche, é praticar sexo com pessoas desconhecidas, que possam, acima de tudo, ser soropositivas. Às cegas, todos são guiados apenas pelo que sentem. E, para facilitar a comunicação, criaram um vocabulário próprio.

Festa da conversão

As orgias são chamadas de conversion parties ou roleta-russa. Entre os convidados, há os bug chasers (caçadores de vírus), o HIV negativo, que se lança ao sexo sem camisinha, e os gift givers (presenteadores), os soropositivos que se dispõem a contaminar um negativo.

São esses os responsáveis por entregar o gift (presente), o vírus. Quem participa de encontros bare confirma: o prazer sem barreiras é o que importa. Quanto à Aids, eles não encaram mais a doença como mortal, porém crônica, com tratamento à base do coquetel.

A contaminação, portanto, elimina o medo e apresenta uma perspectiva futura da naturalidade do contato pleno.

– Sou um barebacker assumido – dispara R. H., 31 anos, geógrafo e cientista social, com pós-graduação nas duas áreas.

– Eu odeio camisinha. Acho uma m... É terrível interromper o sexo para colocá-la. Acaba com o meu prazer. No mais, o bare, para mim, é um fetiche. Eu gosto, apesar de ter contraído o vírus da Aids numa festa. Mesmo assim, faria tudo de novo. Não me arrependo.

A declaração aterroriza, preocupa. E só mesmo ingressando no singular mundo dos barebackers para comprovar o que depoimentos, documentários, teses, livros e outros elementos que abordam o tema tentam desvendar ou explicar.

Na maioria das vezes, não conseguem. O que se testemunha numa festa bare está além da imaginação humana, supera os delírios e o surrealismo de Fellini em obras como Satyricon, ultrapassa a sordidez e o ceticismo pasoliniano em Saló ou 120 dias de Sodoma. Não há limites. De verdade.

A constatação pôde ser feita em encontros programados para homens de grupos sociais distintos. Na Ipanema da bossa nova, de gente chique “pulverizada” de Dior, Prada, Gucci, Kenzo, Gaultier e Armani, a reunião começa às 22h num casarão de uma das mais movimentadas e conhecidas ruas do bairro.

A mansão, de três andares, é fechada especialmente para a ocasião. O décor é sofisticado. No primeiro pavimento, paredes brancas contrastam com sofás vermelhos. TVs de plasma 42' exibem clipes de Madonna, Beyoncé, Cher, Christina Aguilera ou filmes com astros e estrelas de Hollywood.

As luminárias brancas rebatem a luz dicróica contra a parede, gerando clima de aconchego, e o bar, com bebidas importadas em sua maioria, está sempre livre. Ninguém fica sobre balcão. Não há tumulto. Claro, é uma festa para pessoas escolhidas a dedo, para poucos, no máximo 60 convidados, informados por e-mail.

Há regras, e elas são claras. É condição sine qua non ficar nu ou no, máximo, com uma toalha (cedida pela produção do evento) amarrada na cintura. Quem se recusa é convidado a se retirar.

Outra exigência: o sexo tem de ser praticado nos ambientes comuns de convivência. Ou seja, nada de se trancar em banheiro, em cozinha, em quarto. Ali, todos estão para ver e serem vistos.

E o ritual começa na entrada, quando os participantes tiram a roupa e guardam as peças em um armário, trancado com chave numerada. O funcionamento é semelhante ao de termas, masculinas ou femininas.

A medida, na verdade, serve para evitar a circulação com dinheiro e cartões de crédito. É precaução. Os que desejam consumir bebidas ou aperitivos, apenas transmitem ao barman o número assinalado na chave.

Os itens são lançados no computador e, no fim da festa, a conta é paga no caixa. O mecanismo lembra o adotado por boates e bares do eixo Rio–São Paulo, com suas tradicionais cartelas de consumação mínima. Só que numa festa bare, a bebida ajuda, os petiscos “fortalecem”, mas não são peças-chave para o divertimento.

Circulando pelos outros andares, a prova: na sala de vídeo, um jovem de cerca de 20 anos se entrega ao prazer, cercado por três homens.

Nenhum deles usa preservativo. A cena é chocante. O rodízio de papéis, durante o ato sexual, é comum nessas festas. Faz parte do jogo. O quarteto não frustra as expectativas dos voyeurs reunidos na porta da sala.

Como “astros do sexo”, diante de câmeras e de uma equipe de produção, atuam com vontade em uma performance longa, nada convencional, sem limites. Quem se propõe a ficar sob os holofotes sabe o risco que corre.

Mas é a sensação de perceber a adrenalina disparar e o coração bater aceleradamente devido ao unsafe sex (sexo inseguro) sem pudores e em público que os impulsiona.

Um deles podia ser gift giver e os outros bug chasers. Ou vice-versa. A probabilidade de o gift (o vírus) estar ali, entre eles, era grande. Ninguém se importava.

Quando terminou a primeira das muitas rodadas de sexo, o boy toy lover (brinquedo sexual) do trio foi jogar paciência em um dos quatro computadores, com internet liberada, instalados no segundo andar.

– As pessoas perdem a noção do perigo em busca do prazer – explica Jorge Eurico Ribeiro, 40 anos, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.

– E o conceito de barebacking se perdeu. Originária da Califórnia, a proposta é a de festas em que um ou mais participantes, sabidamente positivos, são convocados por um produtor para praticar sexo com os convidados sem o uso de preservativos. Todos têm ciência de que, na reunião, há portadores de HIV. O fetiche consiste exatamente na possibilidade de contrair ou não o vírus. Só que, atualmente, há quem acredite que as festas bare são simplesmente um evento para o sexo sem camisinha com participantes negativos, o que é um grande equívoco.

Ribeiro analisa que os barebackers que não apresentam o raciocínio da conversão imaginam, de fato, que, uma vez soronegativos, se limitarem seus relacionamentos com pessoas igualmente soronegativas, estarão fora do risco. Definitivamente não estão.

Há o espaço de tempo de variável (conhecido como janela imunológica) em que um indivíduo já contaminado pelo HIV pode ter resultados de exames laboratoriais de soronegatividade, ou seja, resultados falso-negativos. Testes HIV não são tão matemáticos como se supõe.

No Brasil, o obscuro universo do barebacking é pouco discutido publicamente por especialistas em sexualidade humana. Ainda não há estudo com precisão estatística sobre o número de praticantes, independente de orientação sexual.

No entanto, os relatórios do Ministério da Saúde com dados de infectados pelo HIV, de 1980 a junho de 2008, dão a pista. Os casos acumulados de Aids no país nesse período foram 506.499. Desses, 333.485 (66%) são homens e 172.995 (34%), mulheres. Em 2007, registraram-se 33.689 novos portadores.

Homo, bi ou hetero, todos praticaram sexo sem camisinha. A irresponsabilidade tem preço. E alto. Dos cofres públicos do governo federal saem cerca de R$ 1 bilhão por ano para tratamento exclusivo de soropositivos. Um paciente consome de R$ 5.300 a R$ 26.700 por ano. Cerca de 20 mil pessoas infectadas iniciam tratamento com anti-retrovirais no país, anualmente.

– Sinceramente, não me preocupo com essa questão e nem me sinto culpado. Não estou nem aí em ser um ônus para o governo – enfatiza R. H.

O Federal Health Research (centro de pesquisas de saúde), órgão governamental americano, divulgou recentemente a informação de que muitos homens com comportamento homossexual, bem como agentes de prevenção contra o HIV, confirmaram que a prática de sexo inseguro está se tornando cada vez mais comum.

Um estudo com 554 homens assumidamente homo ou bissexuais, residentes na Califórnia, apontou que 70% estavam familiarizados com o termo barebacking e que 14% já o haviam praticado, muitos em relacionamentos extraconjugais.

De acordo com a pesquisa, dos homens HIV positivos que participaram do estudo, 22% declararam ser barebackers e 10% dos negativos também tinham feito sexo inseguro nos últimos dois anos.

Não há informações sobre qual o número de pessoas em geral (homo, bi ou hetero) que pratica sexo inseguro nem sobre que motivos as levariam à auto-exposição.

Interesse dos jovens

Nas principais metrópoles, o fenômeno tem chamado a atenção de jovens. Comunidades sobre o tema se espalham por sites de relacionamento como o Orkut. No Rio e em São Paulo, a adesão ganha força.

Na indústria pornô, os filmes bare são os mais procurados. No YouTube, as postagens com cenas de sexo sem o uso de preservativos lideram o ranking das mais assistidas. Muitos dos que não praticam ou não têm coragem para fazê-lo buscam o prazer lançando mão de DVDs ou de vídeos na internet. O conceito de barebacking se dissemina.

– Colocar-se frente à possibilidade de contágio do HIV por meio do barebacking traz motivações psicológicas que podem ir do sadismo ao masoquismo. A possibilidade de uma relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo pode estar encobrindo uma caráter suicida – avalia Paulo Bonança, sexólogo e psicólogo, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana e da Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual.

Risco assumido

HIV positivo, o administrador T.W., 45 anos, ratifica a análise de Bonança. Para ele, os adeptos do movimento sabem os riscos da superexposição e, alguns, ressalta, desejam o contágio conscientemente:

– Quem pratica sexo sem preservativo não pode ser considerado ingênuo. Tenho um amigo casado com soropositivo. Ele pediu ao parceiro que o contaminasse. Disse que era por solidariedade, mas acho que é masoquismo.

As observações de Bonança e T.W. foram comprovadas pelo JB em outra festa com a mesma proposta. Dessa vez, na Zona Oeste, a mais de 60 km da reunião em Ipanema.

O encontro, realizado mensalmente em um sítio, é batizado de Vale Tudo e está em sua 17ª edição. De sunga, de cueca ou nus, exigência para entrar, os participantes se divertem ao som de funk. Dos inocentes à la Perlla aos proibidões, compostos pela “galera da comunidade”. Agora não há TVs de plasma, luz ambiente, bebidas ou petiscos sofisticados. Computador?

Nem pensar. É uma zona praticamente rural. O bar improvisado oferece cerveja em latão, sopa de ervilha, salsichão na brasa, batata frita na hora e campari. O sexo, claro, também é praticado sem timidez.

Na varanda do casarão, na sala, nos quartos, na piscina, na grama. O produtor avisa, na entrada, que os preservativos estão disponíveis.

Percebe-se o zelo pela prevenção. A maioria, no entanto, dispensa, sobretudo em se tratando de sexo oral.

As situações são muito parecidas com as da festa na Zona Sul. Geralmente, dois dão o sinal verde e, em poucos instantes, como num formigueiro, três, quatro, cinco ou dez estão reunidos em busca do prazer.

Há um ano e meio, Igor (codinome de J.C., 42 anos, professor dos ensinos fundamental e médio) produz em sociedade com Renato (A.F, 40 anos, militar), a Vale Tudo.

Garante que o encontro não incentiva o bare, é freqüentado só por maiores e que o uso de drogas é proibido. Esses são dois de cerca de 20 itens de uma espécie de manual enviado por e-mail aos convidados.

Ainda está registrado na mensagem:

- Sexo liberal entre todos. A formação de casais ou grupinhos é censurada. Estamos numa orgia e não num consultório matrimonial.

– Menor, cocaína, ecstasy, crack, maconha ou qualquer outra droga são vetados. Mas sempre há os que usam discretamente. Como posso controlar o que os convidados fazem? Se eu vir, peço que se retirem. Mas não vou colocar seguranças. Isso desconfiguraria a proposta da festa. São adultos. Cada um é responsável por seus atos – frisa Igor.

Mesmo sem ser em orgia, quem não usa proteção é 'barebacker'

A prática do sexo sem o uso de preservativo continua a conquistar novos adeptos. As campanhas milionárias do Ministério da Saúde sobre o tema não têm sido lá tão eficazes como deveriam.

E apesar do conceito de barebacking estar associado a orgias freqüentadas por homens que praticam sexo com homens, qualquer pessoa, independentemente de orientação sexual, que busca o prazer sem lançar mão de camisinha é um barebacker.

Também corre o risco de ser infectado, ainda que não seja um participante assíduo das conversion parties, as polêmicas e inconseqüentes festas de roleta-russa, nas quais os convidados brincam com a possibilidade de contrair o vírus HIV.

- Como expliquei, a conceituação de barebacking se transformou ao longo dos anos – ressalta Jorge Eurico Ribeiro, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.

– Todos os que praticam sexo sem preservativo, seja homo, bissexual ou hetero, podem ser considerados, atualmente, um bare.

Risco permanente

Ribeiro destaca a necessidade de de todos os que se lançam ao sexo sem camisinhas refletir sobre o polêmico tema e as conseqüências da prática. Os familiarizados com o termo e o movimento partem para o simples "sou contra" ou "sou a favor", estabelecendo-se, assim, dois lados que se mostram inconciliáveis justamente pela falta de consenso sobre a inconseqüência com que muitos homens praticam o unsafe sex. A discussão vai além.

- É importante se informar, pensar e decidir o que se pretende com isso. Ter uma vida saudável passa longe do exercício do bare. A decisão, claro, é exclusivamente pessoal. Da mesma forma que escolheram a orientação sexual, podem assim decidir o que fazer com o próprio corpo - assinala

Números divulgados pelo Ministério da Saúde sedimentam a análise do pesquisador. Em 1996, no Brasil, o índice de heterossexuais com mais de 13 anos contaminados pelo HIV era da ordem de 22,4% do total de 16.938 infectados.

Até junho deste ano, esse percentual saltou para 45,7%. Entre os homo/bissexuais houve uma redução de 32,5% (em 1996) para 27,4% (junho de 2008).

Preço mais alto

Garoto de programa desde 2005, Gabriel Chaves, 22 anos, afirma ser heterossexual e ter namorada. Mas assume que, quando um cliente oferece um valor maior do que o cachê estabelecido para praticar sexo sem preservativo, não pensa duas vezes:

– Tem uns que dobram ou triplicam o valor. Eu não tenho como recusar. Com mulher também é assim. Há homens que pagam mais para transar com elas no pêlo. É um risco, mas eu, por exemplo, procuro conversar antes e, aos poucos, perceber a qualidade do cliente – conta.

Gabriel não foge à regra dos barebackers e poderá fazer parte da estatística no futuro. Embora se autodenomine heterossexual, integra o grupo HSH (Homens que praticam sexo com Homens).

Há 12 anos, o percentual de HSHs infectados era de 24%. Uma década depois, em 2006, eles já somavam 41% do total de soropositivos naquele ano.

Aumento dos índices

Em 2004, a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Sexuais do Ministério da Saúde apontou que o índice estimado de HSHs no Brasil, entre 15 a 49 anos, era da ordem de 3,2 % da população, ou cerca de 1,5 milhão de pessoas.

A partir dessa base populacional, a pesquisa calculou a taxa de incidência da Aids nesse grupo. Foram constatados 226,5 casos para cada 100 mil pessoas. Esse índice é 11 vezes maior do que o da taxa da população geral (de heteros), que é de 19,5 casos por grupo de 100 mil.

O crescimento no número de casos, sobretudo entre os homens, está relacionado ao fato de que toda uma geração, que jamais havia tido contato direto com a Aids, atingiu uma faixa etária sexualmente ativa. Bombardeados por campanhas em favor do uso do preservativo, acabaram desenvolvendo uma certa "imunidade" a elas, crendo que a doença não é um "bicho tão feito quanto pintam".

Quando remédio é desculpa para ficar doente

Difundida principalmente nos Estados Unidos (Califórnia, em primeiro lugar) e na Europa, a prática do barebacking é polêmica.

Os adeptos do bare alegam que, em função dos avanços atuais relacionados ao tratamento anti-HIV e à facilidade de acesso a ele, caso sejam contaminados não perderão em qualidade de vida.

- Temos os anti-retrovirais, medicamentos que inibem a reprodução do vírus e potencializam o sistema imunológico. Isso impede o surgimento de enfermidades oportunistas (Aids) - ressaltam.

Eles ainda defendem como ponto positivo para não abrir mão da prática o fato de a ansiedade e a angústia frente ao possível contágio pelo HIV desaparecerem, assim que se descobrem soropositivos. Isso é sinônimo de libertação, pois que o uso do preservativo passa a ser descartado.

O barebacker está à procura da relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo. As conseqüências, no entanto, relacionadas à prática nem sempre se traduzem de forma positiva, como supõem seus praticantes. Anti-retrovirais não são os únicos responsáveis pela qualidade de vida de um HIV.

Quando expostos, de forma freqüente, a relações de alto risco, os soropositivos podem sofrer o que se chama de “recontágio”, uma nova contaminação, acarretando aumento da carga viral e desencadeamento de queda de imunidade e sintomas.

Além disso, têm grande chance de contrair outras DSTs, tais com sífilis. Isso, certamente, dificultará o tratamento.

“Montar a pêlo”, a tradução literal para barebacking, seria uma lenda urbana se não houvesse comprovação real da prática.

A terrível tendência de comportamento existe. Há, de fato, homens, na maioria homossexuais, que querem ser infectados pelo HIV e outros que têm o prazer de ajudá-los a tornar esse desejo realidade.

Psicólogos, antropólogos e sociólogos teorizam sobre distúrbios de comportamento ou disfunção social. Para o resto do mundo, não passam de estúpidos ou patéticos. (*)



(*) A notícia em questão nos mostra que o homossexualismo é um vício que pode ser capital. Este vício decorre do processo de animalização do ser humano. O ser humano, brutalizado em seus vícios, entregando-se a paixões das mais vergonhosas, coloca o prazer como prioridade número 1 de sua vida, não obstante o preço que venha a pagar. Muitas das vezes, o preço é sua própria vida a ser sacrificada por tais divertimentos.

E tais divertimentos, como sabemos, custam caro a todos nós, pois enquanto pessoas morrem com diabetes, câncer e outras doenças, as quais não procuraram através de seu estilo de vida, outras drenam recursos para tratar de doenças as quais procuram culposa ou dolosamente através de seus comportamentos egoístas e irresponsáveis, como dá conta a reportagem acima. Não há, pois, justiça em tratar isonomicamente estes dois grupos de pessoas, ou mesmo, como é feito, priorizar o tratamento das que procuram as doenças. Estes que se dispõem a contaminar terceiros dolosamente devem ser tratados como bandidos e serem impedidos por todos os meios posssíveis de proliferarem suas doenças.

Que o homossexualismo deveria ser encarado como um problema de saúde pública, disso não resta a menor dúvida, pois, como já demonstrado anteriormente, o homossexualismo é um vício mais perigoso e fatal que o próprio fumo. O homossexualismo não é, porém, apenas um problema de saúde pública, mas um problema de cunho moral que requer profilaxia social, como se daria por exemplo com a sua criminalização.

O que resulta de tais festas de 'barebacking' é que os bissexuais acabarão por infectar pessoas inocentes, como as esposas que não sabem do comportamento dúbio de seus parceiros. Por esta razão é que a AIDS entre heterossexuais cresce mais entre mulheres do que entre homens, se é que realmente existe contaminação sexual heterossexual pelo vírus, o que sinceramente não acredito.

A extensão do dano causado pelo homossexualismo, porém, é minimizada pelas políticas públicas de aceitação do vício em nome do controle de natalidade. Hoje, no Brasil, todos os partidos curvam-se às políticas de "combate à homofobia", que nada mais são do que de apologia homossexual.

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