quarta-feira, agosto 31, 2011

Os axiomas tipológicos e a imaginação de Darwin

O padrão empírico da natureza existente conforma-se de um modo notável com o modelo tipológico (vêr este postal). Os axiomas tipológicos básicos - que as classes são absolutamente distintas, que as classes possuem traços diagnósticos únicos e que esses traços diagnósticos estão presentes de um modo fundamentalmente invariante em todos os membros da classe - aplicam-se universalmente em toda a esfera da vida.

Consequentemente, a isolação das classes é invariavelmente absoluta e as transições para um traço característico [que nunca ocorreu] são normalmente abruptas e o fenómeno da descontinuidade encontra-se através de todo o reino dos seres vivos.

Mesmo se um certo número de espécies fossem reconhecidas pela biologia como intermédias, possuindo sistema de órgãos perfeitamente transicional no sentido requerido pela teoria da evolução, isto não seria suficiente para validar o modelo evolutivo da natureza.

Para refutar a tipologia e validar de um modo seguro as alegações evolutiva, seriam necessárias centenas ou mesmo milhares de diferentes espécies, todas intermédias em termos da sua biologia geral, fisiologia e anatomia dos seu sistema de órgãos.

De acordo com alguns evolucionistas, as bases filosóficas e ideológicas por trás do modelo tipológico (Criação Bíblica) podem ser alegações metafísicas descabidas, mas a verdade é que o padrão da biodiversidade ajusta-se de um modo perfeito com o modelo tipológico.

Devido a isto, é fácil de entender a resistência que Cuvier e Agassiz ofereceram às teorias evolutivas dos seus tempos. Aquilo que eles observavam no padrão da natureza estava de acordo com a sua interpretação anti-evolutiva dos dados.

A rejeição da evolução por parte dos grandes biólogos do século 19 não foi um recuar perante os dados empíricos; eles apenas e só não viam qualquer tipo de evidência para a ordem sequencial do padrão da natureza - e isto eles consideravam essencial antes de alguém sugerir o conceito da evolução orgânica a partir dos factos da biologia.

Nesta história toda, se havia alguém que rejeitava os dados, esse alguém era Darwin - o mesmo que admitiu não ter qualquer tipo de evidência empírica sólida para qualquer tipo de transformação evolutiva que ele postulava terem acontecido no passado.

Foi Darwin, o evolucionista, que admitiu numa carta a Asa Gray que "a imaginação tem que preencher as enormes falhas". (Darwin, C. (1858) numa carta a Asa Gray, 5 de Setembro de 1857, Zoologists, 16; 6297-99, ver p6299).


Modificado a partir do livro "Evolution: A Theory in Crisis", página 117.

segunda-feira, agosto 29, 2011

Avanços científicos ignoram desilusões de Darwin

Em Novembro do ano passado (2009), o Museu de Ciências de Londres publicou uma lista com as 10 maiores invenções científicas. Esta lista foi o resultado dos votos de cerca de 50 mil pessoas, às quais se pediu que a sua escolha levasse em consideração o impacto da invenção no passado, no presente e no futuro.


A máquina de raios-X ficou em 1º lugar, com cerca de 10 mil votos. Ela possibilitou, pela primeira vez, a visualização do interior do corpo humano sem que fosse preciso abri-lo.

A medicina foi um dos campos que recebeu mais votos, colocando duas outras invenções no topo da lista: a penicilina, em segundo lugar, e a descoberta da estrutura do DNA, em terceiro.

As 10 maiores invenções de todos os tempos:

1. Máquina de raios-X
2. Penicilina
3. Modelo do DNA
4. Nave Apollo 10
5. Foguete V2
6. Locomotiva a vapor ‘Rocket’
7. Computador ACE
8. Máquina a vapor
9. Carro Ford T
10. Telégrafo

CONCLUSÃO

É impressão minha ou não existem sinais da teoria da evolução nesta lista? É claro que não. A ciência progride aparte da teoria da evolução. A teoria da evolução só é importante nos campos criados para a explicar: paleoantropologia, biologia evolutiva, etc.

Como membro da Academia Nacional de Ciências, Philip Skell escreveu que a importância científica da teoria da evolução vai para além da realidade:

Recentemente perguntei a 70 eminentes investigadores se teriam feito o seu trabalho de maneira diferente se acreditassem que a teoria de Darwin estava errada. As suas respostas foram todas a mesma: “Não”.
(Philip Skell, “Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology,” The Scientist (August 29, 2005).)

(Ver: Evolucionista sobrevaloriza importância da teoria da evolução)

Ao contrário do que alguns evolucionistas afirmam de forma religiosa, a teoria da evolução nunca foi nem é necessária para a ciência. A Ardi só foi considerada a descoberta científica mais relevante do ano de 2009 porque foi a Science quem fez a escolha, a mesma revista que , na altura, publicou 17 páginas sobre esse achado. Não seria de esperar outra coisa da Science a não ser que ela puxasse a brasa à sua sardinha.

Ninguém no seu perfeito juízo iria preterir um avanço médico por uma história da carochinha.

A ciência não precisa da teoria da evolução para subsistir e progredir. A teoria da evolução precisa da autoridade científica para conseguir fingir alguma credibilidade. A teoria da evolução é como um parasita que precisa de se apegar ao hospedeiro para conseguir sobreviver, prejudicando-o e atrasando o seu desenvolvimento (Ver exemplos: 1,2,3).

Vêr também:

Avanços tecnológicos não dependem da fé em Darwin

sábado, agosto 27, 2011

Avanços tecnológicos não dependem da fé em Darwin

"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus — Cristo,
Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência."
Colossenses 2:2-3

É notável que haja evolucionistas que tentem validar a sua mitologia religiosa comparando-a com o sucesso das invenções tecnológicas. O seu argumento é o de que o criacionismo, ao atacar a teoria da evolução (e por implicação - segundo os evolucionistas - a "ciência"), está a impedir o progresso tecnológico uma vez que esse progresso depende da mesma metodologia que valida a teoria da evolução.

Mas não é difícil notar que os avanços tecnológicos não dependem em nada dos delírios de Darwin nem da "metodologia evolucionista" (seja lá o que isso fôr). Computadores, telemóveis, telefones, aviões e viagens à Lua não dependem de nada que tenha a ver com a evolução pelo simples facto da teoria da evolução ser uma história sobre o passado e não algo necessário para o dia a dia do biólogo.

Isto é feito óbvio pela existência de uma extensa comunidade científica que não tem fé na teoria da evolução - mesmo em áreas relevantes para a mesma (microbiologia, etc).

De facto - e para surpresa de muitos - avanços nas áreas da tecnologia e da transportação aérea foram feitos por cientistas criacionistas:

  • O criacionista Robert Boyle (1627–1691) é o pai da Química moderna e um dos cientistas que demoliu a teoria aristotélica dos quatro elementos. Para além disso, Boyle financiou palestras em defesa do Cristianismo e patrocinou missionários e traduções Bíblicas.
  • Telemóveis dependem de teoria da radiação electromagnética cujos fundamentos dependem do trabalho do criacionista James Clerk Maxwell (1831–1879).

  • Máquinas computacionais foram inventadas por Charles Babbage (1791–1871), que pese embora não fosse um criacionista Bíblico era um criacionista no sentido lato. Ele acreditava que "o estudo dos sistemas da natureza com precisão científica era uma preparação necessária e indispensável para entender e interpretar o seu testemunho em favor da Sabedoria e Bondade do Autor Divino".

  • Os irmãos criacionistas Orville (1871-1948) e Wilbur Wright (1867-1912) inventaram o avião depois de estudar o design que Deus tinha posto nas áves.

  • A teoria das órbitas planetárias foi inventada por Johannes Kepler (1571–1630), famoso por alegar que as suas descobertas eram o resultado de "pensar os Pensamentos de Deus em conformidade". Kepler definiu a data da criação como tendo acontecido a 3992 a.C., data próxima dos cálculos do Bispo Ussher.

  • A teoria da gravidade e as leis da inércia, essencial para as alunagens, foram descobertas pelo criacionista Isaac Newton (1642/3–1727).

  • O programa de alunagem foi liderado por Werner von Braun (1912-1977), que acreditava no Designer e opunha-se à teoria da evolução. Para além disso, um criacionista Bíblico, James Irwin. andou na Lua.

Conclusão:

Será a teoria da evolução fundamental para os avanços tecnológicos que possuímos hoje? Analisando as evidências históricas, podemos dizer com firmeza que não. A importância da teoria da evolução não pode ser encontrada dentro da actividade científica mas sim dentro da ideologia naturalista.

terça-feira, agosto 23, 2011

Baleias evoluiram rapidamente excepto quando não evoluiram rapidamente


As baleias evoluíram bastante depressa mas depois esqueceram-se de evoluir durante milhões de anos. Num estudo que alega que "As baleias evoluíram variadas formas e tamanhos de um modo explosivamente rápido" Brett Israel escreveu para a Live Science que "As baleias evoluíram num piscar de olhos". Supostamente esta evolução aconteceu há 35 milhões de anos atrás, mas durante os 25 milhões de anos seguintes, a sua evolução parou. Estranho, sem dúvida.

Durante um período de 5 milhões de anos, "quase como um piscar de olhos" segundo, Graham Slater da UCLA, algo dramático ocorreu:

A evolução da baleia iniciou. Havendo as baleias começado basicamente com o mesmo tipo de corpo, elas evoluíram para tudo desde as "porpoises" (um tipo de golfinho) para as baleias azuis. Isto num período de 5 milhões de anos.
Esta hipótese (ou fábula - como quiserem entender) é conhecida por “Explosive Radiation Hypothesis” (algo como o big bang mas aplicado às origens das baleias). Dentro destas novas formas de vida que surgiram como resultado desta radiação explosiva vieram coisas como a sonda usada pelos golfinhos, cérebros maiores e interacções sociais complexas.

E como, perguntam vocês? Através da evolução, claro.

Quaisquer que tenham sido as condições que permitiram as baleias modernas persistir, permitiram que elas tivessem evoluído para formas de vida únicas e díspares. Esses nichos [ecológicos] foram, na sua maioria, mantidos durante a maior parte da sua historia.
Quem fala assim é Michael Alfaro. Ele é um evolucionista e um perito na UCLA. Ele deve saber do que fala.

Ciência ou mitologia?

Vamos lá a por os pontos nos i em torno desta "Hipótese da Radiação Explosiva": um mamífero do tamanho de um cão entrou nos mares há cerca de 48 milhões de anos atrás e tornou-se numa baleia genérica há cerca de 35 milhões de anos atrás. Posteriormente, e numa fracção de tempo semelhante a um piscar de olhos (5 milhões de anos), aparecem (explosivamente) os variados tipos de baleias e os variados tipos de golfinhos nos mares.

Quem foi que deu a essas formas de vida sondas, bocas compostas por cerdas de material queratinoso com a função de filtrar a água e recolher o alimento e a sociabilidade complexa? A evolução, pois claro.

Não era suposto a evolução ser uma acumulação gradual de numerosas e sucessivas pequenas modificações? Então o que é que aconteceu?

Essas diferenças provavelmente já estavam nos seus lugares há 25 milhões de anos atrás, pelo menos, e durante milhões de anos, elas não mudaram muito.
Assim falou o oráculo do evolucionista Slater.

Portanto, a radiação da evolução das baleias criou sistemas tão complexos como a sonda sub-aquática no espaço de 5 milhões de anos, mas durante 25 milhões de anos, nada mais aconteceu debaixo do sol (ou debaixo da água, neste caso).

A evolução, portanto, gera complexidade num curto espaço de tempo, excepto quando não gera nada de novo durante um longo período de tempo.

Faz sentido, certo? Evolutivamente, talvez, mas cientificamente não.

segunda-feira, agosto 22, 2011

Central Criacionista

Foi feito um blogue que une alguns blogues em português que se dedicam à defesa da veracidade do Livro de Génesis. O mesmo é meramente informativo (não aberto a comentários).

Se souberem de mais algum que achem que seria um contributo positivo para a lista, deixem o link na caixa de comentários do blogue "Darwinismo".

Central Criacionista.

domingo, agosto 21, 2011

Sem evolução durante "550 milhões" de anos

De vez em quando acontece nós lermos "notícias evolutivas", e imaginar o que seria se os redactores removessem os óculos naturalistas. Neste artigo nós ficamos a saber que foram "descobertos três mil microrganismos semelhantes aos de há 550 milhões de anos".

Exactamente. Durante os supostos 500 milhões de anos, dinossauros vieram e foram, mamíferos surgiram sabe-se lá donde, baleias apareceram de animais terrestres, mas... o microrganismo conseguiu ficar essencialmente na mesma durante.... 500 milhões de anos.

Cientistas mexicanos descobriram no deserto de Cuatro Ciénegas, no Norte do México, perto de três mil microrganismos com características muito semelhantes aos de há 550 milhões de anos, que podem desempenhar um papel-chave no estudo da evolução.
Mais uma descoberta que provavelmente vai "iluminar certos aspectos da teoria da evolução".


O artigo não diz como é que a descoberta de seres vivos totalmente funcionais vai servir de evidência para a teoria que afirma que as formas de vida tem uma origem não-inteligente. Mas isso já seria pedir demais aos evolucionistas.
Esta espécie de "parque jurássico" das bactérias encontra-se num habitat de quase 400 poças de água, no qual foi mantido um sistema alimentar parecido ao que existiu há milhões de anos.
Daí se infere que, como o habitat era essencialmente o mesmo (segundo os evolucionistas), elas não tiveram necessidade de evoluir. No entanto, no caso da girafa e de outros animais que vivem lado a lado a ela, embora fizessem parte do mesmo ecossistema, ela (a girafa) sentiu pressão evolutiva suficiente para evoluir pescoços mais longos (com todas as mudanças daí inerentes).

Portanto, a teoria da evolução tem o mesmo peso científico que a frase "se não chover, então vai fazer Sol".

O que vemos são bactérias plenamente vivas e adaptadas [observação], que têm origem nas que há milhões de anos existiram ali, mas não sabemos se são muito ou pouco iguais [interpretação/especulação].
Metade desta frase é científica e depende das observações. A outra metade é interpretação baseada em pressuposições não confirmadas. Esta é uma das formas que os evolucionistas usam para manter a ilusão de rigor científico em torno da sua religião.

É importante saber o que foi observado e demonstrado, e separar o mesmo daquilo que é uma interpretação baseada no naturalismo.

Através do seu estudo podemos entender como foi a origem da vida e a diversidade biológica da Terra.

Não se entende como é que o estudo de formas de vida que, segundo os evolucionistas, estão essencialmente na mesma há mais de 500 milhões de anos pode-nos ajudar a entender "como foi a origem da vida".

Reparem como a discussão sobre a origem da vida flui naturalmente quando se fala em evolução. O artigo não tem a menor dificuldade em juntar a teoria da evolução com o estudo da origem da vida porque as duas estão umbilicalmente ligadas. Normalmente os evolucionistas costumam ser cuidadosos em distinguir uma da outra (devido ao manifesto fracasso das versões naturalistas sobre a origem da vida), mas, obviamente, essa separação é só para o público


A ciência só tem a ganhar com este tipo de descobertas, mas contrariamente ao que os nossos amigos evolucionistas possam afirmar, este tipo de observações não servem de evidências para os mitos de Darwin.

Se já é difícil de acreditar que a vida teve uma origem não-inteligente, mais ridículo é aceitar que microrganismos que normalmente possuem um tempo de vida mais curto tenham ficado essencialmente na mesma durante mais de 500 milhões de anos. Não se esqueçam que enquanto estes microorganismos se "esqueciam de evoluir", todo o resto da biodiversidade "emergiu".

Ridículo.

Salmo 92:6 - O homem brutal nada sabe, e o louco não entende isto.

Vêr também:

1. Teorias evolutivas sobre a origem da vida anulam-se mutuamente

quarta-feira, agosto 17, 2011

Olho Biónico

Então disse eu: Ai de mim, que vou perecendo! porque eu sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios: e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!
Isaías 6:5

O olho humano é uma maravilha biológica. Charles Darwin, na sua vã tentativa de explicar a origem da diversidade biológica apelando apenas a forças não inteligentes, considerou a vista um dos maiores desafios à sua teoria. Ele disse:
Supôr-se que o olho com todas as suas inimitáveis especificidades para ajustar a focagem em relação a distâncias, admitir quantidades diferentes de luz e para a correcção de aberrações esféricas ou cromáticas, poderia ser formado pela selecção natural, parece, devo confessar, um absurdo de grau elevado.
A citação não pára aqui uma vez que ele "explicou" como a selecção natural poderia formar o olho, mas nós podemos saber o porquê dele ter escrito estas palavras pelo título: "Órgãos com Perfeição e Complexidade Extrema".

A complexidade e perfeição do olho leva a que, até hoje, tenha sido impossível reproduzir as suas funções artificialmente. Corações artificiais, rins (embora fora do corpo), e ouvidos (implante coclear) estão bastante disseminados em termos de uso médico - mas os olhos não.

Mas isto está à beira de mudar.

Naquilo que é um feito notável, uma equipa de oftalmologistas e engenheiros conseguiu restaurar parcialmente a visão de cegos usando um engenho electrónico que age como um substituto da retina. Os resultados foram reportados no artigo do Professor Eberhart Zrenner, Director do "Institute for Ophthalmic Research" em Tuebingen - Alemanha.

O implante consiste num pequeno painel com a dimensão de 3 x 3.1 mm, contendo uma disposição de 38 x 40 de 1,500 micro-fotodiodos sensíveis à luz. Estes sensores detectam a luz e controlam a saída ("output") duma corrente eléctrica pulsante. Quanto mais forte fôr a luz, mais forte é a resultante corrente.

Cada sensor possui o seu próprio microeléctrodo e estes são colocados em contacto com as células nervosas da retina (com o nome de "células bipolares"), o primeiro passo do caminho entre o olho e o cérebro.

Os sensores, portanto, imitam a forma como as células foto-receptoras do olho normalmente funcionam, transformando a luz num padrão de impulsos eléctricos.

O implante não é um olho artificial completo. Depende ainda dum globo ocular intacto, duma retina intacta com células bipolares operacionais e um nervo óptico para transportar a informação para o cérebro. Isto significa que esta tecnologia é útil em formas de cegueira causadas pela danificação selectiva das células foto-receptoras.

No entanto, e infelizmente, tal tipo de cegueira é bastante comum. Retinitis pigmentosa é uma doença que causa perda progressiva de visão à medida que as células foto-receptoras se degeneram e eventualmente morrem.

Há várias formas deste tipo de desordem - cada uma delas causada por mutações em genes distintos. Em algumas pessoas, a perda de visão é gradual e elas conseguem vêr durante a maior parte das suas vidas. Em outras pessoas, a mutação rapidamente termina em cegueira total. É estimado que cerca de 400,000 americanos sofram de alguma variação desta doença.

Zrenner e a sua equipa implantaram o engenho em 3 pacientes, todos eles tendo nascido com uma visão normal mas tendo ficado totalmente cegos devido a degeneração da retina. Dois deles sofriam de retinite pigmentosa enquanto que o terceiro possuía uma doença similar.

O procedimento cirúrgico foi, naturalmente, bastante delicado. Envolveu a inserção de um tubo metálico por trás e dentro dum dos olhos do paciente (através do qual o implante foi colocado no sítio).

O chip vem conectado a um cabo que providencia a energia através duma bateria externa. Isto permite também que o paciente controle a sensibilidade dos eléctrodos - essencialmente ajustando a claridade da imagem para compensar as alterações nos níveis de luminosidade. Isto é algo que o olho faz tão naturalmente e sem esforço maior que nós nem nos apercebemos.

Resultados prácticos:

E então o que é que aconteceu? Todos os 3 pacientes readquiriram a visão até um certo nível. O paciente 2, um homem de 44 anos com retinitis pigmentosa, experimentou os benefícios mais dramáticos. Ele começou a perder a sua visão com a idade de 16 anos. O primeiro problema que ele notou foi dificuldade em vêr à noite - um sintoma inicial comum.

Aquando da altura do estudo, ele era virtualmente cego, embora fosse capaz de identificar de que direcção vinha a luminosidade.

Conclusão:

É sempre bom quando a ciência ignora a mitologia darwinista, e produz algo de bom para o conforto do homem.

O olho biónico, embora uma excelente obra de design e engenharia, não se compara com a complexidade, especificidade e brilhantismo dos sistemas de visão existentes na natureza - todos eles bem para além do que qualquer ser humano pode criar.

Será válida a interpretação evolucionistas dos dados, quando as evidências apontam na direcção contrária, para os Braços do Criador? Será lógico aceitar que as nossas cópias sejam o resultado de excelente design, mas o original seja o resultado de forças não inteligente?

Quem tem olhos para vêr, que veja a irracionalidade dos militantes evolucionistas.

segunda-feira, agosto 15, 2011

O racismo dos evolucionistas


A teoria da evolução ao serviço do racismo.
Num período futuro, não muito distante quando medido em séculos, as raças humanas civilizadas vão certamente exterminar e suplantar as raças selvagens por todo o mundo. ~ Charles Darwin.
Claro Darwin pertencia à "raça" que ele descrevia como "raça civilizada".
Nenhum homem racional, conhecedor dos factos, acredita que o negro comum é igual, e muito menos, superior que o homem branco ~ Thomas Huxley
Thomas Huxley foi chamado de "Darwin's bulldog" porque foi ele quem anunciou a mitologia da evolução por toda a Inglaterra quando Darwin se retirou da vida pública.

O credo do eugenismo foi fundado na ideia da evolução ~ Francis Galton
Francis Galton era o primo do Darwin.

De todos os problemas que terão de ser encarados no futuro, na minha opinião, o mais difícil vai ser aquele relativo ao tratamento das raças inferiores da humanidade. ~ Leonard Darwin.
Não muito politicamente correcto, sr Leonardo.

No estado mais baixo do desenvolvimento mental humano estão os Australianos, algumas tribos da Polinésia, os Bosquímanos, os "Hottentots", e algumas tribos Negras ~ Ernst Haeckel.
Ernest Haeckel foi o darwinista ateu que inventou a "lei biogenética" (que nunca chegou a ser lei alguma), e que mentiu descaradamente sobre o desenvolvimento dos embriões.

O Fuhrer alemão é um evolucionista, tal como eu tenho dito consistentemente. Ele tem conscientemente tentado que a Alemanha esteja de acordo com a teoria da evolução.~ Arthur Keith

sábado, agosto 13, 2011

Evolucionistas reclassificam Archaeopteryx


Há já algum tempo que os evolucionistas consideram o Archaeopteryx um "elo perdido" entre as áves e os dinossauros. No entanto, depois de análises recentes a uma distinta criatura fossilizada, pesquisadores chineses concluíram que o Archaeopteryx não foi a primeira áve a evoluir, mas sim algo mais parecido com um dinossauro.

Esta nova categorização demonstra de forma bem óbvia a falta de suporte científico das interpretações evolutivas dos fósseis.

O Archaeopteryx possuía características únicas que os distinguiam da maioria das áves actuais, tais como dentes e uma longa cauda. No entanto, este animal possuía traços cardinais que definem as áves: penas para voar, asas, pés próprios para aterrar e osso esternal. (eng: "wishbone").

Baseados nestas características desde o século 19 que os cientistas identificavam o Archaeopteryx como uma áve e não como um réptil. Um livro evolucionista popular declarou que o Archaeopteryx era uma "áve primordial" da qual as áves modernas descendem (Perrins, C. 1979. Birds: Their Life, Their Ways, Their World. New York: The Reader's Digest Association).

Obviamente que os dados científicos não mostram que o Archaeopteryx evoluiu de algum réptil nem que o mesmo evoluiu para os modernos pássaros. O mesmo não tinha propriedades verdadeiramente transicionais tais como estruturas metade escamas, metade penas. Em vez disso ele possuía penas totalmente formadas iguais às penas que as áves modernas têm.

John Morris, presidente do "Institute for Creation Research" escreveu o seguinte no seu livro de 2010 The Fossil Record:

Não é suficiente o Archaeopteryx ter algumas características esqueléticas em comum com os répteis uma vez que isso verifica-se com todas as áves e todos os mamíferos em existência. Será que isto implica descendência comum?
(Morris, J. D. and F. J. Sherwin. 2010. The Fossil Record)

O novo fóssil.

O que é que levou a que o Archaeopteryx fosse redefinido do grupo das áves para essencialmente o grupo dos dinossauros? Curiosamente, isso aconteceu depois duma equipa de pesquisa ter revisto um novo fóssil encontrado na China — Xiaotingia zhengi—e terem formulado uma árvore evolutiva que levava em conta as características do novo fóssil.

Os métodos usados usados para a construção de tais árvores filogenéticas - as tais que mostram relacionamentos evolutivos - são inteiramente subjectivos. Devido a isto, não é surpreendente que a nova árvore esteja em conflito com as árvores de outros evolucionistas (Thomas, B. and F. Sherwin. Darwin's Withering Tree of Life).

Os autores chineses, que publicaram os seus resultados no jornal evolucionista Nature, afirmaram que a sua análise dos traços característicos colocam o Archaeopteryx "dentro dos Deinonychosauria" pese embora o facto do "Archaeopteryx ser colocado no grupo Avialae por virtualmente todas análises filogenéticas numéricas." (Xu, X. et al. 2011. An Archaeopteryx-like theropod from China and the origin of Avialae. Nature. 475 (7357): 465-470).

Dito de outra forma: os resultados destes pesquisadores estão em oposição ao "consenso" evolutivo ao mover o Archaeopteryx duma categoria que incluía áves extintas para uma categoria separada que inclui uma mistura evolutiva ainda maior de dinossauros e áves extintas.

A Nature News reportou

A análise de traços característicos sugere que o Archaeopteryx não é de todo uma áve.
(Kaplan, M. Archaeopteryx no longer first bird. Nature News. Posted on nature.com July 27, 2011, accessed July 28, 2011)
Da forma como esta "descoberta" está a ser apresentada, ficamos com a impressão que, depois de 150 anos a analisar os espécimenes fósseis, os evolucionistas descobriram novos traços no Archaeopteryx - traços esses que demonstram que o mesmo não é uma áve. Mas a "análise" nada mais foi que uma comparação de um conjunto de detalhes esqueléticos, todos processados através de algoritmos que foram pré-configurados para mostrar relacionamentos evolutivos - mesmo que tais "relacionamentos" se fizessem notar pela sua ausência.

Isto significa que a reclassificação foi baseada num estudo "viciado" à partida por assumpções evolutivas em vez duma análise honesta do fóssil que foi reclassificado.

Conclusão:

Na verdade, o Archaeopteryx continua a ser aquilo que sempre foi: nada mais que uma áve extinta. Ele não é nem de perto nem de longe um fóssil transicional - algo que, segundo a mitologia evolutiva, a maioria dos fósseis deveria ser.

Só dentro da religião evolutiva é que um animal pode ser reclassificado para outra categoria taxonómica não através da examinação directa das suas características mas sim através da análise dos traços duma criatura totalmente diferente.

E é esta teoria que supostamente nos faz vêr que Deus não é o Criador? Sinceramente, se a teoria da evolução é o melhor que os naturalistas/humanistas/militantes ateus conseguem inventar, então se calhar está na hora deles procurarem alternativas.

"E esta nova descoberta altera por completo tudo o que te foi ensinado àcerca da origem da vida.

Esperem! Uma descoberta ainda mais recente muda totalmente o que acabei de reportar..."


Órgãos vestigiais: a ignorância científica dos evolucionistas

Até hoje, acreditava-se que a retirada das amígdalas e do apêndice não representasse nenhum risco de saúde, a não ser, é claro, os que envolvem todo procedimento cirúrgico. De qualquer maneira, não havia muito com o que se preocupar.

Um grande estudo feito na Suécia, analisando os registros de saúde de todo cidadão nascido entre 1955 e 1970, mostra que a remoção cirúrgica do apêndice e das amígdalas (também conhecidas como tonsilas) antes dos 20 anos aumenta o risco de sofrer um ataque cardíaco prematuro em 33% (apendicite) e 44% (amigdalite), respectivamente.

O risco ainda aumenta significativamente quando tanto as amígdalas quanto o apêndice são removidos. No entanto, não houve associação com o risco evidente das operações realizadas em pessoas acima de 20 anos de idade.

O estudo evidencia que a remoção, com efeitos a longo prazo, incide no sistema imunológico e altera o risco para algumas doenças autoimunes. Estudos revelam que entre 10 e 20% de todos os jovens têm as amígdalas ou apêndice removidos em decorrência de infecções.

A causa para o aumento do risco pode estar no fato de que tanto o apêndice quanto as amígdalas são órgãos linfóides e, portanto, componentes do sistema imunológico do corpo, embora de modesta importância. Como parecem ter sua função reduzida após a adolescência, a retirada depois dos 20 anos não aumenta o risco de problemas cardíacos significativamente.

“Pode-se antecipar que a remoção cirúrgica das amígdalas e do apêndice tem consequências sobre a imunidade, com efeito a longo prazo sobre as doenças coronarianas”, afirma Imre Janszky, do Departamento de Saúde Pública da Ciência do Instituto Karolinska, em Estocolmo.

Publicado nesta quarta-feira no periódico médico European Heart Journal, a pesquisa acompanhou os pacientes que tiveram amígdalas ou apêndices removidos por meio dos registros durante 23,5 anos, em média, cruzando as ocorrências de ataques cardíacos fatais ou não fatais.

“Estávamos cientes de que nenhum outro estudo estava avaliando os efeitos potenciais de apendicectomia ou amigdalectomia no risco de doença coronariana ou aterosclerose. Já há algumas evidências de que a remoção do baço, outro órgão linfoide secundário, também está associada com aterosclerose acelerada e aumento do risco cardiovascular”, conclui Janszky.

(Veja)

Nota: Faltou apenas dizer por que não se considerava arriscado retirar o apêndice e as amígdalas. No caso específico do apêndice (e de outras cerca de 80 partes do corpo humano hoje sabidamente úteis), até há não muito tempo, os darwinistas o consideravam um “órgão vestigial”, ou seja, que havia sido útil a nossos ancestrais, mas que acabara perdendo sua função. Nada mais falso. E outra mitologia evolutiva caiu por terra.

"A ignorância humana com relação às funções específicas dessas estruturas não prova que elas não têm função. É mais provável que, nos pouquíssimos casos restantes, um estudo mais intensivo revelará – como aconteceu no passado – as funções específicas realmente realizadas por esses órgãos supostamente inúteis.

Na verdade, muitos desses órgãos tidos como vestigiais não são apenas exemplos pobres de evolução; são também modificações degenerativas ou possivelmente o resultado de mutações prejudiciais" (A História da Vida, p. 74).[MB]

Fonte

quinta-feira, agosto 11, 2011

Galáxia "velha" encontrada em área "jovem" do universo

"Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou."
Êxodo 20:11

Devido à duração de tempo que a luz remota demora a chegar a Terra, quanto mais afastado um objecto está, o mais afastado no tempo ele parece estar. Portanto, olhar através dum telescópio é como olhar para o passado.

Se a cosmologia naturalista do Big Bang está correcta, então os objectos tão afastados de nós que aparentam terem sido feitos logo após ao Big Bang deveriam ter uma aparência aleatória, dispersa e "imatura". Mas o que os astrónomos encontraram foi uma galáxia inteiramente madura num segmento distante do espaço.

Uma das últimas coisas que os crentes no Big Bang esperariam encontrar é uma galáxia "antiga" com margens bem definidas numa parte do universo tão afastada da Terra. Essa galáxia está tão longe que foram necessárias lentes gravitacionais para a detectar.

Lentes gravitacionais ocorrem quando o espaço entre um objecto distante e a Terra é distorcido por uma massa enorme - neste caso, o aglomerado galáctico de Abell 383.

A viagem da luz a partir de objectos distantes segue o espaço distorcido, resultando em duas imagens idênticas de tal objecto. Para além disso, a sua luz é acelerada pela massa interveniente, fornecendo assim uma luminosidade ainda maior para o tal objecto.

A nova estrela foi formada "apenas 200 milhões de anos depois do big bang", segundo a publicação Astronomy Now Online. Johan Richard, que descreveu a galáxia na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, comentou:

Isto é um desafio às teorias em torno do quão cedo as galáxias se formaram e evoluíram durante os primeiros anos do universo.
TRADUÇÃO:
"Isto é um desafio às teorias NATURALISTAS em torno da origem do universo".
Mas em vez de colocar em questão a linha temporal da formação das galáxias, esta descoberta deveria ser levada como um desafio geral a todas as teorias em torno da formação estelar.
Não, Johan, esta descoberta não é um desafio a TODAS as teorias em torno da formação estelar. Esta descoberta só é um desafio às teorias que dependem do mitológico Big Bang. A ciência e o relato Bíblico das origens do universo não são minimamente afectadas com esta descoberta.

Semelhantemente, Richard e os seus co-autores declararam:

Interpretando isto de forma directa, a presença de uma larga divisão óptica e uma inferida população estelar madura (∼800 [milhões de anos]) apenas a mil milhões de anos depois do big bang é um desafio.
"Desafio" é um declaração que não reflecte bem a gravidade da descoberta para a cosmologia Big Bang. "Inexplicável" ou "contraditória" são palavras que talvez se ajustem melhor a esta galáxia especialmente se levarmos em conta que os autores do artigo não explicaram este "desafio" dentro da cosmologia big bang.

De acordo com a concepção comum da evolução estelar, 200 milhões de anos não é tempo suficiente para que os gases aleatoriamente distribuídos pelo Big Bang se unirem e formarem estrelas e galáxias.

Conclusão:

Porque é que galáxias "velhas" são encontradas em zonas "jovens" do espaço"? Estendendo o conceito por trás da Mensagem Biótica (que a vida biológica foi feita com uma mensagem embutida em si), a explicação mais lógica é que isto foi feito precisamente para refutar qualquer teoria naturalista para a origem do universo.

Galáxias maduras encontradas em zonas distantes do universo faz todo o sentido se o universo foi criado por Deus mas não faz sentido nenhum se o mesmo é o resultado dum mitológico big bang.

Fonte


terça-feira, agosto 09, 2011

O impacto dum pai na vida do filho

Sinais de stop genéticos impossibilitam evolução

E, naquele dia, Eu separarei a terra de Gosen, em que meu povo habita, a fim de que nela não haja enxames de moscas, para que saibas que Eu Sou o Senhor, no meio desta terra.
Êxodo 8:22

As moscas da fruta, sujeitas a mais de um século de intensa investigação, não cessam de revelar segredos. Num estudo publicado em 1980, o cerne dos genes da mosca da fruta foi alterado, um a um, e a resultante pletora de moscas mortas provou que não havia espaço para a adição das mutações fundamentais para a evolução.

Os pesquisadores descobriram agora outra forma de desmantelar a mosca. A diferença é que em vez de se removerem genes, os cientistas removeram sinais de "stop" genéticos.

Os genes, que são sequências de ADN que codificam proteínas, são uma minoria do ADN total das moscas e dos humanos. O gene da mosca da fruta que os pesquisadores analisaram (com o nome de polo) possui dois sinais de stop. Estes marcam os sítios do ADN onde a cópia deve parar de modo a que o RNA mensageiro resultante e as proteínas tenham o tamanho certo.

Suspeitava-se que o sinal de stop duplicado servia de segurança dupla para que o gene fosse copiado de forma correcta. Devido a isso, os investigadores removeram o segundo sinal de stop, assumindo que o mesmo seria supérfluo.

No entanto, de acordo com notícia proveniente do Instituto Português de Biologia Molecular e Celular "os resultados foram surpreendentes e mais dramáticos do que seriam de esperar".

A coordenadora da equipa de pesquisa, Alexandra Moreira, disse:

Quando construímos a mosca usando apenas o primeiro sinal de stop, os resultados são letais. . . . Quando o segundo sinal de stop é removido, as moscas da fruta nasciam com um abdómen mal formado e o resultado foram insectos mortos.
A pesquisa fornece dois argumentos em favor da Ciência da Criação - argumentos que também mostram que as moscas nunca poderiam ser o resultado de um processo fundamentado na tentativa e erro.
  • Primeiro, em adição ao código para as proteínas transportada nos genes, esta sequência de stop genético é necessária para que qualquer mosca da fruta possa sobreviver. Por outras palavras, os genes e o ADN regulador fazem parte do sistema tudo-ou-nada.

Esta aparato está em contradição directa com a noção evolucionista da mosca ser o produto de um acréscimo gradual das suas partes. Se a mosca só funciona com os dois sinais de stop genéticos, então quando ela apareceu na Terra, ela já os possuía (isto é, foi criada assim).

Alexandra Moreira afirmou que ambos os sinais de stop são requeridos para que haja "uma regulação eficiente dos níveis das proteínas resultantes." O número correcto de proteínas tem que ser expresso durante o desenvolvimento embrionário.

  • Segundo, estes resultados são acrescentados à sempre-crescente lista de sequências de ADN reguladoras que não codificam para proteínas mas são mesmo assim vitais.

Aparentemente, uma vasta maioria do genoma dos organismos está altamente regulada e densamente cheia de informação, e, desde logo, incapaz de tolerar muitas mutações sem se deteriorar. Isto é exactamente o contrário de que seria de esperar se a evolução fosse o caminho através do qual as formas de vida vieram a existir.

Sem as evolutivamente necessárias mas cientificamente inexistentes mutações acrescentadoras de informação genética, o suposto "motor" da evolução depara-se com uma parede para além da qual não consegue atravessar.

Da mesma forma que o volante condiciona a direcção para onde o carro caminha, o número e a posição dos sinais de stop genéticos no ADN da mosca regulam a produção de proteínas durante o seu desenvolvimento. Em ambos os casos, a remoção do sistema regulador faz com que o sistema inteiro se torne inútil (tentem conduzir um carro sem forma de regular a sua direcção).

Conclusão:

Da mesma forma que os efeitos da remoção do volante dum carro demonstra que mesmo é o resultado de engenharia propositada, a remoção de apenas um destes sinais de stop da mosca demonstra que toda a mosca é sem dúvida o resultado de engenharia propositada.

Até hoje ainda não foi encontrado Melhor Candidato para o posição de Engenheiro Biológico que o Deus da tradição Judaico-Cristã.

Fonte


"Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço Estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos."
Jeremias 27:5

Darwin disse que se houvesse um sistema natural que não pudesse ser o resultado de um processo gradual, a sua teoria teria que ser rejeitada.

Pois bem; a ciência já demonstrou a existência de muitos sistemas que nunca poderiam ser o resultado dum processo gradual e faseado. Não está na hora dos evolucionistas reconhecerem o erro e rejeitarem a mitologia neodarwinista?

domingo, agosto 07, 2011

Evolucionista: "Eu Não Sei Qual É a Razão do Percurso do Nervo Laríngeo Portanto o Mesmo Evoluiu"

O que primeiro começa o seu pleito, justo parece; mas vem o seu companheiro e o examina.
Provérbios 18:17

O ateu Mallmal desafiou-me a explicar o motivo da travessia do nervo laríngeo. Segundo o argumento Teológico proposto pelos ateus, "Deus nunca faria algo assim" portanto isto é o resultado do mitológico processo evolutivo.

Não deixa de ser curioso o facto dos ateus esperarem que os cristãos sejam capazes explicar as motivações de Deus ao construir algumas estruturas biológicas da forma que são, mas ao mesmo tempo, eles são incapazes de explicar como é que uma única célula pode ser o resultado de forças não inteligentes. Nós temos que conhecer as intenções do Todo Poderoso, mas eles nem capazes são de explicar a origem de uma célula. Este duplo padrão é muito revelador.

Outra coisa a levar em conta pelo desafio do Mallmal é que, ao contrário do que muitos ateus dizem, quando se discute a origem das espécies só há duas opções: criação ou evolução. Isto é evidenciado pelo facto do Mallmal assumir que "mau design" é evidência contra Deus, e desde logo evidência a favor da evolução.

Ora, se isto é assim, então o reverso também é perfeitamente lógico: evidência contra a evolução é evidência a favor da criação. O curioso é que os ateus já não aceitam esta última parte; ou seja, embora para eles seja válido que evidências contra Deus sejam evidências a favor da teoria da evolução, evidências contra esta última nunca podem ser evidências a favor de Deus. Dito de forma científica, "caras eu ganho, coroas tu perdes".

O nervo laríngeo recorrente (NLR) no homem é encontrado ramificando-se a partir do 10º (décimo) nervo craniano na cavidade do peito. Os 12 nervos cranianos fazem parte do elegantemente arquitectado sistema nervoso autonómico que controlam involuntariamente os processos corporais, incluindo a digestão, o batimento cardíaco e a respiração. Nem o Mallmal nem o Homero Ottoni nos deram uma explicação científica sobre a origem não-inteligente de um sistema nervoso que funciona involuntariamente. Talvez eles sejam capazes de fazer isso num futuro próximo?

Os ateus evolucionistas alegam que o Criador é um "Mau Designer" por ter colocado o NLR a dar uma volta para dentro do peito, fazendo um loop em volta de um ligamento do pulmão antes de voltar a laringe.

Foto tirada do blog Mallmal

Segundo o agnóstico evolucionista Michael Denton "O nervo laríngeo recorrente faz um loop em torno da aorta e volta à laringe em vez de fazer uma travessia directa."1Por outras palavras, "Porque não estender o nervo directamente do cérebro para a laringe?"

Antes de colocar aqui uma resposta, os cristãos devem-se lembrar que a lista de "mau design" proposta pelos ateus é sempre provisória. A sua fé de que é "mau design" é exacerbada pela sua falta de conhecimento científico. Num passado não muito distante os evolucionistas consideravam o apêndice como um órgão vestigial mas a ciência refutou a sua crença. Se voltarmos o tempo atrás veremos que os evolucionistas tinham uma lista bem extensa de supostos órgãos vestigiais mas à medida que a ciência avançava, essa lista foi ficando cada vez mais pequena.

Os evolucionistas são um dos poucos grupos deste mundo que usa a sua falta de conhecimento como evidência a seu favor. Eles essencialmente dizem "Eu não sei qual é a função desta estrutura biológica e como tal ela evoluiu!". Será isto lógico?

Exemplos do imaginado "mau design" inclui também o supostamente mal arquitectado polegar do urso panda. O falecido ateu marxista S. J. Gould2 repetidamente citou esta estrutura mas esqueceu-se de informar que o panda aparenta estar a viver muito bem com este suposto "mau design".

Em décadas mais recentes os evolucionistas ateus como o Clinton Richard Dawkins tem vindo a afirmar que a retina do nosso sistema de visão está "construída ao contrário". Se o Criador existisse Ele certamente não construiria esse sistema de forma a que a orientação das células foto-receptoras estivesse de forma a que a sua parte sensorial estivesse direccionada em oposição à fonte de luz.

Hoje em dia nós ouvimos cada vez menos este argumento. Porquê? Porque os cientistas que de facto percebem sobre o funcionamento da visão demonstraram que o aparato visual está construído exactamente da forma que deveria estar de forma a receber os fotões (luz) e direccionar os impulsos através dos nervos ópticos para a parte traseira do cérebro, onde elas são convertidas em imagens.

Aliás, se o nosso sistema de visão fosse construído da forma que os evolucionistas imaginam, nós seríamos cegos!

Então e o nervo?

Porque é que o Criador criou NLR com essa volta toda? Para os biólogos ateus, baseados na sua fé na teoria da evolução, isto é estranho e desnecessário, mas os cientistas cristãos e os médicos que estão a investigar este aparato possuem algumas teorias. Ao contrário dos ateus que qualificam isto de "mau design" e imediatamente se recusam a estudar uma possível função para essa volta, os verdadeiros cientistas estão a procura de respostas científicas. Isto mostra como a teoria da evolução é um impedimento para o avanço científico.

Existem ramos do NLR que passam por cima e por baixo da laringe (ambos ramificam-se a partir do vago) e isto poderia permitir alguma preservação de função em caso de algum se danificar. Redundância informacional é evidência de bom design. O NLR passa muito perto da base da aorta e provavelmente a variação do diâmetro da aorta pode alterar a função do NLR.

Claro que os campos da neuro-anatomia e fisiologia são uma afronta para a teoria que postula uma causa não inteligente para a biosfera (evolução). A origem da impressionante complexidade da vida não é algo que esteja ao alcance de processos naturais não inteligentes.

Os evolucionistas que expliquem ao mundo o aparecimento e a evolução gradual do cérebro humano enquanto os criacionistas tentam descobrir um motivo para a viagem do NLR. Acho que mais cedo nós teremos uma resposta científica para a última do que para a primeira.

Conclusão:

Daquilo que pude verificar e pesquisar, não há respostas definitivas em relação aos motivos que levaram Deus a construir o NLR com esta travessia, mas há algumas teorias testáveis. Assumir-se que é "mau design" e cruzar os braços não é resposta. É preguiça mental.

Como cristão e sabendo o Deus que eu tenho (que "Tudo faz bem" - Marcos 7:37) , eu posso fazer uma previsão científica: embora hoje não haja uma resposta definitiva para este percurso, um dia os cientistas vão descobrir os motivos para tal. O meu Deus não faz as coisas por acaso e se esta estrutura biológica está disposta desta forma, então há uma razão para tal. É nosso dever estudar, testar, pesquisar, perguntar até encontrarmos a resposta sobre a razão disto ser como é.

O meu desafio para o Mallmal é o seguinte: quando os cientistas descobrirem a razão deste percurso, estás disposto a fazer um post no teu blog e a reconhecer que foi a tua falta de conhecimento científico que te levou a assumir que isto é "mau design"? Ou será que vais ignorar os dados da ciência?

Eu dei-te a minha resposta o melhor que eu sei, reconhecendo que, de acordo com o que pude ver, ainda não há explicação científica para tal travessia. Espero que tu também possas ser honesto e reconhecer que a tua fé no ateísmo levou-te a ver "mau design" onde ele não existia.

Como vai ser, Mallmal? Fico à espera da tua resposta.


[ACTUALIZAÇÃO - 02-05-2010,14:00]

O Dr Jonathan Safarti diz em relação ao trajecto do NLR:

Acho que te estás a referir ao NLR, uma vez que, ultimamente, este argumento tem dado algumas voltas na boca de vários ateus, incluindo o Dawkins. É por isso que eu falo em algum detalhe acerca disto no meu último livro "The Greatest Hoax on Earth?"

O bem conhecido livro escolar "Gray's Anatomy" declara:

“As the recurrent nerve hooks around the subclavian artery or aorta, it gives off several cardiac filaments to the deep part of the cardiac plexus. As it ascends in the neck it gives off branches, more numerous on the left than on the right side, to the mucous membrane and muscular coat of the esophagus; branches to the mucous membrane and muscular fibers of the trachea; and some pharyngeal filaments to the Constrictor pharyngis inferior.”
Ou seja, Dawkins e os outros ateus apenas consideram o destino principal, a laringe. Na realidade, o nervo desempenha um papel importante em abastecer partes do coração, músculos da traqueia e membranas mucosas, e o esófago. Isto pode explicar o seu trajecto.
Tal como tinha sido dito, se o NLR está da forma que está, e tendo o mesmo sido o resultado de Design Inteligente, então seria de esperar alguma função para a sua trajectória. Segundo o dados médicos, a sua trajectória pode ser explicada como forma de abastecer as áreas por onde o NLR passa.

O que fica desta situação é o quão cientificamente estéril o ateísmo é. Enquanto o cristão se debruça sobre o problema e tenta encontrar alguma razão para as coisas estarem como estão, o ateu apenas diz que é "mau design" e perde toda a motivação em tentar descobrir a função.

Longe de ser um impedimento para a ciência, o cristianismo motiva as pessoas a tentar perceber o porquê das coisas funcionarem como funcionam. O ateísmo, por outro lado, é um beco sem saída.


Referências:
1. Denton, Michael J., Nature's Destiny, Free Press, 1998, p. 260.
2. Gould, S. J., "The Panda's Thumb of Technology," Natural History, January 1987, p. 14.

Algumas porções do texto foram traduzidas a partir do original.

sábado, agosto 06, 2011

A "infalível" sabedoria humana: bebé 'morto' chora ao ser preparado para funeral

Um grave erro médico pode ter custado a vida de um recém-nascido, julgado erroneamente morto e enviado para uma funerária na cidade de Araxá, no estado brasileiro de Minas Gerais. Foram os funcionários da funerária que perceberam que o recém-nascido, afinal, estava vivo, quando ele, ao ser preparado para o velório e o enterro, começou a chorar, dando um enorme susto em todos ao redor.

O bebé tinha nascido ao início da tarde de terça-feira no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Araxá, mas, pouco depois, os médicos comunicaram aos pais dele que o menino, que era prematuro, não tinha resistido e morrera. Como é habitual nesses casos, os médicos lavraram a certidão de óbito e o recém-nascido foi encaminhado para uma funerária da cidade.

Horas depois, após o choro que mostrou que estava vivo, o bebé foi novamente levado para o Hospital da Santa Casa, para espanto de todos que o tinham visto sair dali supostamente sem vida. Os médicos confirmaram, como não podia deixar de ser, que o recém-nascido estava realmente vivo, mas constataram que ele apresentava graves problemas respiratórios.

Como naquela unidade hospitalar não existe Centro de Tratamento Intensivo para crianças nem os meios necessários para atender devidamente um caso como aquele, o menino foi enviado para outro hospital numa outra cidade, o Hospital da Universidade do Triangulo Mineiro, na cidade de Uberaba, onde acabou por morrer na madrugada desta quarta-feira.

A polícia vai agora apurar se o bebé morreu devido a eventuais complicações decorrentes do parto prematuro e da saúde frágil, ou se o seu óbito foi uma consequência das muitas horas que esteve sem atendimento por ter sido considerado morto.

Fonte


Eventos como este demonstram de forma bem clara o quão limitado o nosso conhecimento é. Se em situações onde o sujeito está bem à nossa frente nós podemos determiná-lo como "morto" quando estava vivo, qual é a base lógica para se confiar nesse mesmo conhecimento humano em situações que nós não podemos testar empiricamente tais como o céu, o inferno (Mateus 25:41), criação, Dilúvio, anjos e demónios?

É o pináculo da nossa arrogância posicionarmos o homem como juiz em matérias que estão bem para além da análise empírica, especialmente quando já há Alguém com capacidade para tal. Mas como já sabemos, se há algo em que nós seres humanos somos bons é em julgar-mo-nos melhores do que realmente somos.

Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo,

Em Quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.

Colossenses 2:3

sexta-feira, agosto 05, 2011

Missão Impossível: A Borboleta Monarca

A borboleta monarca (Danaus plexippus) é uma borboleta (larga, laranja-e-preta) comum na maioria da América do Norte. A mesma é famosa devido a sua migração de e para as áreas invernais do México e Califórnia (National Geographic, vol. 150, no. 2, August 1976).

A monarca começa a vida como um ovo colocado por uma borboleta adulta nas plantas de uma serralha comum, a Asclepias syriaca. Inicialmente, ela é do tamanho da cabeça de um alfinete. Quando 3 a 12 dias depois, o ovo eclode, a pequena borboleta (ainda na forma de uma mini minhoca) possui 8 pares de pernas (de forma a movimentar-se na planta hospedeira) e uma boca arquitectada para mastigar pétalas (o que ela o faz de forma voraz). Mas só as plantas da serralha servem; nenhuma outra planta serve.

A serralha possui uma seiva branca e pegajosa que, embora altamente tóxica para os outros animais, não afecta a larva de borboleta de forma alguma.

À medida que a lagarta de borboleta vai comendo, ela vai crescendo. Passado algum tempo, ela fica demasiado grande para a sua pele, e como tal, a mesma divide-se e de dentro sai a lagarta com uma nova e mais espaçosa pele pronta a ser preenchida.

Durante cerca de duas semanas, isto é tudo o que a lagarta faz: come plantas, cresce, muda de pele, come mais plantas, cresce um pouco mais, muda de pele outra vez. Este processo vai-se repetir cinco vezes.

Finalmente ela pára de comer. De seguida ela encontra um lugar protegido, pendura-se de pernas para o ar, tece uma ligação em seda, e muda de pele mais uma vez. No entanto, desta vez o que sai de dentro desta nova pele não é uma larva maior, mas sim uma "embalagem" compacta, sem pernas, sem olhos e sem partes corporais visíveis chamada de pupa, encapsulada numa crisális. Não é multicolorida como a lagarta, mas é verde viva contendo manchas amarelo-dourado.

Embora do exterior não se descortine movimento algum, no seu interior há muita agitação biológica. O coração ainda bate, mas os restantes órgãos corporais assemelham-se a gelatina verde (enquanto toda a massa se reforma a ela mesma até se transformar numa criatura completamente diferente). A cor verde escurece até se transformar em castanho. Gradualmente a cor muda enquanto a crisália vai clareando. A dada altura, as cores laranja e preto podem ser vistas. São as cores da borboleta adulta.

Finalmente, e após cerca de duas semanas, a crisália abre-se e uma borboleta adulta emerge. Possui 6 pernas longas, uma boca que é um probóscide (usado para atingir o interior das flores de modo a ingerir o néctar das mesmas) e dois pares de asas enrugadas que rapidamente se expandem à medida que fluido é injectado nas suas veias. Enquanto elas se expandem, a borboleta lentamente agita-as para a frente e para a trás (com os seus recentemente adquiridos músculos para o voo) até que as mesmas se encontrem secas, e de modo a que elas, estendidas, fiquem rijas e prontas a voar.


Eis aqui a tua missão, caro evolucionista, caso a aceites:

Explica como é que a transformação acima descrita pôde ocorrer aleatoriamente, como o resultado de erros genéticos (filtrados pela selecção natural), sem propósito, sem inteligência envolvidas, guiada apenas pela sobrevivência do mais apto, à medida que uma criatura primitiva sem asas gradualmente evoluiu até se transformar numa borboleta voadora.

Qual é a fase do processo acima descrito (chamada de metamorfose completa) podes suspender por um bocado na sua evolução gradual? Se apenas uma enzima está em falta, como é que a transformação ovo-larva-pupa-adulta acontece? Tudo tem que estar presente, funcional, na altura certa, senão a criatura morre.

Ou tudo funciona ou nada funciona.

Mas não nos contes "estórias" da carochinha; oferece uma explicação científica que não seja descartada por um geneticista como ridícula.

Não chames a isto um "milagre da natureza" - a menos que estejas disposto a aceitar a existência de design inteligente e criativo no teu deus a que tu dás o nome de Natureza.

Não nos mostres como é que outras metamorfoses acontecem como forma de explicar esta metamorfose. Lembra-te: funcionamento não explica origem. O facto de explicares como é que um sistema funciona não serve de evidência para a forma que tu *pensas* ela veio a existir.

Mostra de forma lógica e coerente como é que *esta* metamorfose veio a existir de forma gradual, sem inteligência envolvida em nenhuma parte do processo.

Este texto não se vai auto-destruir!

Não temas, ó terra: regozija-te e alegra-te; porque o Senhor fez grandes coisas - Joel 2:21

Modificado a partir do artigo original

quarta-feira, agosto 03, 2011

Traça bloqueia sonar dos morcegos

Os engenheiros náuticos não são os únicos que podem perturbar o sonar do inimigo. Cientistas descobriram uma espécie de traça-tigre que frustra os planos dos morcegos esfomeados emitindo cliques ruidosamente altos para bloquear a habilidade de eco-localização do morcego.

Há muito que os pesquisadores sabiam que algumas espécies de traças enviam cliques em resposta ao sonar dos morcegos, mas até agora, ninguém tinha provado que os supracitados cliques tinham alguma influência no morcego.

O estudante de ecologia da Universidade Wake Forest Aaron Corcoran, (co-autor do estudo publicado na revista Science) declara:

A ideia da perturbação do mecanismo já circulava há cerca de 50 anos, mas ninguém havia colocado um morcego e uma traça juntas (numa sala de vôo) para vêr o que acontecia.
Corcoran e os seus colegas colocaram uma espécie específica de traça-tigre, a Bertholdia trigona, contra morcegos castanhos treinados a caçar numa sala de vôo.

Enquanto as traças foram capazes de emitir cliques, os morcegos não as conseguiram capturar (embora as traças estivessem presas e suspensas por uma corda).


Mas quando os cientistas perfuraram as estruturas produtoras de som da traça (impossibilitando-a de emitir os cliques), a traça rapidamente se tornou no almoço do morcego.


James Fullard da Universidade Toronto - que não esteve envolvido no estudo - afirmou:

Este é o primeiro bom caso sólido disto ocorrer . . . Para este morcego e para esta traça parece convincente que algum tipo de perturbação está a ocorrer.

Fullard afirmou que uma das coisas que torna este estudo tão excitante é que nem todas as traças que produzem cliques conseguem perturbar o sonar. Pesquisas prévias revelaram que duas outras variedades da traça-tigre produzem cliques que são demasiado tranquilos para interferir com a eco-localização dos morcegos.

Em vez disso, afirmou Fullard, estas traças provavelmente usam o clique como um aviso: uma vez que a maioria das traças que respondem com cliques são venenosas, os cientistas colocam a hipótese do clique servir de aviso: "Não me comas. Eu tenho um mau sabor".

Mas não só a traça B. trigona não é venenosa como se deve levar em conta que os pesquisadores da Wake Forest usaram morcegos jovens que não haviam tido ainda qualquer contacto com traças produtoras de cliques e portanto não haviam aprendido a equivaler os cliques com o mau gosto. Mesmo depois de tentativas múltiplas e em noites distintas, os morcegos não podiam capturar a traça B. trigona.

Corcoran afirma:

Estivemos em testes durante sete dias mas os morcegos nunca se habituaram. Eles foram imediatamente "desviados" pela traça através de toda a experiência.
Os mamíferos assustam-se facilmente, mas estes morcegos não parecem estar a ser afectados pelo susto.

Mecanismo desconhecido.

Os pesquisadores não sabem ainda como é que o sistema anti-sonar das traças funciona, mas eles possuem duas hipóteses:
  • Os cliques da traça provavelmente agem como ecos falsos - essencialmente forçando o morcego a vêr em duplicado
  • Ou então elas interrompem o eco do morcego, fazendo com que a presa pareça estar mais próxima do que realmente está.

Ao contrário das outras traças, a B. trigona parece estar particularmente construída [por Quem?] para perturbar o sonar do morcego uma vez que consegue produzir 4,500 cliques por segundo. Um barulho quase constante é importante porque previne que o morcego oiça o eco do seu próprio sonar.

O perito em eco-locação Bill Conner, líder do projecto, misturou verdadeira ciência com mitologia evolutiva ao afirmar:

Se a temporização for acertada, se um clique chegar ao morcego na janela dos 2 milisegundos antes da chegada do eco verdadeiro, isto vai desviar o software de mapeamento do morcego . . . . Por isso é que pensamos que este animal tenha evoluído sons que cobrem todo o tempo acústico.
Esta referência à teoria da evolução está totalmente fora do contexto uma vez que até agora falamos de estruturas que envolvem planeamento, sofisticação, design e interdependência. Nada disto requer a intromissão de Darwin.

Conner continua:

Se ouvirmos as gravações, as traças fazem cliques o tempo todo e isso aumenta de forma significativa as probabilidades de alguns cliques serem assimilados na janela temporal precisa.
O grupo descobriu a traça B. trigona numa floresta do Equador, mas ficaram felizes por haverem descoberto a mesma forma de vida em regiões tão a norte como o Arizona.

Fonte


A única menção que é feita em todo o texto à mitologia neodarwinista é a que foi ressalvada logo na altura. Como se pôde ver, ela era totalmente desnecessária para o avanço do nosso conhecimento.

Este tipo de pesquisa revela mais uma vez que a inferência para o design é a que melhor explica a origem dos sistemas e sub-sistemas presentes nas formas de vida. Tentar encontrar uma força não-inteligente que consiga gerar sistemas de emissão, recepção e análise de som é claramente um empreendimento cientificamente ridículo.

A tragédia da ciência actual é que há centenas de pessoas um pouco por todo o mundo que passam o seu tempo (e o nosso dinheiro) a tentar encontrar evidencias para as alegações neodarwinistas. Isto é o que se chama perder o tempo a perseguir traças.

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