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sábado, janeiro 08, 2011

Carlos Esperança e os "Méritos" do Ateísmo

Católico Vietnamita Adopta Bebés Para Impedir Aborto

O chocante do aborto é que neste vídeo, é-nos dito que algumas mães que de outra forma teriam feito um aborto, entregaram os filhos a este homem católico para mais tarde os virem buscar. Ou seja, se tivessem tomado a decisão de abortar, teriam-se arrependido para sempre.

Como sempre acontece, a visão Bíblica da humanidade dá-nos dignidade (mesmo depois da morte) enquanto que a visão evolutiva/aborcionista/ateísta/esquerdista faz exactamente o contrário.

Escritora holandesa descobre que os esquerdistas são contra a liberdade de expressão

A Teofobia dos holandeses é consequência natural da adopção da visão esquerdista do mundo. Quanto mais esquerdista for uma sociedade, mais anti-cristã ela se torna. E isto não é por acaso.
Matthew Cullinan Hoffman
DEN BOSCH, Holanda, 15 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Mariska Orbán de Haas, jornalista pró-vida, diz que recebeu centenas de ameaças de morte e mais de dez ameaças de tortura depois da publicação de uma carta aberta que ela escreveu para uma parlamentar pró-aborto pedindo-lhe que reconsiderasse a posição dela no assunto.
A carta, que foi dirigida à deputada Jeannine Hennis-Plasschaert e publicada no jornal Katholiek Nieuwsblad (Notícias Católicas), foi escrita em resposta à reação raivosa de Hennis-Plasschaert depois de receber um modelo de feto de plástico do bispo católico Everard de Jong. O bispo havia enviado modelos para Hennis-Plasschaert e todos os outros membros da Câmara dos Deputados da Holanda. Ele também incluiu uma carta em que pediu aos parlamentares que dessem um basta na matança de bebês em gestação em face de iminentes restrições de orçamento, apontando para o fato de que parar de financiar “sanguinárias clínicas de aborto” economizaria dinheiro e ajudaria a preservar as futuras gerações que poderiam cuidar dos idosos.
Depois que Hennis-Plasschaert chamou a carta do bispo de “repulsiva”, Orbán escreveu para ela publicamente, mencionando que tanto ela quanto Hennis-Plasschaert passaram pela experiência de sofrer abortos espontâneos, e que o modelo fetal que ela recebeu do Bispo De Jong seria semelhante aos filhos que elas perderam na época da morte deles.
“Nessa luz”, perguntou Orbán, “não é ‘repulsivo’ que nossa sociedade nos permita abortar mais de trinta mil bebês na Holanda a cada ano?” Ela comentou que os bebês que morrem por aborto deliberado são “exatamente iguais às vidinhas misteriosas que levamos dentro de nossas barrigas durante a gravidez”.
A carta, publicada em 27 de outubro, provocou revolta na Holanda, que é um país em grande parte esquerdista e pró-aborto. Orbán logo ofereceu um pedido público de desculpas, mas isso não a impediu de receber uma avalanche de respostas iradas. A jornalista francesa Jeanne Smits diz, em sua reportagem, que a carta gerou 350.000 tweets no Twitter, e vários sites criaram fotos distorcidas da face dela, retratando-a como um diabo.
Orbán comenta que nunca havia recebido tal resposta de leitores, até começar a escrever como jornalista católica.
No passado, como jornalista estiquei os limites, em vários temas, mas nunca tive esse tipo de resposta”, disse Orbán. “Se você escreve algo sobre a fé católica, então as pessoas reagem com muita força”.
Ouço muitos esquerdistas dizerem que a liberdade de expressão é muito importante, mas se você tem opiniões católicas é obviamente diferente”, ela acrescentou.
Links relacionados:
Katholiek Nieuwsblad (Catholic Newspaper of the Netherlands)
http://www.katholieknieuwsblad.nl/nieuws
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Dutch Bishop Calls Parliamentarians to Defund Abortion
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10110401.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10111511

sexta-feira, dezembro 31, 2010

Organização aborcionista alega que livro que promove sexo casual é um sucesso

Nenhuma pessoa normal de congratula com o sucesso de um livro que promove comportamentos auto-destrutivos. Mas como já sabemos, o esquerdismo destrói a capacidade humana de formular pensamento lógico e coerente.

Para os esquerdistas o facto dos jovens se destruírem (física e emocionalmente) com cada relacionamento sexual casual é apenas uma "casualidade de guerra". O que importa é a destruição da estrutura familiar e o rendimento que advém das consequências do sexo casual (aborto).

Num mundo normal as pessoas ficaram suspeitas de conflito de interesse que há entre promover a promiscuidade e lucrar com a mesma, mas nos já não vivemos num mundo normal. Vivemos num mundo onde a elite mundial está enganada voluntariamente pela ideologia esquerdista.

Dra. Seana Cranston
NOVA IORQUE, EUA, 11 de novembro de 2010 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — O principal provedor de abortos do mundo está continuando a promover um livreto explícito que defende o sexo casual entre os jovens. De acordo com a Federação Internacional de Planejamento Familiar, o livreto chamado “Saudáveis, Felizes e Quentes” se tornou sua publicação mais popular.
Dirigido para um público alvo de jovens com HIV, o livreto contém linguagem sexualmente explícita e promove o sexo casual com múltiplos parceiros, bem como o sexo oral, anal e homossexual.
“Algumas pessoas gostam de ter sexo agressivo”, diz o livreto. “Não há jeito certo ou errado de fazer sexo”. O livreto incentiva os jovens que estejam tendo sexo depois de beber ou usar drogas a “fazerem planos de antemão trazendo camisinhas”. Outra seção sugere que os leitores visitem as clínicas de planejamento familiar para buscar ajuda para prevenção ou abortar gravidezes não planejadas.
A publicação incentiva os jovens a guardar segredo de suas atividades sexuais, escondendo-as de seus pais, bem como visitas às clínicas de planejamento familiar. “Você precisa descobrir se há centros de saúde perto de você, onde você possa ir sem precisar da permissão de seus pais ou guardiões”.
O livreto critica os países que têm leis que exigem que os portadores do HIV revelem sua condição a seus parceiros sexuais. Tais leis violam os direitos das pessoas que vivem com o HIV, argumenta o livreto.
A Federação de Planejamento Familiar também distribuiu o livreto em agosto na Conferência Mundial da Juventude em Leon, México.
Originalmente publicado em janeiro deste ano, “Saudáveis, Felizes e Quentes” está agora disponível numa tradução russa. A Rússia tem o segundo índice mais elevado de HIV na Europa Oriental e na Eurásia, de acordo com a USAID.
A presidenta regional da Federação de Planejamento Familiar na Europa é a Dra. Elena Dmitrieva, uma russa que também dirige a Fundação Russa Saudável. Financiada pelos Estados Unidos por meio da USAID, a fundação patrocina um projeto de saúde que está em andamento ali. Russa Saudável 2020 promove a prevenção do HIV/AIDS e a contracepção entre os jovens e outras populações vulneráveis na Rússia. Seu programa autoproclamado de estilos de vida saudáveis para os jovens tem como alvo pessoas entre as idades de 13 a 19.
Aproximadamente 77 milhões em dólares dos contribuintes do imposto de renda dos EUA foram para programas na Rússia em 2008, de acordo com o site do USAID. Parte desses $77 milhões possibilitou que mensagens de planejamento familiar e saúde reprodutiva alcançassem mais de 25 mil russos.
Isso ocorre apesar de que a Rússia está sofrendo de uma crise demográfica. A ONU prediz que a população da Rússia cairá para 23 milhões durante os próximos 40 anos. Em resposta, o presidente Vladimir Putin recentemente ofereceu 11 mil dólares para premiar famílias que têm pelo menos dois filhos.
Conforme Friday Fax de C-Fam disse em reportagem no começo deste ano, uma mãe mórmon detectou o livreto numa reunião somente para meninas e fechada ao público patrocinada pela organização de escoteiras dos EUA Girl Scouts USA na sede da ONU em Nova Iorque. Desde então, as filiais de Girl Scouts em todos os Estados Unidos estão envolvidas num acalorado debate sobre as conexões entre Girl Scouts e a Federação Internacional de Planejamento Familiar. Girl Scouts USA se recusa a denunciar o livreto e nega que o livreto estava na sala da ONU onde as meninas se reuniram.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10111106.html

domingo, dezembro 26, 2010

Matança de bebés aumenta em Portugal

Mentiras como forma de avançar com a ideologia é normal entre os esquerdistas. Para eles a verdade é algo que deve ser usada apenas e só se estiver de acordo com a sua ideologia. Como raramente está, a esquerdalha tem que mentir como forma de esconder as suas diabólicas intenções.

Capa de hoje do jornal i

Segundo o jornal i o aborto legal não pára de aumentar entre nós. Os factos desmentem as palavras e os argumentos falaciosos dos defensores do SIM ao aborto, mostrando que, com a sua legalização, não só o número de abortos aumentaram, como esta prática passou a ser utilizada como meio contraceptivo.
Mais uma Lei para se lutar e revogar numa próxima legislatura porque, contrariamente ao que acontece com as crianças não nascidas vítimas de aborto, a Verdade não morre, nunca!

sexta-feira, dezembro 24, 2010

Imagem: aborto

terça-feira, dezembro 07, 2010

Aborcionista: Matar um bebé não é matar um ser humano

Se mais evidências precisássemos da desumanização que os aborcionistas fazem da vida, as palavras desta espanhola esclarecem tudo. De acordo com a Ministra da Igualdade espanhola, Bibiana Aído, bebés intra-uterinos não são seres humanos.

Em resposta a um inquérito formal feito em torno do assunto do aborto por parte de um parlamentar espanhol, Aído afirmou que "o Governo não pode partilhar da afirmação de que a interrupção de uma gravidez é a eliminação de uma vida humana."

Não se sabe que tipo de vida a sra Aído pensa que é, mas ficamos a saber que não é humana. Dez minutos antes de nascer o bebé não é humano, mas 3 minutos depois de nascer já e humano.

Ela acrescenta ainda:

Ter um aborto não implica que uma vida humana foi terminada uma vez que não há uma opinião unânime em torno do conceito de ser humano.
Quando seres humanos decidem quem é ser humano de facto não há uma opinião unânime. O nacional socialista Hitler achava que os judeus não eram humanos. Darwin pensava que os australianos e os africanos não eram tão humanos como ele. Algumas seitas japonesas viam os outros como sub-humanos.

O ponto que a sra Aído levante é em si ilógico: se não é unânime quando é que a vida humana começa, porque é que ela suporta o término da gravidez que pode estar a matar um ser humano? Se não há opinião consensual, não se deveria suspender o aborto até haver opinião unânime?

(...) a "vida humana" refere-se a um conceito complexo baseado em ideias ou crenças que são filosóficas, morais, sociais e, por fim. sujeitas a opiniões ou preferências pessoais.
Claro que isto exclui a posição que afirma: "matar um bebé não é matar um ser humano". Esta posição já não é um conceito complexo baseado em ideias ou crenças filosóficas, morais, sociais e por fim sujeitas a opiniões e preferências pessoais. Não. A frase "terminar uma gravidez não é terminar uma vida humana" é um facto indisputável!

A chocante declaração de Aído foi feita em resposta a questões colocadas por Carlos Salvador do partido "União das Pessoas de Navarra". Estas perguntas, por sua vez, foram feitas em resposta às declarações de Aído que afirmou "um país não é digno se uma só pessoa está a sofrer maus tratamentos."

Salvador perguntou "Considera que a eliminação da vida de um bebé intra-uterino é um acto de mau tratamento?" Ao mesmo tempo ele perguntou:

Se acto do aborto envolve a eliminação de uma vida humana - única e não reprodutível - com base em que etos é que você fundamenta a sua argumentação, como um direito da mulher, em suporte do maior mau tratamento que pode ser feito a um ser humano, nomeadamente, a sua eliminação?
Como isto era um assunto trivial (vidas humanas) a sra Aído "só" demorou seis meses a responder.

Conclusão:

Estas são as consequências de quem rejeita o Criador. Quando Ele é posto de parte como Autoridade Suprema na vida dos seres humanos, então quem passa a ser a lei somos nós. Quem passa a decidir quem é humano e quem não é somos nós. Agora imaginem o que tal "poder" pode fazer nas mãos de seres humanos caídos e imperfeitos.

Bem, não precisam de imaginar durante muito tempo porque nós já vimos o que aconteceu durante o século 20. Os campos da morte do socialista Adolf Hitler e os gulags to ateísmo político (comunismo) são a expressão máxima da rejeição do Criador.

Os abortos dos dias que correm (mais de 500 milhões de "não-humanos" foram mortos desde 1982) são apenas a continuação do trabalho de Hitler e Stalin.


Fonte: LifeSite News

domingo, novembro 21, 2010

Bill Gates: Temos que matar tudo e todos para acabar com o não existente aquecimento global

"Controle populacional". Esta frase pode estar na base das grandes políticas económicas e médicas do nosso tempo.

Há um grande número de indivíduos que genuinamente acredita que a única forma de "salvar" a Terra é reduzir drasticamente o número de pessoas que existem. Isso pode ser feito de várias formas: aborto, recusa de assistência médica, genocídio em nome de qualquer ideologia esquerdista ou promoção de comportamentos auto-destrutivos.

A tragédia dessa crença é que muitos dos seus proponentes estão colocados em lugares chave da política mundial. Não só isso, mas também contam com grandes financiadores para a sua causa. Bill Gates é um deles.

Bill Gates pode ser um génio quando se trata de computadores mas é um tótó quando abre a boca e começa a falar do não-existente AGA (aquecimento global antropogénico). Ou isso ou ele é maldoso ou mentalmente desequilibrado.

No vídeo debaixo podemos ver Gates a apelar para "melhorias" no sistema de saúde - e nas vacinas - de forma a que a população mundial possa ser reduzida em mil milhões (reduzindo assim as emissões do inofensivo dióxido de carbono).

Vamos pensar um pouco: que "sistema de saúde" seria esse que reduziria em milhões a população mundial? Geralmente quando o sistema de saúde melhora, a população mundial aumenta. Que misterioso "sistema de saúde" tem o Gates em manga? Infelizmente ele não diz.



Para a demente alegação de Gates de que as emissões de CO2 tem que ser reduzidas para zero, matar mil milhões de almas com sinistras vacinas anti-vida não seria suficiente. Uma vez que os animais exalam CO2, e uma vez que as plantas libertam o mesmo químico quando entram em decomposição, isto significa que Bill Gates está a apelar para o término da vida na Terra.

Ou seja, de acordo com Gates, toda a vida tem que deixar de existir para que a Terra possa continuar a existir. Aparentemente o propósito seria trancar o clima num sitio para que, pela primeira vez na História da humanidade, ele não variasse.

Que pena que ninguém estará cá para ver se o método de Gates funciona.

quarta-feira, novembro 10, 2010

Holanda: Mulher presa por cometer infanticídio sem aprovação dum médico

Uma mulher holandesa foi presa por ter morto os seus 4 recém nascidos filhos e os ter embalado em malas de viagem. Na Holanda o infanticídio é legal desde que a dose letal seja administrada por um médico.

De acordo com a Radio Netherlands Worldwide, a jovem de 25 anos era bem conhecida na zona rural de Nij Beets - na província holandesa de Friesland. Ela conseguiu esconder os infanticídios durante anos até que a polícia a prendeu há algumas semanas.

A polícia recebeu um alerta dum vizinho desconfiado que reparou que ela constantemente ficava grávida mas nunca tinha nenhuma criança. Depois das autoridades acharem que a sua história de "dar as crianças para adopção" não era convincente, a mulher confessou os assassínios e mostrou onde as crianças estavam guardadas: empacotadas em malas de viagem no sótão dos pais.

Segundo se pensa, as crianças nasceram durante os anos de 2002 e 2010. Os seus pais, com quem ela vivia, negaram qualquer tipo de conhecimento das gravidezes da filha.

Apesar do choque e da raiva dos moradores locais, a lei holandesa permite que médicos matem o recém nascido no caso de "sofrimento insuportável". Eles tem é que agir de acordo com o Protocolo de Groningen.

Este "protocolo", cujo nome oficial é "Protocolo de Groningen para a Eutanásia dos Recém Nascidos", foi desenvolvido por médicos do Centro Médico da Universidade de Groningen em cooperação com autoridades legais.

De acordo com este "protocolo" os holandeses aceitam o "infanticídio eugénico" onde cerca de 15 a 20 seres humanos são mortos anualmente apenas e só porque grupos de pessoas julgam que o bebé está em "sofrimento insuportável". A maior parte dessas crianças havia sido diagnosticada com rompimento da coluna vertebral (eng: spina bifida).

O neuro-cirurgião pediátrico Rob de Jong criticou o "Protocolo de Groningen" no jornal médico "Child's Nervous System" alegando que é difícil de provar que o sofrimento de uma criança é ou vai-se manter insuportável. Em artigos onde se falava de crianças que sofriam de spina bifida, De Jong citou um certo número de médicos que, em retrospecção, reconheceu que os seus diagnósticos iniciais estavam incorrectos. Por outras palavras, e para nos apercebermos do horror, houve seres humanos cuja vida foi terminada apenas e só porque uma ou mais pessoas fizeram um diagnóstico errado.

O bioético Wesley J. Smith comentou no seu blog que se calhar as autoridades deveriam acusar a jovem holandesa de "exercer medicina sem licença":

Qual é a diferença entre a mulher e os médicos que matam os bebés? Uma licença médica? O uso de injecção letal? Ou será isto intolerância contra bebés que terão incapacidades ou doenças terminais? (...) Se calhar a defesa legal da mulher deveria ser que ela não queria que os filhos viessem a sofrer ao serem adoptados.

Estas são as inconsistências do ateísmo. Se uma mulher mata os seus filhos em casa, isso é considerado crime, mas se um grupo de médicos se junta e decide matar crianças com injecções letais apenas e só porque PENSAM que o mesmo está em "sofrimento insuportável", isso já é legal.

À medida que a Bíblia vai sendo posta de parte como Autoridade Moral suprema, as pessoas mais frágeis da sociedade (bebés, deficientes, etc) vão sentir na pele o horror que é quando quem decide o que é o bem e o mal é o ser humano.

Josef Mengele, o nacional socialista que fez experiências humanas em crianças judias, ficaria orgulho em ver que a Holanda continua com o seu trabalho eugénico. Claro que por trás do eugenismo está a crença na sobrevivência dos mais aptos e purificação da espécie.

Crenças tem consequências e crença na teoria da evolução tem consequências sociais devastadoras.

quarta-feira, outubro 27, 2010

A deshumanização da vida

Isto talvez explique o porquê de alguns aborcionistas terem o cuidado de evitar a palavra "bebé" quando se referem ao ser humano na fase de gestação.

By Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., August 20, 2010 (LifeSiteNews.com) – What do serial killers, slave-owners, eugenicists, and abortionists have in common? According to Michael Hitchborn of American Life League, all these groups can only carry out crimes against human beings by first de-personalizing or trivializing the humanity of their victims.

In a new ALL report released on YouTube, Hitchborn makes his case beginning with the famous 1991 film “Silence of the Lambs,” where a crazed transsexual killer pursued by an FBI agent (Jodie Foster) continually refers to his latest female victim as “it.”

In doing so, says Hitchborn, the killer “depersonalizes his victim, reducing her to the status of an object or animal.”

“The thing is, if his victim isn’t a person, then in his own mind, there is nothing wrong with what he is about to do,” continued Hitchborn.

The pro-life leader explained that a similar process of depersonalization and dehumanization is evident in the way that abortion advocates speak of a child developing in its mother’s womb as a “fetus”, “fertilized egg”, or a “clump of cells.”

The use of terms like these is the first step in reducing humans to the status of non-persons,” he added, saying history was replete with such examples.

Hitchborn referred to a clause within the U.S. Constitution prior to the enacting of the 13th amendment, where slaves were counted as three-fifths of a person. The agreement he said was a compromise with a culture that “viewed human slaves as property.” Proponents of slavery would claim that slaves were not people, and eugenicists of the 19th and 20th century would do the same thing, referring to those with disabilities or of certain ethnicities as “undesirables.”

Taken to its logical conclusion, these ideas led to the forming of the Nazi racial purity movement, which defined certain people as “subhuman” in popular propaganda.

The excuses, and they are excuses, for denying the humanity or personhood of individual human beings is done for one reason and one reason only: it is the only way to create a class of humans without any rights.”

Hitchborn said that Planned Parenthood, just like slave-owners, has to offer similar arguments dehumanizing or depersonalizing the unborn in order to justify their actions, with a motive for profit at the end of the line. Hitchborn told LifeSiteNews.com that “Planned Parenthood’s sole agenda is to gain money through the murder of children.”

Hitchborn pointed to a Planned Parenthood White Paper written in 1985 and republished in 2002 in response to the pro-life film “Silent Scream.” The paper argues that a “fetus” of 12 weeks gestation “cannot be compared in any way to a fully formed functioning person” – arguing that the unborn child’s dependency on his mother for survival, its undeveloped organs, and lack of conscious thought, means he does not merit the status of person.

“It is instead an in utero fetus with the potential of becoming a child.”

Planned Parenthood said they were responding to Silent Scream, because they feared it could jeopardize the “constitutional right to abortion” as well as “the lives and careers of abortion providers.”

“It really is a simple concept,” Hitchborn told LSN. “The only people making the argument that a human is not a person are those who want to create a class of subhumans that have no rights.”

Hitchborn praised the personhood initiative in Colorado, which is a ballot initiative to amend the State Constitution to recognize the personhood rights of all humans, from their biological beginning to their natural death. The amendment states: "the term 'person' shall apply to every human being from the beginning of the biological development of that human being.”

“The personhood initiative out in Colorado ties in perfectly with what [pro-life groups] are doing, because they are working on establishing an amendment that would recognize there is no do distinction between that which is a person and that which is a human,” said Hitchborn.

“They are establishing that we are all human, and that we are persons: that we all have a beginning and that beginning takes place in the womb, and not outside the womb, or some random spot on the spectrum by people who have an agenda to fulfill.

“There is no distinction between a person and a human, and the only people that make that distinction are those that have an agenda.”

View ALL’s full report with Michael Hitchborn here.


See previous coverage by LifeSiteNews.com:

Personhood Initiative Certified For Colorado Ballot
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10032904.html



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segunda-feira, outubro 18, 2010

Aborto: orar faz a diferença


September 27, 2010 (40DaysforLife.com) - We often receive stories that get straight to the heart of what 40 Days for Life is all about. This one comes from Steve in Charlottesville, Virginia:

40 Days for Life is upon us and sometimes it’s hard to muster the courage and energy to confront the dark cloud of abortion that hangs over this nation. However, occasionally a ray of light shines through the darkness to remind us that God is still there and His love is triumphant.

When I moved to Charlottesville this summer I met a couple men who had been standing outside of Planned Parenthood for years. In fact, one of them had been standing for so long that he was starting to question his service.

He said to me, “It’s very rare that I get any positive feedback.” I told him that it was a small town, but I knew from my experience in Houston that lives were being changed simply by the presence of men and women outside of the abortion clinic praying and handing out literature.

No sooner had he crossed the street than a woman pulled up into the Planned Parenthood parking lot and started yelling at me. At first I thought she angry with me. But then she told me she wanted to tell me something. She pointed to the back seat of her car and said she had a grandson in a car seat that was alive because people were standing outside of the clinic — and she wanted to say thank you.

I ran across the street to the parking lot where my friend was parked to tell him the good news. But God wasn’t done!

A week later a young woman pulled off the side of the road to tell me that she, too, had changed her mind because people were standing outside of the clinic.

This woman later sent Steve a note. Here’s what she said:

I’m not sure why I was so inclined to stop and speak to you but remember feeling like I needed to tell someone my story, someone who changed my thought process when I was trying to decide whether or not I should carry my child to term.

I cannot thank you and others like you enough for standing up for what you believe in, because had it not been for you all I may have made a horrible decision and terminated my pregnancy. My girl is my entire world, and everything I do now is so that I can create a better life for her.

Please, do not stop doing what you are doing. I know it may seem like your messages are falling on deaf eyes and blind eyes, but I can assure you that me and my daughter are proof of the power that you all have.

“So when your feet start to hurt and your back begins to ache,” said Steve, “just remember this baby is alive today because a group of people overcame their fears, anxieties, and personal plans to help others.”

Amen!

domingo, outubro 17, 2010

Cristãos brasileiros mostram a sua força

Uma das coisas que mais me alegrou nas eleições brasileiras foi a clara demonstração de força dos cristãos brasileiros. Glória a Deus!

Graças aos seus esforços persistentes de informar os irmãos acerca dos planos infanticidas de Dilma, esta não ganhou as eleições na primeira volta. Infelizmente a Dilma apercebeu-se do erro a tempo e agora tenta fazer-se passar por "cristã".

Pior que isso é ver pessoas da IURD (e não só) a fazerem-se passar por "evangélicos" como forma de tentar lavar a imagem da Dilma. Sim, porque se há instituição mundial em quem nós podemos confiar no que toca à questão do aborto, essa insituição é a IURD de Edir Macedo, o mesmo que gosta de falar de abortos.

Dr. Zenóbio Fonseca
Candidatos estão virando madre ou padre para convencer os cristãos.
Estamos vivendo um fenômeno eleitoral jamais visto numa eleição presidencial, onde os votos dos cristãos são disputados em todos os rincões do Brasil, e o motivo principal foi que uma “agenda de valores” tomou conta da pauta de discussão do rumo da nação.
Esse fato deve-se a melhoria do padrão de vida das pessoas carentes, onde a discussão principal era sobre condições basilares de sobrevivência, mas o amadurecimento da democracia tem gerado nos cidadãos a preocupação de discussões de valores inerentes á sua fé, que é guiada por princípios e dogmas, tal como aborto, ensino religioso ou “casamentos” de homossexuais.
Nesse caminho, acharam, como em outras eleições, que era possível ignorar a força numérica, eleitoral e demográfica da religião no Brasil, onde em sua grande maioria está estampado o vínculo cristão, e, em particular, a defesa da vida desde a concepção.
Daí, toda a gritaria na imprensa escrita e falada sobre o tema do aborto, pois nos últimos anos alguns grupos defendiam políticas públicas de descriminalização do aborto, ou seja, tornar o aborto (interrupção da gravidez) não punível pelo Estado, bem como instituir o chamado “direito de escolha” pelas mulheres, onde a mulher grávida poderia escolher livremente realizar o aborto e livrar-se do fruto do seu ventre.
Entretanto “esqueceram-se de combinar” com os cristãos que esse assunto não seria decisivo para eleger o próximo presidente.
O grande momento que estamos vivendo está fundamentado no princípio bíblico de conhecer a verdade e a verdade trazer libertação. As informações dos blogs e sites cristãos e vídeos temáticos postados no site YouTue inauguraram a “chamada onda crente” dos votos (e não onda verde como alguns afirmavam), onde os evangélicos descobriram a importância do voto consciente fundamentados em valores e dogmas de fé e cidadania. Tal fato fez a diferença, levando as eleições para o atual segundo turno de discussão.
Isso é tão cristalino que os atuais candidatos a presidente buscam os votos dos evangélicos e católicos, porque esse segmento está decidindo a eleição presidencial. O mais triste disso tudo é ver que tem candidato mudando de discurso tornando-se quase uma freira ou padre, para dizer que são cristãos desde que nasceram. De igual forma, alguns líderes seguem o mesmo caminho.
Uma coisa é certa: DEUS entrou nessas eleições presidenciais, ouviu a orações de muitos que não se curvaram ao sistema do poder temporal e os votos de cabresto estão com os dias contados dentro do segmento evangélico. Viva a informação e a autonomia do voto cristão.
Publicado no Jornal Unidade
Divulgação: www.juliosevero.com
Maldito o homem que confia no homem

domingo, outubro 10, 2010

O que o lobby infanticida não diz

sábado, outubro 09, 2010

Horripilante: aborcionistas apanhados com bebés abortados no congelador

A polícia fez uma rusga aos estabelecimentos de dois aborcionistas de Maryland e encontrou dúzias de bebés não nascidos em arcas congeladores.

As entidades de Maryland suspenderam as licenças dos dois "médicos" e ordenou que eles parassem de exercer Medicina no Estado. (WJZ)

O NC Register reportou:

Dois aborcionistas de Maryland (Dr. Steven Brigham e Dr. Nicola Riley) foram ordenados a parar de executar abortos em Maryland depois de uma mulher ter sido severamente ferida.

Subsequentemente, a polícia fez uma rusga às instalações em busca de registos médicos e, para seu horror, descobriram dúzias de bebés não nascidos guardados no congelador.

Depois do choque e dos sentimentos de repugna, a minha mente recuou alguns meses até um incidente que ocorreu por essa altura.

Isto seria uma história estranha e horrível se nunca tivesse ocorrido no passado, mas a alguns meses outro aborcionista (desta vez, em Filadélfia) foi apanhado com bebés abortados guardados em jarros.

Podem ver essa história de horror e nojo aqui.
As instalações do aborcionista Kermit Gosnell foram sujeitas a uma rusga no princípio deste ano, e o que se verificou lá é que as condições de higiene eram "deploráveis".
Mas eu pensava que legalizando o aborto, todas as mulheres teriam condições "excelentes" para matar os seus filhos, mas pelos vistos não foi isso que aconteceu.. Mesmo com o aborto legalizado, os abortos em condições bárbaras continuam. Parece que esse argumento era - como sempre acontece - falso.
As autoridades reportaram que "havia sangue no chão e partes do corpo de fetos abortados estavam dispostos em jarras".
Quando Deus é Removido da vida pública, quem sofre com isso são os mais frágeis da sociedade.

"Obrigado", feministas. A vossa cultura de morte está a reduzir o valor dum ser humano para o nível dum coelho, um rato ou um outro animal "digno" de ser exposto numa jarra.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós, especialmente de todos aqueles que não só oferecem os seus filhos para o sacrifício humano, como também daqueles que tem prazer na morte de inocentes.


Jérôme Lejeune, geneticist. Discovery the Down’s syndrome:
  • If a fertilized ovule is not in itself a human, it could not become one, because nothing is added to it.

Pode-se perguntar qual é a relação entre o aborto e o debate “evolução versus criação”, mas acho que é bem claro. A crença de que se pode remover o bebé de dentro do útero humano e deitá-lo fora como um pedaço de carne é uma das consequências da rejeição do Deus Criador.

Se as pessoas pensam que não são o resultado do Poder criativo de Deus, mas sim uma forma de vida que, por acaso, conseguiu sobreviver ao longo dos milhões de anos, então o aborto é perfeitamente aceitável.

Quem não aceita o que Deus diz na Bíblia, e o valor que Deus confere ao ser humano desde o momento da concepção, é mais susceptível de estar de acordo com o aborto do que aquele que aceita a Bíblia como a Palavra de Deus.

Não é por acaso que alguns dos países com incidência elevada de aborto são países que foram dominados pela ideologia ateísta com o nome de comunismo durante muitos anos.

Salmo 130:13-16
Pois possuíste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe. Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não Te foram encobertos, quando, no oculto, fui formado e entretecido, como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no Teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais iam sendo, dia a dia, formadas, quando nem ainda uma delas havia.

sexta-feira, outubro 01, 2010

Infanticidas ganham peso na União Europeia

Aparentemente qualquer dia vamos ser obrigados a fazer abortos mesmo que isso seja contra o nosso código moral. Isto é o que acontece quando os "revolucionários" chegam ao poder: a liberdade individual diminui.

A vitória da agenda política feminista e gayzista na União Europeia

A União Europeia prepara-se para retirar ao cidadão o direito à liberdade de consciência — e à objecção de consciência — no que respeita à prática do aborto.


No dia 7 de Outubro p.f. será aprovada uma moção no parlamento europeu que retira ao cidadão a sua liberdade de consciência; nomeadamente retira o direito à objecção de consciência por parte dos profissionais de saúde quando se trate da prática do aborto. Para isso, a União Europeia vai decidir que o aborto é um “direito” inalienável, tal como é um direito inalienável o acesso à alimentação básica; as duas situações — a alimentação básica e o aborto — são assim colocadas pela União Europeia em pé de igualdade e exactamente com o mesmo valor.

A partir do momento em que o aborto é classificado como um “direito” inalienável, os profissionais de saúde são confrontados com uma nova “ética” que coloca as suas posições e convicções pessoais em situação de colisão com “valores mais elevados” a favor do aborto livre. Assim, a objecção de consciência em relação ao aborto será considerada como “um atentado a um direito inalienável”, e portanto, preterida em termos “éticos”.

Isto significa, em termos práticos e que toda a gente entenda, que passará a ser médico ou enfermeiro somente quem não tiver convicções sólidas acerca da vida humana, e todos os que não reconheçam no aborto um “direito inalienável” serão convidados a sair da área da saúde. Os profissionais de saúde que tiverem objecção de consciência em relação ao aborto livre e progressivamente sem limite de tempo para abortar, passam a fazer parte de uma lista negra de tipo estalinista.

O conceito de “saúde reprodutiva das mulheres” — segundo o relatório McCafferty (elaborado por uma feminista radical e lésbica inglesa, de seu nome Christine McCafferty) que será apresentado no parlamento europeu a 7 de Outubro para aprovação — dizia eu, o conceito de “saúde reprodutiva das mulheres” passa a ser sinónimo literal de “aborto livre”, sem restrições de objecção de consciência de quem quer que seja.

A questão que se pode levantar é saber qual é a preocupação de uma lésbica em relação à gravidez das outras mulheres: não só as lésbicas se recusam a ficar grávidas por opção cultural, como querem impôr às outras mulheres o acesso livre e irrestrito ao aborto.

Passa, assim, a ser proibida a objecção de consciência; passa a ser proibido ao cidadão pensar pela sua própria cabeça; o marxismo cultural marca pontos, rumo a um totalitarismo que se torna cada vez mais distinguível e identificável, mesmo pelo cidadão menos esclarecido. O Francisco Louçã, o Jerónimo de Sousa e o José Sócrates, devem estar contentes.

segunda-feira, setembro 20, 2010

Edir Macedo: Gosto de falar sobre a matança de bebés

Porque eu sei isto, que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão ao rebanho; E que, de entre vós mesmos, se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.
Actos 20:29-30

Provavelmente algumas pessoas vão-se insurgir com o Júlio Severo por apontar o grave pecado que o Edir Macedo está a cometer ao suportar a matança de bebés, mas isso não importa muito. O que importa é mostrar não é agradar aos homens mas sim a Deus.

Importa também mostrar que nem todos que andam dentro das igrejas são discípulos de Cristo.

Bispo Edir Macedo assume publicamente preferência pelo aborto
Reinaldo Azevedo
Demorei um pouco para voltar, né? Por bons motivos, creiam. Vamos lá.
Vocês sabem que os petistas, liderados pelo camarada Franklin Martins — aquele que ri quando aborda a execução de um inocente seqüestrado — querem acabar com o que chamam poder da imprensa tradicional. O PT gosta de poderes não-tradicionais, como o de Edir Macedo, por exemplo, o auto-intitulado “bispo” da igreja que ele próprio criou, a Universal do Reino de Deus. Macedo também é o dono da Rede Record, que o PT considera exemplo de bom jornalismo.
A frase é minha: “O PT é a Igreja Universal da política, e a Igreja Universal é o PT da religião”. Esses dois “entes” têm uma maneira muito parecida de conquistar os seus “fiéis”, além da identidade de pontos de vista. O que vocês verão abaixo é absolutamente chocante, mas poderia servir de norte moral para as “feministas” do PT, que defendem o aborto. Aliás, Dilma também defende. Deu entrevistas expressando o seu ponto de vista. Na campanha, está escondendo a sua posição. Vejam trecho de uma palestra de Macedo. É assustador. Se não quiserem ver tudo, transcrevo trechos de sua fala em vermelho e comento.
0s-3s — “Eu ADORO (sic) falar sobre aborto, planejamento familiar”.
Bem, alguém que diz “adorar” falar sobre aborto se define, não? Mais: aborto não é considerado uma forma de planejamento familiar em nenhum lugar do mundo. Ao contrário: ele decorre justamente da falta de planejamento.
Macedo desenvolverá a tese, que certa vigarice economicista andou abraçando, segundo a qual a legalização do aborto eleva a qualidade de vida das sociedades, diminui a violência etc. Ainda que fosse verdade, é o caso de considerar que há um monte de idéias imorais que “funcionam”. Que tal eliminar, por exemplo, todos os portadores de uma doença infecto-contagiosa? Não duvidem de que o “problema” estará resolvido. Que tal suspender o tratamento de doenças crônicas de pessoas que já não são mais economicamente ativas? Vamos economizar bastante — e alguém ainda poderá dizer que investir nos jovens é muito mais “produtivo”. Esse raciocínio — de Macedo, de certos indecorosos que falam “enquanto economistas” e, no caso, dos abortistas de maneira geral — nada mais é do que a justificação do mal. Na defesa de sua tese, afirma este homem de Deus entre 10s e 20s que o aborto nos conduz a uma sociedade com
“(…) menos violência (!!!), menos morte (!!!), menos mortalidade infantil (!!!), menos doenças (!!!), menos, enfim, todo o mal (!!!) que nós temos visto em nossa sociedade”
Impecável! Se a gente mata os fetos, é certo que haverá menos mortalidade infantil, não é mesmo? Macedo defende o aborto porque ele quer “menos violência” — logo, aborto não é violência. Ele quer “menos morte” — logo, o aborto não é “morte”… Como aborto também não é vida, então ele não é nada! Para este pastor de almas, não deve haver diferença entre um feto e gases intestinais.
2min25 — Quando você casa, você tem um empreendimento. Quando você tem um filho, você entra em outro empreendimento (!)
Não faltará pensador vagabundo no Brasil que verá nessa fala de Macedo, que chama filho de “empreedimento”, ecos de Max Weber e do “espírito protestante e a ética do capitalismo”. Não! Isso não é Weber, não! Trata-se de algo bem mais antigo…
4min — Eu pergunto: “O que é melhor? Um aborto ou uma criança mendigando, vivendo num lixão?” O que é melhor? A Bíblia fala que é melhor a pessoa não ter nascido do que ter nascido e viver o inferno. Eu sou a favor do aborto, sim. E digo isso alto e bom som, com toda a fé do meu coração”. E não tenho medo nenhum de pecar. E, se estou pecando, eu comento este pecado consciente. Se, eu não acredito nisso. É uma questão de inteligência, nem de fé. Lá em Nova York, depois que foi promovida a lei sobre o aborto, a criminalidade diminuiu assustadoramente. Por quê? Porque deixou de nascer criança revoltada criminalidade diminuiu (…)
Vamos lá:
— Vamos à primeira indagação: qualquer ser humano decente tem apenas uma resposta: melhor é a vida! Como ela é remediável, será sempre superior às coisas sem remédio, como a morte — em especial a morte de quem não pode se defender. A defesa do aborto é um absurdo lógico, derivado de uma imoralidade essencial: só um vivo pode fazê-la, se que é me entendem.
— É mentira! A Bíblia não endossa o aborto coisa nenhuma. Macedo tem em mente este trecho:
“Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele”.
O “bispo” faz uma alusão estúpida, bucéfala, ignorante e rasteira ao Eclesiastes (6,3). É no que dá uma teologia mais jovem do que o uísque que eu bebo. Afirmar que há, no trecho, endosso ao aborto é pura delinqüência teológica e bíblica. O aborto é empregado apenas como um extremo da fealdade. Não há endosso. É o exato oposto, Macedo!!!. Aprenda a ler, sujeito!!! Apela-se ao extremo, ao nefando, só para encarecer as dificulddes de uma vida sem Deus.
Essa história da queda do crime em Nova York por causa da legalização do aborto é uma das bobagens do livro “Freakonomics”, de Steven Levitt e Stephen J. Dubner. Já se provou que o erro da tese se sustenta também num erro de conta. Pesquisem a respeito. Boa parte das afirmações desses dois, diga-se, se sustenta numa falha lógica já apontada pelos escolásticos, cuja síntese é esta, em latim: “Post hoc, ergo propter hoc” - ou seja: “Depois disso; logo, por causa disso”. Como a queda na criminalidade se seguiu à legalização do aborto, então ela aconteceu POR CAUSA da legalização. A verdadeira revolução da política de segurança da cidade não deve ter tido nenhuma influência, não é mesmo? Ora, seria o caso de tentar explicar por que, por exemplo, imigrantes que chegam de países que vivem numa verdadeira anomia social se tornam respeitadores da lei em Nova York… Não deve ser por causa do aborto. Deve ser porque as leis funcionam.
Macedo, de todo modo, é mesmo um revolucionário da religião. Num livro aí que escreveu, chamou os antigos hebreus de “cristãos”. No dia 13 de outubro de 2007, ele concedeu uma entrevista à Folha. Leiam uma pergunta e uma resposta:
FOLHA — Alguns políticos então da base da Igreja Universal, como o bispo Rodrigues, foram atingidos em cheio pelos escândalos do primeiro mandato de Lula. A corrupção não é um pecado imperdoável?
MACEDO — Jesus ensina que o único pecado imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito Santo. Para os demais, há perdão se houver arrependimento.
Entendi!
— O Deus de Macedo pode perdoar os culpados, mas não perdoa os fetos inocentes.
— O Deus de Macedo pode perdoar alguém que já pecou, mas é favorável à eliminação prévia de alguém que, segundo ele, corre o risco de pecar.
— Assim, para que possa continuar a perdoar os pecadores, o Deus de Macedo prega a eliminação dos puros.
Macedo se tornou a grande referência dos petistas em duas áreas: a verdadeira Lula News é a TV Record. A de Franklin dá traço; a de Macedo tem alguns telespectadores. E ele é também um guia espiritual do partido, especialmente do seu “coletivo de mulheres”, ou algo assim, que se mobilizou há dias para defender, junto à candidatura Dilma, uma vez mais, a legalização do aborto. Legalização a que ela já se disse favorável.
Uma outra revolução já está sendo gestada, esta na cultura: Tiririca tem tudo para ser o norte estético do poder caso Dilma se eleja. Afinal, na arte da representação, ele é tão requintado quanto é Macedo nos mistérios da teologia.
O grande milagre brasileiro

domingo, setembro 19, 2010

Aborcionistas mexicanas conseguem a libertação de assassinas

Parece que a definição de aborto não é bem aquilo que as aborcionistas nos dizem. No México um grupo de mulheres deu à luz crianças saudáveis e depois mataram-nas. Obviamente foram presas por isso. Os grupos aborcionistas dizem que elas foram presas por motivo de "aborto".

Espera lá! Mas o aborto inclui seres humanos que já estão fora do corpo da mulher? Até quantos dias depois do nascimento ainda é "aborto" e quando é que passa a ser "assassínio"? Infelizmente as aborcionistas não dizem.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
GUANAJUATO, México, 2 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Sete mulheres condenadas por infanticídio foram soltas pelo governador do estado de Guanajuato e por um juiz estadual depois de uma campanha imensa feita por grupos pró-aborto, que transformaram o caso delas num assunto amplamente discutido nos meios de comunicação nacionais.
O governador Juan Manuel Oliva também anunciou uma iniciativa legislativa para reduzir a pena criminal para o infanticídio entre 25 e 35 anos de prisão, para entre três e oito anos.
A decisão de soltar as mulheres ocorre depois de semanas de pressões feitas por organizações pró-aborto, membros do socialista Partido da Revolução Democrática (PRD) e dos meios de comunicação nacionais, os quais repetidamente afirmavam que as mulheres haviam realmente sido presas por “aborto”.
Hortensia Aragón Castillo, secretária geral do PRD, diz que não está satisfeita com as reformas legais propostas pelo governador Oliva, afirmando que “esquivam-se da questão central, que é a criminalização do direito de as mulheres decidirem sobre seus próprios corpos”.
Investigações feitas pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, bem como o comissário de direitos humanos do estado, não produziram nenhuma evidência de que as mulheres haviam sido condenadas por aborto deliberado. Contudo, grupos pró-aborto continuaram a insistir em que todas as sete mulheres presas por “assassinato por motivo de paternidade”, o termo legal no México que se refere a infanticídio, são inocentes da acusação.
Entre as que vão ser soltas está María Araceli Camargo, de 26 anos, condenada por infanticídio depois de dar a luz uma criança e abandoná-la para morrer numa latrina rural. De acordo com o jornal La Jornada, Camargo afirmou que achava que tinha diarreia, mas em vez disso deu a luz um bebê de 53 cm de comprimento, tamanho médio dos recém-nascidos, enquanto estava na latrina.
Em sua reportagem, La Jornada diz que Camargo cortou o cordão umbilical e abandonou o bebê, então foi até sua família afirmando que não estava se sentindo bem. Médicos do hospital para onde ela tinha sido levada reconheceram imediatamente que ela havia dado a luz, e alertaram os promotores, que encontraram a criança no fundo da latrina, com matéria fecal em seu sistema respiratório. Os promotores concluíram depois de uma autopsia que o bebê havia nascido saudável, com plena expectativa de vida. Camargo foi sentenciada a 26 anos de prisão, mas agora será solta depois de cumprir 8 anos.
Alma Yareli, solta recentemente pelo juiz estadual Miguel Valdez Reyes, havia sido condenada por infanticídio depois de dar a luz seu bebê de terceiro trimestre, o qual ela havia concebido num caso de adultério. Yareli afirmou que deu a luz o bebê prematuramente, e morto, numa banheira, e disse que ela foi motivada por medo quando o colocou num saco e o deixou numa rua, de acordo com o jornal Correo, de Guanajuato. Os promotores concluíram que o bebê de Yareli tinha morrido de hipotermia depois do nascimento.
Catorze outras mulheres estão atualmente sendo processadas pelo ministério público por crimes semelhantes, de acordo com reportagens dos meios de comunicação locais, embora haja dúvidas sobre o que será agora do caso delas.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10090301
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

sexta-feira, setembro 03, 2010

Como lidar com infanticidas (aborcionistas)


sábado, agosto 21, 2010

Relatório ridicularizando dor fetal mostra chocante falta de base acadêmica

Outra coisa não seria de esperar por parte daqueles que promovem o genocídio de bebés.
Patrick B. Craine
LONDRES, Inglaterra, 29 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um relatório foi divulgado recentemente pelo Conselho Real de Obstetras e Ginecologistas (CROG), com sede em Londres. O relatório tem a intenção de mostrar que as crianças em gestação não sentem dor antes de 24 semanas e virou manchete internacional nos últimos dias. Mas de acordo com líderes pró-vida, o estudo ignora evidências fundamentais e é pouco mais que uma tentativa de promotores do aborto de enganar o público.
A questão da dor fetal recebeu exposição significativa no começo deste ano nos EUA depois que uma lei monumental foi promulgada em abril pela assembléia legislativa de Nebraska restringindo o aborto depois de vinte semanas. A tão chamada “Lei de Proteção aos Bebês em Gestação que Podem Sentir Dor” foi uma resposta ao crescente consenso de que os bebês em gestação sentem dor nessa fase, ou até mesmo antes.
Na Inglaterra, o aborto por razões sociais é restrito depois da 24ª semana de gestação (abortos eugênicos são permitidos até o momento do nascimento), embora tenha havido debates nos últimos anos sobre reduzir esse limite em 2 ou 4 semanas. Tal medida foi apoiada pelo primeiro ministro David Cameron, que disse em abril que “Penso que o modo como a ciência médica e a tecnologia se desenvolveram nas últimas décadas significa realmente que seria prudente um limite mais elevado de 20 ou 22 semanas”. Contudo, o novo relatório do CROG está sendo agarrado pelas forças anti-vida como evidência de que não há razão “científica” para reduzir o limite do aborto.
Mas a Dra. Mary Spaulding Balch, diretora de legislação estadual para o Comitê Nacional de Direito à Vida (CNDV), diz que: “Um especialista objetivo em neurobiologia ficaria horrorizado com a chocante falta de base acadêmica do artigo do CROG”.
Ela observou que um dos autores é realmente um médico que faz abortos, enquanto que o resto deles são em grande parte promotores do aborto.
Os autores do relatório repudiam a noção de dor fetal antes das 24 semanas com base no fato de que os bebês em gestação não têm uma conexão completa de nervos com o córtex cerebral antes das 24 semanas. Mas Spaulding Balch disse que isso ignora o estudo de grande influência de 2007 da revista médica Behavioral and Brain Sciences (Ciências Comportamentais e Cerebrais) intitulado “Consciência sem um córtex cerebral”.
De acordo com esse estudo até mesmo “crianças que não têm virtualmente nada do córtex cerebral experimentam dor”, disse ela.
“Ironicamente, o artigo admite a evidência de que com 20 semanas receptores de dor estão presentes em toda a pele do bebê em gestação”, continuou ela, “que esses receptores estão ligados mediante nervos ao tálamo e a lâmina subcortal, e que essas crianças coordenaram reações aversivas a estímulos dolorosos, e experimentam mais hormônios de estresse com isso”.
Paul Tully, secretário geral da Sociedade para a Proteção das Crianças em Gestação (SPCG), com sede em Londres, observou que o limite de 24 semanas no aborto social é uma “tentativa de desviar a atenção do assunto principal” em qualquer caso.
“A afirmação do CROG sobre bebês não sentindo dor antes das 24 semanas ignora completamente a questão: Por que os médicos aborteiros ficam fazendo esse tipo de argumento quando apóiam o aborto de bebês até o momento do nascimento?”
Tully diz que a sugestão de que os médicos que realizam abortos não estão causando a dor da criança ao matá-la é simplesmente “um modo de negar que o que eles estão fazendo é maligno e eles sabem disso”.
“O CROG está tentando descobrir uma zona de comodidade para seus membros. Não está preocupado com os direitos e as vidas dos bebês assassinados”.
“O CROG sabe melhor do que a maioria das pessoas como esses bebês são maravilhosos, sensíveis, complexos e belos em toda a fase do desenvolvimento da concepção em diante”, disse ele. “A vida não começa na metade da gravidez; começa na concepção”.
Veja o relatório do CROG aqui.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Nebraska Enacts First-Ever Abortion Ban Based on Fetal Pain
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10041309.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10062906.html

domingo, agosto 15, 2010

Feminista aborcionista: "Devemos estar preparadas a matar pela causa"

Ás vezes as feministas revelam ao mundo o quão macabras são as suas intenções para com a vida indefesa. Reparem também que o aborto é apenas um método para se atingir um fim. Elas não se preocupam com as vidas que são perdidas uma vez que para os esquerdistas "os fins justificam os meios".

Lembrem-se também que são pessoas deste calibre moral que querem ter poder sobre os vossos filhos através do sistema de ensino/indoutrinação estatal.

Original
"O abortamento de 200.000 bebês no Reino Unido a cada ano é o mal menor, independente de como se defina vida ou morte. Se você está disposta a morrer por uma causa, deve estar prepara a matar por ela também."
Assim escreveu a feminista abortista Antonia Senior em uma coluna no jornal Times, de Londres. Em países do primeiro-mundo, onde o tal "problema de Saúde Pública" não faz mais parte da mistureba enganadora abortista, resta-lhes defender o aborto por aquilo que ele realmente é. E é por isto que Antonia Senior pode ser sincera e chamar a matança anual de 200.000 seres humanos de "mal menor".

A sincera feminista, em dado momento de seu artigo, depara-se com a questão da definição do início da vida:
"O que está bastante claro para mim, na ausência de uma objetiva definição, é que um feto é uma vida, seja por qualquer medição subjetiva. Minha filha foi formada na concepção, e toda aquela mal compreendida alquimia, o acidental encontro de um espermatozóide com um determino óvulo, tornou-se minha querida filha, tendo sua personalidade já impressa naquele momento. Ela é ela mesma de forma única -- formada em meu útero, não pela minha criação."
Ou seja, filtrando o determinismo biológico que achei mal colocado, não resta dúvida que a feminista Antonia Senior admite que a vida humana inicia na concepção. Mas isto não a impede de, logo no parágrafo seguinte, ir direto ao ponto que ela quer defender:
"Qualquer outra conclusão é uma mentira conveniente que nós, no lado pró-escolha [N. do T.: eufemismo para "pró-aborto"] do debate dizemos a nós mesmos para que nos sintamos melhor com a ação de tirar uma vida. Aquela pequena coisa em forma de cavalo-marinho flutuando pelo útero é o milagre da vida em crescimento. Em um útero que não o deseja não é uma vida, mas um feto -- e, desta forma, pode ser morto."
"Mentira conveniente"!!! Aqui ela deita por terra até mesmo os argumentos de seus companheiros pró-aborto que insistem em retirar do fruto da concepção seu status de vida humana. Ela é extremamente sincera: é vida humana sim!

No entanto, para ela, o que determina se esta vida humana pode ou não fazer parte de sua estatística de "mal menor" é o simples desejo da mãe. Para a feminista, é a mãe que determina, em qualquer momento da gestação, se ela quer chamar o que vai em seu ventre de vida ou de "feto", o que é a senha para que ser humano que ali vai possa ser morto.

Confuso? Claro que é! Isto não faz qualquer sentido... Porém, é admirável a sinceridade da feminista ao admitir que o lado pró-aborto engana-se ao acreditar em suas próprias "mentiras convenientes"; é admirável que, mesmo à falta de uma objetividade maior sobre o que é a vida (segundo suas palavras), ela admita que na concepção temos já uma vida humana; e é estarrecedor que ela atropele tudo isto para eleger a "vontade da mãe" como uma força maior que o direito à vida de seu filho -- uma vida humana! -- em seu ventre.

É por isto que dizer que aborto é um "problema de Saúde Pública", este mantra produzido por ONGs abortistas e repetido à exaustão por políticos dos mais variados matizes, é simples cortina de fumaça, simples "mentira conveniente" que esconde a real face da luta pró-aborto, que é a suplantação do fundamental direito à vida de um ser humano inocente e frágil pelo direito de que uma mãe escolha a vida ou morte de seu filho.

Já em países como o Reino Unido não há tanto a necessidade de enganar a população, e feministas abortistas como Antonia Senior podem muito bem falar que os pró-aborto têm que estar dispostos não apenas a morrer por sua causa, mas a matar também por ela, pois isto, em última instâcia, é o que o aborto é.

Esta é a essência do movimento pró-aborto: a luta pelo direito de matar seres humanos inocentes e frágeis, cujo único "crime" foi estar no ventre de uma mãe que não o deseja.

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Fontes:
LifeSiteNews
University of Toronto - Students for Life

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