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quarta-feira, outubro 06, 2010

Video: Fascismo Ecológico

Nada como ver vídeos de crianças a explodir para me tornar num ambientalista.

sábado, outubro 02, 2010

Como tratar proponentes do "aquecimento global"

Pode ser que um dia destes os proponentes doutro grande mito - a teoria da evolução - comessem a receber este tipo de "respeito".

quinta-feira, setembro 30, 2010

Chris Palmer: Há demasiadas fraudes nos documentários

Por esta não estava à espera. Então quer dizer que há cientistas que mentem e pervertem a ciência (enganando o público) como forma de avançar com a sua agenda politico-ideológica?

Bem, da próxima vez que eu vir um documentário a tentar vender a ideia do não-existente AGA (aquecimento global antropogénico) vou ter mais atenção.

quarta-feira, agosto 18, 2010

Cientista mostra como lidar com aquecimistas

Reparem como o "reporter" tenta usar o "consenso" como forma de evidência.

O cientista falou em dados e evidências, mas o proponente do não existente aquecimento global antropogénico (AGA) não soube como lidar com eles. Como tal, apelou ao "consenso".

Basicamente o que ele diz é "se eu estou errado, então porque é que tanta gente pensa como eu?" Como se pode ver facilmente, este tipo de argumento não tem valor científico algum.

quarta-feira, julho 07, 2010

Faleceu Rui Moura

In Memoriam

É com pesar que a família de Rui Gonçalo Moura anuncia a sua morte, aos 80 anos, que ocorreu no Domingo 27 de Junho de 2010, devido a complicações derivadas de uma intervenção cirúrgica.

Para além de um marido, pai e avô extremoso, amigo dedicado, que deixa eterna saudade entre os seus familiares e amigos, Rui Gonçalo Moura foi um Engenheiro e homem de Ciência brilhantes, com uma paixão pela verdade científica. Depois da graduação como melhor aluno do seu curso, no Instituto Superior Técnico (IST), em 1957, trabalhou durante 30 anos como engenheiro electrotécnico. Foi simultaneamente assistente e professor convidado da cadeira de Electrotecnia Teórica, Medidas Eléctricas e Alta Tensão do IST entre 1970 e 1976. Serviu na Comissão Europeia de 1987 a 1990 e na Comissão Técnica e Científica do Plano Energético Nacional de 1989 a 1992.

Depois da sua reforma, em 1992, dedicou-se ao estudo do clima, de forma a poder contribuir para um debate que considerava fundamental. Possuindo uma mente verdadeiramente brilhante, para além de se ter tornado um especialista em dinâmica do clima, aprendeu a comunicar efectivamente na era moderna, e criou este Blog em 2005. Conjuntamente com Jorge Pacheco Oliveira, traduziu o livro "A Ficção Científica de Al Gore", de Marlo Lewis Jr., publicado pela Booknomics, 2008.

Podemos ainda recordá-lo nas suas participações recentes em dois debates televisivos sobre alterações climáticas, no programa Sociedade Civil (RTP2) em 4 de Outubro de 2009 e no Expresso da Meia Noite (SIC) em 11 de Dezembro de 2009.

Agora que já não está fisicamente entre nós, este Blog faz parte do seu legado científico, e a sua contribuição para um debate científico sério da dinâmica climática não será esquecido. Como não será esquecida a sua luta contra o obscurantismo científico, venha este de onde vier.

Agradecemos sentidamente a todos os que nos fizeram chegar o seu pesar e uma mensagem amiga, bem como os posts que fazem referências à sua personalidade e trabalho que encontrámos.

Jornais:
Correio da Manhã, Expresso, Jornal i

Blogs:
Anovis anopheles, Antena cristã, Blasfémias, Ecotretas, Enclavado, Lodo, Minoria ruidosa, Moicanos, My web time, Pena e espada, Universidade de Coimbra



A Família
posted by Rui G. Moura at 23:11

domingo, junho 27, 2010

Ambientalismo é Religião

Uma foto vale.....quantas palavras mesmo?

terça-feira, junho 22, 2010

Cientista das Nações Unidas: Nunca Houve Consenso em Relação ao Aquecimento Global - Só Meia Dúzia de Gatos Pingados Acreditava Nisso

Esta teoria do "aquecimento global" está a cair mais depressa que o valor do euro.

Ganhou um prémio Nobel (e muito dinheiro) por causa do aquecimento global.

Um oficial de topo do Painel Intergovernamental em torno do Aquecimento Global (PIAG) das Nações Unidas admitiu recentemente que nunca houve um consenso em torno do aquecimento global (AG) e que apenas um número reduzido de cientistas realmente acreditava nisso.

O National Post reportou:

Segundo Mike Hulme, um proeminente cientista climático e um profundo conhecedor da PIAG, o Painel Intergovernamental em torno do Aquecimento Global das Nações Unidas enganou a imprensa e o público ao fazer passar a mensagem de que supostamente milhares de cientistas suportavam as suas alegações acerca do aquecimento global antropogénico [AGA].

O numero actual de cientistas que se alinhavam com esta alegação climática não era "mais do que uma pequena dúzia de peritos"afirmou Mike Hulme num artigo escrito para a "Progress in Physical Geography", co-escrito com o estudante Martin Mahony.

Alegações de que '2,500 dos cientistas de topo chegaram a um consenso de que as actividades humanas estão a ter impacto significativo no ambiente' são insinceras" afirma o artigo de forma directa, acrescentando que as mesmas deixaram "o PIAG vulnerável a criticismo externo."

A caracterização de Humle acerca dos exageros do PIAG em torno do número de cientistas que suportaram a alegação do AGA pode ser encontrada nas páginas 10 e 11 do seu artigo. O mesmo pode ser lido aqui.

E de pensar que ainda a dois anos atrás Al Gore prometeu que o gelo do mar Árctico iria derreter por completo no espaço de 5 anos. E por coisas como essas, Gore recebeu um Prémio Nobel.

Patético.

Conclusão:

Mais uma vez se vê que o "consenso" não significa nada em termos científicos. O que interessa são os dados e as evidências e não as crenças de uma certa elite. Isto é muito importante para o debate "design versus Darwin" uma vez que uma das formas através da qual que os ateus tentam acabar com o debate mesmo antes de começar é o de dizerem que esta questão (se a evolução aconteceu ou não) é consensual entre os "cientistas".

Bem, talvez, mas mesmo que fosse verdade, isso não é evidência para nada.

Esta notícia é mais uma grande derrota para o comunismo e para os "redistribuidores da riqueza" e uma grande vitória para a ciência.

domingo, abril 11, 2010

Aquecimento Global: NASA divulga estudo negando previsões do IPCC

Redação do Site Inovação Tecnológica
Um novo estudo financiado pela NASA concluiu que a Floresta Amazônica praticamente não foi afetada pela seca de 2005, a maior em um século.

"[A Floresta Amazônica] não sofreu prejuízo ou benefício, contrariamente ao relatório e alegações feitas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC)," dizem os cientistas em nota divulgada nesta quinta-feira (11/03).

Para uma teoria que tinha como uma das evidências o "consenso" que existia em torno dela, o que estamos a constatar é que ela não tinha mais nada para além do suposto consenso.

É mais ou menos o que se passa com a teoria da evolução. Os nossos amigos ateus usam como "evidência" o mito de que "não há discussão entre os cientistas sobre o facto da evolução", mas esquecem-se que a ciência não avança devido a consensos mas devido a testes, evidências e observações.

Eles podem até estar certos no que toca a inexistência de controvérsia entre os "cientistas" acerca da evolução, mas isso não significa que a evolução seja ciência. Como se pode ver com o exemplo do aquecimento global, o consenso (se é que alguma vez existiu) é cientificamente irrelevante.

Além disso, do mesmo modo que nem todos os cientistas aceitam a teoria do aquecimento global, nem todos os cientistas acreditam que o universo criou-se a si mesmo, e que a vida criou-se a si mesma. Muitos homens e mulheres com qualificações cientificas em centros de estudo reputados mundialmente sabem que o universo e a vida que o mesmo contém são o resultado do acto criativo de Deus.

Conclusão:

Consenso não é evidência científica válida. O constante apelo ao mesmo por parte dos ateus (no que toca à teoria da evolução) é algo que mostra o quão frágil é a sua fé. Quem tem os dados e os factos do seu lado não precisa de fazer uma lista de pessoas que pensam como ela, mas sim apresentar as suas evidências.

Se os ateus verdadeiramente acreditam que o universo criou-se a si mesmo, e que a vida criou-se a si mesma, então eles que nos mostrem qual é a força natural que é capaz de fazer isto. Enquanto eles não o fizerem, a sua religião é mais uma das muitas religiões adoradoras de Gaia.

sábado, abril 10, 2010

A censura como forma de defender paradigmas seculares

O cientista-mor do Ministério de Educação de Israel, o Dr. Gavriel Avital, está a ser forçado a demitir-se do cargo por ter atacado duas doutrinas religiosas.

Não, não foram doutrinas do Judaísmo, mas sim doutrinas ateístas do "consenso científico: a evolução e o aquecimento global.

Os secularistas não o podem classificar de ignorante; ele é um cientista. Como tal os secularistas acusam-no de heresia. Pode haver "debates saudáveis", diz um crítico, mas não dentro do Ministério de Educação. "Argumentos e contra argumentos" são permitidos mas só enquanto os mesmos não são persuasivos.

Em vez de debaterem com o Dr. Graviel, ou reunirem simpósios e palestras para se debater estes temas, os aquecimistas e os evolucionistas fazem os possíveis para que o homem seja despedido.

É assim que a ciência avança, certo?

Que isto nos sirva de evidência sempre que um ateu afirmar que "se houvesse evidências contra a evolução, os cientistas seriam livres de as apresentar".

quinta-feira, março 04, 2010

Cepticismo climático aumenta no Reino Unido

Porque será?

Bem, o artigo "incide alguma luz" sobre os motivos que levaram a esta crescente desconfiança em torno do aquecimento global.

Cepticismo climático aumenta no Reino Unido

Cepticismo climático aumenta no Reino Unido

Uma sondagem para a BBC sobre as consequências do caso Climagate indica ter havido um aumento significativo do número de britânicos que não acreditam na tese do aquecimento global.

A proporção dos cépticos subiu oito pontos percentuais, para 25% do total dos inquiridos, enquanto a percentagem daqueles que ainda acreditam nas alterações climáticas baixou de 83% para 75%. O inquérito envolveu mil pessoas e compara números de Fevereiro com uma sondagem realizada em Novembro do ano passado.

Os números mostram que houve uma mudança significativa da opinião pública britânica após o escândalo de e-mails que ficou conhecido como Climagate. Estas informações foram aproveitadas pelos adversários da tese das alterações climáticas para contestar os métodos usados pelos cientistas. Houve até alegações de que os dados estavam a ser manipulados.

O que nós estamos a presenciar é algo de profundamente histórico. Eis aqui uma teoria que tinha como argumento mais forte o "consenso cientifico", mas que no entanto está a desmoronar-se de forma impressionante.

sábado, fevereiro 13, 2010

India Para Nações Unidas: Adeus!

Parece que a fé no aquecimento global está a derreter.

Soube-se agora que os indianos abriram os olhos à corrupção e pseudo-ciência que existe dentro das Nações Unidas, e como tal vão criar o seu próprio departamento para estudos climáticos.

Índia cria novo painel de alterações climáticas para não depender da ONU O governo indiano vai criar um organismo próprio para as alterações climáticas porque "não pode depender apenas do painel da ONU".

Os glaciares dos Himalaias estão no centro das divergências entre o ministro do Ambiente da Índia e Rajendra Pachauri, presidente do IPC

Jairam Ramesh, ministro indiano do Ambiente e Florestas, anunciou a criação de um organismo nacional semelhante ao Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) da ONU, porque "a Índia é um país muito grande e não pode depender apenas do IPCC".

"Há uma linha estreita entre a ciência climática e o evangelismo climático. Eu sou totalmente pela ciência climática e penso que as pessoas abusaram do último relatório do IPCC de 2007", afirmou Ramesh em Nova Deli, segundo o diário indiano "Hindustan Times".

Que pena que este nível de cepticismo saudável não se estenda às teorias que presentemente mantém o estudo da Biologia refém de mitos ateus.

segunda-feira, janeiro 25, 2010

IPCC reconhece erro sobre glaciares dos Himalaias

Mais uma escândalo climático. Começo a perder fé no "consenso" científico!
Os glaciares dos Himalaias não estão à beira de desaparecer já em 2035, como dizia o último relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), o grupo de cientistas que colige o que se sabe de certo sobre o aquecimento global e os seus efeitos no planeta. O grupo, que trabalha sob a égide da ONU, emitiu hoje uma nota em que diz “lamentar a fraca aplicação dos procedimentos bem estabelecidos” no relatório de 2007.
Quem fez a "fraca aplicação dos procedimentos bem estabelecidos"? Deve ter sido alguém de fora. O artigo do Público tenta colocar a culpa na falta de revisão de pares:
Os cientistas foram apanhados num erro de palmatória: usaram dados especulativos que remontam a uma entrevista dada pelo glaciologista indiano Syed Iqbal Hasnain à revista de divulgação científica "New Scientist" em 1999. Não foram publicados numa revista científica, não foram revistos pelos pares — nem confirmados experimentalmente. E acabaram num relatório de 2005 do Fundo Mundial para a Natureza (também sem revisão pelos pares), que foi usado como fonte pelos cientistas que preparam o relatório sobre a Ásia do Grupo de Trabalho 2 do relatório do IPCC.
Portanto, a culpa não é do IPCC mas sim na falta de revisão de pares. Sim, porque como nós bem sabemos, a revisão de pares só aceita o que é cientificamente válido e comprovado.
O IPCC, que foi distinguido com o Nobel da Paz em 2007 (partilhando o Prémio com o ex-presidente dos Estados Unidos Al Gore) garante agora que no próximo relatório, em 2013 ou 2014, o estado dos glaciares merecerá uma análise atenta.
Por outras palavras, não percam os próximos episódios.

Este tipo de "ciência" está a destruir a credibilidade dos cientistas sérios.

sábado, dezembro 26, 2009

Aquecimista: "Cimeira do Clima foi um falhanço"

O desespero do aquecimistas é óbvio. Para uma teoria que era "ciência estabelecida", parece que o aquecimento global antropogénico (AGA) está a derreter.

Agora a ministra da cultura vem afirmar que as conversações (que envolviam, entre outras coisas, transferência de milhões de euros de dinheiro público para nações pobres) foi um fracasso.

Se calhar a recente descoberta de que os "cientistas" proponentes do AGA falsificaram dados teve alguma influência? (1,2,3,4,5)

A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, reconheceu ontem o falhanço das negociações em Copenhaga, afirmando que, apesar dos esforços da União Europeia, todas as expectativas em torno de um possível acordo vinculativo foram "completamente defraudadas".
Pobre aquecimista. Depois de anos e anos a indoutrinar as juventude em torno do não-existe AGA, os religiosos aquecimistas sentem que ninguém gosta deles.

Vêr também:

1. Scientists sign petition denying man-made global warming

2. Myth of Consensus Explodes: APS Opens Global Warming Debate

3. MIT Meteorology Professor Richard S. Lindzen, confirms how Al Gore and his minions used Stalinist tactics to subvert, suborn and corrupt a whole branch of science

4. Arctic sea ice growth finished the year in 2008 at the same level as 1979

5. The oceans have been cooling since 2003

6. Mitchell Taylor, who has studied the bears for 30 years, was barred from a U.N. conference about them

terça-feira, dezembro 22, 2009

ONU conclui que aquecimento global é real....talvez.

Depois da exaustiva "investigação" que o "Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU" fez, o veredito não poderia ser outro: apesar das evidências em contrário, o aquecimento global é um "facto".

Isto vai na linha do que já tinha sido dito neste texto.

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU refutou hoje todos os cépticos envolvidos no caso “Climategate”, que causou polémica ao sugerir que o aquecimento global e as alterações climáticas do planeta têm sido exageradas pela comunidade científica. Para as Nações Unidas, não existem dúvidas: o aquecimento do clima é “inequívoco”.

O caso surgiu no mês passado, quando centenas de e-mails entre cientistas britânicos e norte-americanos foram colocados na internet. O “Climagate” levou mesmo ao afastamento temporário de Phil Jones, director do centro de investigação para o clima da Universidade de East Anglia, no Reino Unido.


Num comunicado, o vice-presidente do grupo 1 do IPCC explicou que “medições feitas por muitas instituições independentes em todo o mundo demonstram mudanças significativas na terra, atmosfera, oceanos e áreas cobertas de gelo do planeta”.

"Através do trabalho científico independente envolvendo métodos estatísticos e uma gama de diferentes modelos do clima, essas alterações têm sido detectadas como desvios significativos da variabilidade climática natural e tem sido atribuída ao aumento de gases de efeito estufa”, acrescentou Thomas Stocker.

"O corpo de prova é o resultado de um trabalho cuidadoso e minucioso de centenas de cientistas no mundo inteiro”, rematou o especialista da ONU, a um dia do arranque da cimeira mundial sobre as alterações climáticas, em Copenhaga.

Blá blá blá, etc, etc, idem idem aspas aspas.

Reparem o quão "conveniente" para esta "investigação" é a altura em que ela terminou: a um dia do arranque da cimeira mundial sobre as alterações climáticas. Deve ser coincidência, certo? Certo?

domingo, dezembro 20, 2009

Breve Entrevista ao sr Monckton

Os aquecimistas ficaram zangados pelo facto de Mockton comparar os jovens que defendem o aquecimento global (às vezes violentamente) com a juventude hitleriana.

Um desses jovens encontrou o cientista e fez-lhe algumas perguntas.

sábado, dezembro 19, 2009

ONU quer investigação de acusações de manipulação de dados do IPCC

A pergunta que se impõe é: quem vai fazer a "investigação"? A ONU tem muito a ganhar com o mito do aquecimento global e como tal esta "investigação" é, quase de certeza, uma fachada.
O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU afirmou que acusações de que cientistas britânicos manipularam dados sobre o aquecimento global, para fortalecer o argumento de que mudanças climáticas têm origem em ações humanas, devem ser investigadas.

As acusações surgiram há duas semanas, com o vazamento, pela internet, de centenas de emails trocados por integrantes da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, na Grã-Bretanha, e cientistas de outros países.

Um dos emails sugere que o chefe da Unidade de Pesquisa Climática, Phil Jones, queria excluir documentos da próxima grande avaliação da ONU em ciências climáticas. Jones, que se afastou do caso até o final de uma investigação interna, nega veementemente a manipulação de dados e afirma que os emails foram divulgados fora de contexto. Outros cientistas envolvidos no incidente negam que tenha havido manipulação de dados.

O coordenador do do IPCC, Rajendra Pachauri, disse à BBC que as acusações de manipulação são graves e ele quer uma investigação.

"Certamente vamos analisar tudo e então vamos nos pronunciar sobre isto. Com certeza não queremos varrer nada para debaixo do tapete. Esta questão é séria e vamos analisar todos os detalhes", afirmou.

Os chamados "céticos" em relação ao aquecimento global alegam que os emails divulgados prejudicam os argumentos científicos que afirmam que a mudança climática está sendo causada pelas emissões de gases de efeito estufa, e já apelidaram o incidente de "Climagate", numa alusão ao caso Watergate, o escândalo que levou à renúncia do presidente americano Richard Nixon em 1974.

De acordo com o analista de meio ambiente da BBC Roger Harrabin, o vazamento dos emails abalou o mundo da ciência climática e suas repercussões estão se espalhando.

A Arábia Saudita, por exemplo, tradicional oponente das propostas de cortes no uso de combustíveis fósseis, afirmou que o incidente significa que a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, na próxima semana, em Copenhague, na Dinamarca, deve abandonar os planos para redução das emissões.

Outros importantes acadêmicos do setor de estudos de mudança climática afirmam que a divulgação destes documentos não muda nada na avaliação feita pelo IPCC em 2007. O pior cenário quanto ao aquecimento global, divulgado pelo IPCC no relatório de 2007, prevê um aumento de temperatura de entre 2,4ºC e 6,4ºC até o fim do século.

segunda-feira, dezembro 14, 2009

ClimateGate: Opinião Pessoal

Este post é um comentário ao que o Sabino disse aqui. Ele diz:
Eu nunca dei muita importância ao debate do aquecimento global. Mas depois de saber deste escândalo, eu na minha humildade e honestidade pergunto: se todas as evidências científicas apontam para a veracidade do aquecimento global, qual a razão de se ter de forjar provas e eliminar os dissidentes? É com este tipo de comportamento que a ciência do aquecimento global quer ganhar credibilidade?

Quando este tipo de comportamento se passa no evolucionismo eu já sei o por quê… eles têm mesmo de o fazer para dar a falsa ideia de que já ninguém critica o evolucionismo e que este tem consenso científico. Agora, como isto aconteceu também no AG, eu sou levado a pensar o mesmo dele.
Eu estava assim também. Não dava muita importância a isto, mas depois, não sei porquê, comecei a ser levado a vêr mais sobre o mesmo.

Uma das coisas que notei, e uma vez que já estava mais ou menos envolvido em debater ateus em relação à sua teoria da evolução, foi que o tipo de pessoas que estava a defender o evolucionismo era essencialmente o mesmo tipo de pessoas que defendia o "aquecimismo". Isto deixou-me logo com um pé atrás em relação ao último.

Depois de ter visto mais alguns artigos com o passar do tempo, foi-me mostrado que o aquecimento global é mais uma arma para o "governo mundial" dos recursos terrestres. Essencialmente, um comité/governo/organização não-eleito/a vai decidir como é que nós podemos usufruir do fruto do nosso trabalho, isto sob a fachada da "preocupação em não danificar a Terra-mãe". (Nós como cristãos sabemos onde é que acaba a noção do "governo mundial")

Basicamente, eles escondem os seus propositos totalitários sob a máscara de intenções nobres, exactamente o que os ateus fazem em relação à teoria da evolução: escondem a sua fé naturalista por trás do manto da "ciência".

A descoberta destes emails é uma pancada muito forte nas aspirações totalitárias de organizações como a ONU, a União Europeia, e o próprio Obama, mas foi bom para desmascarar mais uma fraude secular. Não deixa de ser impressionante como o seu mau uso da ciência para promover a sua ideologia é análoga ao que os ateus fazem na defesa da sua ideologia.

Isto também mostra que na ciência, consensos não são evidência para veracidade. Sempre que alguém tenta findar um debate apelando para o "consenso", ele está indirectamente a dizer "eu não tenho argumentos suficientemente fortes para te convencer, e como tal vou apelar ao número daqueles que pensam como eu para acabar com o debate!".

É triste o que aconteceu, e os cientistas sérios vão ficar mais fragilizados por causa disto, mas vai ser bom para se vêr que só porque um grande numero de cientistas defende algo, não quer dizer que o mesmo seja verdade (Atenção evolucionistas!).

Vejam o seguinte video.


A tragédia do Climategate

Artigo Original por Rui G. Moura

Os meios de comunicação social anglo-saxões e a blogosfera continuam cheios de informações, análises e debates acerca do Climategate. Mas em Portugal, ao contrário, os media escondem tanto quanto podem esta tragédia da ciência. A tentativa de silenciamento deste escândalo de enormes proporções, que se abateu tanto no campo científico como no campo político, não honra os media portugueses.

Convém recapitular os factos:

Um ou mais hackers, por enquanto desconhecidos, tornaram públicos quase sete mil ficheiros com cerca de mil emails da unidade de investigação CRU (Climate Research Unit) da Universidade de East Anglia, Norwich, Reino Unido.

Por sua vez, a CRU está intimamente ligada a outro centro de investigação Hadley Center (daí a existência do acrónimo HadCRU) na reconstrução do índice das temperaturas médias globais da superfície do planeta obtidas a partir de observações termométricas.

Esta informação HadCRU é difundida pelo Met Office inglês (equivalente ao nosso Instituto de Meteorologia) e, igualmente, pela Organização Meteorológica Mundial. O IPCC utiliza, oficialmente, esta informação e ignora as observações dos satélites meteorológicos

Assim, o correio electrónico, os ficheiros e os códigos informáticos sacados pelos hackers valem uma autêntica fortuna pois revelam a extensão conspirativa dos que tramaram o mito do aquecimento global. O material revelado cobre algo mais do que uma dúzia de anos (de 1996 a 2009). Seria desejável saber como todo este material foi tornado público e porque o foi. Uma dissidência interna de cientistas que se mantêm escrupulosos?

Curiosamente, os hackers tiveram o cuidado de explicitar o objectivo da sua acção ao escreverem no cabeçalho do arquivo a seguinte nota explicativa:

«Pensamos que, actualmente, a ciência do clima é demasiado importante para que se mantenha secreta. Por isso, tornamos público correspondência, códigos e documentos escolhidos aleatoriamente. Esperamos que isto abra os olhos para se ver em que ponto está esta ciência e como ela é utilizada por estes responsáveis.»

Outra curiosidade reside na designação que os hackers deram ao nome do arquivo que é um tesouro informático: FOI2009. Não foi por acaso que se escolheu este nome. Para os anglo-saxões FOIA é o acrónimo de Freedom of Information Act, a lei da liberdade de informação.

Deste modo, os hackers, sabedores de que violavam uma lei sobre pirataria informática, quiseram dar a entender que, antes deles, o CRU violou uma outra lei, a lei da liberdade de informação, uma lei sagrada para os anglo-saxónicos.

Dado o cuidado com que o pacote informático foi preparado para divulgação pública na internet, tudo leva a concluir que os hackers são pessoas dentro dos meandros de toda esta questão.

Será algum cientista da própria Universidade de East Anglia, do CRU ou mesmo do Hadley Center? Seja quem for, é alguém que ficou deveras chocado com os procedimentos sem escrúpulos dos “cientistas” envolvidos neste processo: a maior impostura científica de toda a história da Ciência.

Se tivesse sido um hacker vulgar, poder-se-ia perguntar qual a razão por que ele não atacou os servidores informáticos de James Earl Hansen ou de Michael Mann. Ou de Gavin Schmidt, braço direito de Hansen.

Até agora nenhum emissor ou receptor da correspondência electrónica negou a genuidade da documentação publicada na internet. Alguns até reconheceram a autoria dos emails.

Foi o caso de Michael Mann e Kevin Trenberth, segundo o Washington Post. Mas outros dos apanhados com a boca na botija apresentam desculpas esfarrapadas e procuram minimizar o significado dos seus escritos.

Alguns, quando não conseguem dar respostas aos jornalistas, dizem que “já não se lembram de ter escrito ou recebido tais emails…”. Tais respostas são, na realidade, uma confirmação de que têm culpas no cartório.

Os responsáveis do CRU não se atrevem a afirmar que os emails não são verdadeiros ou que foram fabricados pelos hackers. Há múltiplas cópias desses emails em muitos servidores da internet, tanto no Reino Unido como nos EUA.

Torna-se evidente que algumas das personagens envolvidas nesta tragédia da ciência deverão ser levadas a depor em julgamento, pelo menos nos EUA. No Reino Unido, o perjúrio acarreta também uma pena pesada.

Com tantas pessoas envolvidas, é provável que alguém diga toda a verdade ao invés de correr o risco de ir parar à prisão por perjúrio. Mas quanto mais prevaricarem após o rebentamento do escândalo mais probabilidades têm de ser castigados quando forem chamados a depor. Alguns dos prevaricadores sabem que têm a espada pronta a cair em cima da cabeça. Um deles é Phil Jones.

A prevaricação é por demais evidente. Os juízes não vão perdoar o facto de eles não terem querido fornecer – como é norma da lei – os dados pedidos por Steve McIntyre. Nem perdoarão o facto de terem apagado ou tentado apagar dados.

McIntyre está agora em condições de, a partir dos códigos informáticos, reproduzir as curvas das temperaturas e verificar aquelas que foram manipuladas. Este tipo de coisas acontece quando um cientista se escusa de fornecer os dados e os códigos.

Tenhamos esperança de que, a partir de agora, o escândalo coíba futuros comportamentos anti-éticos e atentados à idoneidade científica. Deve-se exigir que os dados e os códigos sejam públicos a fim de poderem ser replicados os resultados. As consequências deste processo para as tomadas de decisão política – com efeitos na vida do cidadão comum – assim o exigem.

A fraude do Climagate corrobora plenamente tudo o que diziam os cépticos do aquecimento global. Tal trapaça deveria fazer reflectir políticos como os do governo português e da União Europeia.

Sem entenderem nada do assunto, estes políticos deram endosso total e acrítico às teses do global warming. Eles gastaram rios de dinheiro com a patranha do aquecimento global, além de deformarem gravemente a política energética dos países da UE pois a mesma foi posta a reboque dos impostores climáticos.

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Aquecimento global exposto como fraude?

A teoria do aquecimento global (AG) sofreu um duro revés nas última semanas com a descoberta de uma troca de emails entre cientistas proponentes da teoria (vêr 1, 2, 3, 4, 5). Supostamente houve falsificação de dados, censura a pesquisas que contradiziam o consenso científico e outras coisas mais.

A eminente destruição da teoria do AG mostra bem a condição caída do ser humano. Neste exemplo se vê como seres humanos motivados por uma crença pessoal (e por motivos do foro financeiro e político) subverteram a ciência durante o processo.

Para quem acompanha o debate criacionismo versus evolucionismo, isto não deve ser surpresa alguma uma vez que a teoria da evolução "sobrevive" exactamente da mesma forma. Os evolucionistas falsificam dados, censuram cientistas que lançam ou permitem a publicação de hipóteses alternativas, entre muitas outras coisas.

A razão pela qual é mais difícil refutar-se a teoria da evolução do que o AG, não se deve ao facto da primeira ser cientificamente mais sólida que a segunda, mas sim porque a primeira tem um grande peso ideológico. Isso é tanto mais assim nas sociedades ocidentais onde a religião suportada pelos estados é o Humanismo. Sem a teoria da evolução, fica mais difícil avançar-se com coisas como o aborto, o "casamento" homossexual, separação entre a igreja e o Estado, etc.

No entanto, não creio que os evolucionistas vão deixar de notar ao que está a acontecer com a teoria do AG. Vai ser mais difícil usar-se o "consenso" como evidência a favor da sua fé, especialmente quando se descobre (mais uma vez) que o consenso pode estar errado ou a mentir deliberadamente à população.

Tal como foi dito no passado, aquilo que as falsas ideologias mais temem é o livre acesso à informação. Foi o acesso à informação dos emails que levou àquilo que muitos chamam de "ClimateGate". Do mesmo modo, a melhor forma que existe de se resistir aos avanços do ateísmo mascarado de ciência (evolucionismo) é ter acesso a informação.

O futuro dirá quais vão ser as consequências do ClimateGate, mas a ciência sai deste processo mais fortificada.

Reparem também como os supostos "defensores da ciência" (naturalismo) estão absolutamente silenciosos em relação ao escândalo ClimateGate.

Para se ver isso, leiam estes dois artigos:

1. At Least The ClimateGate Scientists Didn’t Admit Going to Church

2. 'Consensus Science' is to Science as Money-Laundering is to Finance.


domingo, abril 05, 2009

Cientistas Ideologicamente Motivados Falsificam Dados

O ser humano é uma criatura de certa maneira previsível. Ponham-no na melhor escola, ensinem-lhe os melhores instrumentos músicais, encham a sua conta bancária, mas a sua natureza caída mais cedo ou mais tarde vai-se manifestar.

Deus disse no Livro do Profeta Jeremias 17:9 "Enganoso é o coração" e disse ainda "Todos pecaram e removidos estão da Glória de Deus" (Romanos 3:23), mas ainda há pessoas que julgam que a educação, as roupas e o dinheiro podem mudar o coração do homem. Nada pode mudar o coração do homem a não ser Aquele que criou o coração do homem. Mas, como um Médico, Ele só pode trabalhar nos corações que aceitem a condição em que estão ("removidos da Glória de Deus").

Uma história na edição de 9 de Março da "USA Today" chamou atenção. Debaixo do título "Cientistas Explicam o Porquê de Plagiarem", o artigo baseou-se num estudo presente na "Science" para referir que 28% dos cientistas apanhados com a "boca na botija" negaram o plágio, 35% admitiram má conduta e expressaram remorso, e 22% afirmaram que eles eram co-autores mas não escreveram os manuscritos.

Muito mais perturbador, no entanto, é o que foi encontrado, enterrado bem dentro da história no USA Today.

De acordo com um estudo conduzido pela entidade federal "Office of Research Integrity", cerca de 3% dos pesquisadores observaram má conduta científica todos os anos, consistindo não só em plágio, mas maioritariamente em dados falsificados.

A suspeita normal é de que a má conduta é bem superior ao que foi reportado mas que nunca é reportada ou descoberta. O que é mais fácil de aceitar a) Os pesquisadores observaram toda a má conduta que existiu durante aquele período, ou 2) houve mais más condutas que não foram reportadas/descobertas?

Quanto mais ideologicamente importante fôr um tema, quase de certeza que a má conduta é mais dominante. Tendo isto em conta, pode-se assumir que em tópicos como o aquecimento global ou evolução, os exemplos de má conduta são mais prevalecentes que em outras áreas científicas.

Um exemplo disto é a história reportada pelo site da "Prision Planet":

“Cientistas Climáticos aliados com a PIMC ("Painel Intergovernamental Sobre o Mudança Climática" da UN) foram apanhados a citar dados errados como forma de comprovar que o aquecimento global está a acelerar.”

De acordo com artigo, "Os dados produzidos pela NASA usados para fazer a alegação, e especial os registos das temperaturas cobrindo largas áreas da Russia, eram meramente as que foram continuadas do mês anterior"

E quem pode esquecer o "Piltdown Man", uma fraude que enganou uma geração inteira?

Vêr também:

Será a ciência livre de preconceito?

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