segunda-feira, março 28, 2011

Panspermia: a salvação do naturalismo?

A temática da origem da vida tem-se mostrado uma questão difícil de explicar dentro da filosofia naturalista. As observações científicas tem-se relevado totalmente contrárias ao naturalismo no que toca à origem da vida, e devido a isto, alguns teóricos tem sugerido o espaço como solução para o problema.

Um desses teóricos foi o laureado e co-descobridor da estrutura do ADN, Francis Crick. Ele e Leslie Orgel propuseram a teoria da "Panspermia". Esta teoria alega que organismos unicelulares foram enviados para a Terra oriundos de civilizações extraterrestres.

O livro de Crick foi fortemente promovido na altura, mas os motivos que levam os naturalistas a propor esta teoria (incapacidade das forças naturais de criar a vida) não são totalmente revelados ao público.

Se houver problemas em demonstrar como é que vida pode ter surgido aleatoriamente dentro da visão naturalista (provavelmente porque o nosso planeta não é suficientemente antigo), a hipótese da panspermia oferece uma solução possível.
(Edwords, crítica ao livro "Life Itself" (Francis Crick), 1982, página 42)
Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe ofereceram uma versão mais extensa da mesma hipótese. Nos seus livros, eles sugeriram que os genes e os vírus foram enviados para a Terra de modo a que "chovessem" através da estratosfera e fossem incorporados dentro dos organismos.

Estes teóricos são pessoas respeitadas dentro da comunidade científica. Não é relevante se nós aceitamos as suas hipóteses. O que interessa é que a a noção de que "a vida veio do espaço" faz parte do leque de opções do naturalismo.

Isto permite-nos explicar o porquê dos evolucionistas estarem desesperados para encontrar vida no espaço. Se eles encontrarem vida em outros planetas (nunca encontrarão, mas vamos supor que sim), eles usariam isso como 1) evidência contra a Bíblia e 2) evidência para a noção de que a vida na Terra pode ter originado em outros planetas.

Portanto, não é a necessidade científica que leva os evolucionistas a proporem que a vida originou-se no espaço, mas sim necessidade ideológica. Como não há força natural que seja capaz de criar a vida na Terra, eles transferem o problema para sítios onde não podemos ir e postulam que a vida pode ter surgido lá. Muito conveniente, sem dúvida


De certo modo, os evolucionistas estão certos: a vida tem origens extra-terrenas. A vida não só foi posta na Terra por Um Ser Omnipotente há cerca de 6,000 / 7,000 anos, como também a mesma foi construída de forma a refutar as explicações naturalistas (mensagem não-naturalista). Os evolucionistas, no entanto, em vez de procurarem as respostas no Criador, procuram-nas nas forças da natureza. Isto confirma o que o Apóstolo Paulo escreveu:
E mudaram a glória do Deus incorruptível, em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Romanos 1:23
Os evolucionistas são neo-pagãos uma vez que atribuem poderes criativos àquilo que foi criado. Esta é a essência do paganismo.

sábado, março 26, 2011

O vazio intelectual dos militantes ateus

Se és daqueles que ainda tinha dúvidas sobre o vazio intelectual do ateísmo, vê esta lista que tem o que os militantes ateus acreditam ser as "melhores citações ateístas".

Não é preciso dizer, mas ela é muito pouco impressionante. Eis uma pérola:

Eu defendo que nós os dois somos ateus. Eu apenas acredito em menos um deus que tu. Se tu entenderes os motivos que te levam a rejeitar todos os outros deuses, vais entender os motivos que me levam a rejeitar o Teu.
Três erros em apenas 3 frases:
Eu defendo que nós os dois somos ateus.
Não, não somos os dois ateus.
Eu apenas acredito em menos um deus que tu.
Confunde-se Deus com deuses. Se tomarmos apenas o Primeiro Mandamento em consideração, ficamos a saber que a frase citada em cima é falsa. Poucos ateus entendem que o monoteísmo é a adoração de Um Deus Supremo e Criador, não a crença na existência de apenas um ser sobrenatural que exige a adoração.
Se tu entenderes os motivos que te levam a rejeitar todos os outros deuses, vais entender os motivos que me levam a rejeitar o Teu.
A menos que os ateus rejeitem o Deus da Bíblia por acreditarem que Ele é um ser sobrenatural maligno que se tenta passar por Deus ao exigir a adoração, os ateus não rejeitam o Deus da Bíblia pelos mesmos motivos que levam os Cristãos a rejeitar os deuses pagãos.

A lista contém as esperadas palavras de Dawkins, Harris, a citação fictícia de Galileu, e a citação tramada por David Hume que ele erroneamente atribuiu a Epicuro. É perfeitamente ajustado que os ateus dependam de citações falsas em suporte da sua alegada "dedicação à realidade".

Quer sejas um ateu ou um cristão, podes sempre escolher a citação que tu consideras ser a mais ridícula ou a mais eficaz em suporte do argumento ateu. Eis aqui uma delas:

Uma viagem casual pelo asilo lunático mostra que a fé não prova nada - Friedrich Nietzsche.
Nietzsche está correcto em afirmar que a fé não prova nada. O problema, claro, é que não era suposto a fé provar nada.

Mas não digam nada disto aos militantes ateus. Deixem-nos sentir alegrias temporárias baseadas em falsas citações e argumentos totalmente ilógicos.

sexta-feira, março 25, 2011

Funções semelhantes em design distinto

Para que a mensagem biótica pudesse ser enviada e recebida de forma eficiente, Deus não usou o mesmo design indiscriminadamente. Deste modo, Deus usou design distinto em estruturas que executam funções relativamente semelhante. As asas dos morcegos, das áves e dos pterodáctilos são um exemplo clássico.
Quando comparamos a anatomia das variadas plantas e dos variados animais, encontramos semelhanças e diferenças onde nós nunca esperaríamos que tivessem sido colocadas por Um Criador. Não é estranho que Um Criador tivesse conferido aos morcegos, as áves e aos pterodáctilos asas feitas com os mesmos elementos ósseos que as toupeiras usam para escavar e os pinguins usam para nadar?.....Um Criador Omnisciente não deveria experimentar diferentes designs.
(Douglas Futuyma, "Science on Trial: The Case for Evolution ", 1983, página 199)
A asa do morcego foi construída com o alongamento de quatro dedos, enquanto que a asa dos pterodáctilos foi construída com o alongamento de apenas um dos dedos. A asa das áves foi feita com a diminuição da mão e a colocação de penas.

Os evolucionistas alegam que isto é evidência para a evolução ao afirmarem que um Designer eficiente nunca testaria vários designs.

Os evolucionistas estão enganados. Como Deus queria que as formas de vida tivessem em si uma mensagem (a Mensagem Biótica), então seria de esperar coisas como as descritas em cima.

  1. A semelhança entre estes três organismos não pode ser negada. Eles não só são variações de um tema comum, como também possuem uma estrutura física comum. Isto envia a mensagem unificadora (o Criador é o Mesmo).

  2. Estes organismos foram sistematicamente colocados de modo a que o facto de terem asas não possa ser explicado como tendo origens num parente comum. Isto envia a mensagem não-naturalista (o Criador é Sobrenatural).

  3. O design das asas é suficientemente diferente de modo que não possam ser explicadas segundo um processo de transposição genética. Isto mais uma vez demonstra a origem Sobrenatural da vida ao enviar a mensagem não-naturalista.
    Esta é de facto a grande dificuldade para a evolução. Se as asas fossem idênticas não haveria problemas em racionalizar as suas origens segundo a transposição. Mas como as asas são semelhantes, mas não idênticas, isto destrói as interpretações que se baseiam na transposição.

Conclusão:

O Emissor da biomensagem (Deus) criou estes organismos de forma a que fosse impossível os evolucionistas explicarem segundo a "descendência com modificação". Devido a isto, os evolucionistas são obrigados a propor que a evolução de asas (e do próprio vôo) aconteceu separadamente em cada um dos casos.

Com isto se pode ver que, contrariamente ao que os evolucionistas alegam, as asas dos variados organismos não só não são evidência para a sua mitologia, como mais facilmente se pode constatar que a teoria que mais fortificada sai da análise dos supracitados sistemas é a Criação - mais especificamente, a teoria da Mensagem Biótica.


"Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos."
Jeremias 27:5

Modificado a partir do livro "The Biotic Message", página 354

quinta-feira, março 24, 2011

Convergência biológica

A natureza possui uma enorme colecção de convergências biológicas construídas de modo a dificultar uma interpretação evolutiva. O lobo marsupial da Tasmânia é espantosamente parecido com um cão, mas essa semelhança não provém da descendência comum. Estes dois animais com estruturas semelhantes alegadamente surgiram de ancestrais estruturalmente distintos mas evoluíram rumo a um design corporal similar. Os evolucionistas chamam a isto de "convergência".

As baleias são um exemplo conhecido uma vez que, apesar de serem mamíferos, elas possuem uma forma corporal (fusiforme) semelhante a dos peixes. Os evolucionistas acreditam que isso se deve também à convergência evolutiva uma vez que, de acordo com a mitologia evolutiva, as baleias surgiram de quadrúpedes terrestres que se aventuraram nas águas até se tornarem baleias. (Sim, os evolucionistas acreditam mesmo nestas coisas!)

Ainda mais impressionante é o ichthyossauro. Este réptil é parecido com os golfinhos na sua anatomia, mas este design não é tido como resultado de descendência comum.

Uma coisa importante que convém ter em conta é que as convergências são similares mas nunca idênticas. É exactamente por serem assim que as formas convergentes evitam suportar a noção de serem o resultado dum processo evolutivo.

Esta situação requer um equilíbrio delicado:

  • Se as características são demasiado semelhantes então elas podem ser explicadas como o resultado de uma transposição de informação genética de uma forma de vida para a outra.
  • Mas se os órgãos convergentes são demasiado diferentes, então eles já não precisam das racionalizações especiais (e formidáveis) para explicar as semelhanças.

Este equilíbrio delicado precisa dUm Designer.

  1. A convergência é uma forma eficiente de unificar os diversos organismos. Isto junta as diferentes partes do sistema da vida num todo unificado. Isto envia a mensagem unificadora.
  2. A convergência ajuda a destruir as tentativas do observador em identificar uma filogenia. Isto envia ao observador a mensagem não-naturalista da Mensagem Biótica.
  3. As próprias convergências não parecem ser o resultado da evolução. Elas não podem ser explicadas por descendência comum e nem por transposição. Isto, mais uma vez, envia a mensagem não-naturalista.

A convergência é uma das situações mais difíceis de explicar dentro da mitologia evolutiva, e como tal, é muito importante para a teoria criacionista com o nome de "Mensagem Biótica".

Um outro exemplo de estruturas convergentes é o platypus australiano. Este mamífero tem um bico parecido com o do pato. Em termos estruturais, o bico parece ser como borracha (e não duro como o dos patos). Ao contrário do bico dos patos, o bico do platypus possui sensores bioeléctricos usados para navegação sub-aquática e detecção de presas.

Devido a divergências como estas, o bico do pato e o bico do platypus não podem ser explicados como o resultado de uma transposição. Em vez disso, os evolucionistas são forçados a aludir a extremamente implausíveis mecanismos convergentes.

Conclusão:

A mitologia evolutiva acomoda qualquer facto e qualquer dado por mais auto-contraditório que seja. A ciência tem demonstrado um elevado nível de semelhanças entre formas de vida que nunca poderiam estar unidas por descendência comum. Em vez de abandonarem a teoria da evolução devido aos dados da ciência, os evolucionistas inventam histórias sobre uma hipotética convergência num passado cada vez mais distante e cada vez mais remoto (e vai ficando cada vez mais remoto e cada vez mais distante à medida que o nosso conhecimento biológico avança).

Se já é difícil aceitar que uma estrutura biológica possa ter surgido aleatoriamente UMA vez, imaginem o ridículo de acreditar que uma estrutura parecida possa ter surgiu NOUTRO animal executando funções semelhantes.

Do ponto de vista Bíblico, as semelhanças entre formas de vida tão distintas unem toda a vida debaixo do mesmo pano de fundo. Estas semelhanças mostra que todas elas tem o Mesmo Criador e o Mesmo Designer.

Do mesmo modo, como elas nunca poderiam ser unidas por descendência comum, isto demonstra que a origem de tais estruturas é distinta uma da outra. Os animais marinhos foram criados num dia enquanto que os terrestres foram criados noutro. Não houve nenhuma evolução de uns para os outros.

Terceiro: como este equilíbrio entre nível de semelhança e distância classificativa entre os animais requer planeamento, então tem que haver Alguém por trás do plano (Deus). Forças não inteligentes não tem a capacidade de gerar sistemas com esta estrutura.

quarta-feira, março 23, 2011

Penguim refuta ateísmo


Um torpedo congelado. Eles realmente são os mais belos: quando eles se ejectam da água gelada, numa velocidade de mais de 30 km/h, antes de resvalar com o ventre por dezenas de metros.

Se são molengões quando andam sobre o gelo, eles são ágeis sobre a água, os pinguins imperadores fascinam os especialista em aerodinâmica e em mecânica dos fluidos: suas pequenas asas e a maneira como eles agem para acelerar ou frear sua velocidade inspiraram todos os meios de propulsão mais modernos.

E hoje é sua plumagem, impermeável e hidrodinâmica, que atrai o interesse das nanotecnologias.

Foto: Pal Hermansen/Barcroft Media/ABACAPRESS.COM

Acreditar (sem a mínima evidência) que este tipo de organismo é o resultado de milhões de combinações aleatórios através dos mitológicos "milhões de anos", é uma afronta à razão. Mas tais são as consequências de quem rejeita o Deus da Bíblia.

Modificado a partir do original

terça-feira, março 22, 2011

A lágrima suporta a Criação

"E Deus limpará dos seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas."
Revelação 21:4

O milagre ocorre num piscar de olhos. Literalmente. Todas as vezes que piscamos os olhos, banhamos a superfície dos olhos com um fluido miraculoso chamado de "lágrima".

As lágrimas não são apenas um líquido salgado. Elas são feitas de água, mas tem na sua composição óleos, electrólitos e um carboidrato conhecido por mucina.

Paralelamente a isto, as lágrimas possuem anti-bacterianos e substâncias anti-virais. Qualquer bactéria que se encontre rodeada por líquido lacrimoso tem 95% de probabilidade de estar morta em menos de 10 minutos.

Esse piscar dos olhos mantém a superfície devidamente humedecida de modo a que a nossa visão permaneça clara. Sem esse humedecimento, os nossos olhos tornar-se-iam vermelhos e cheios de dores. Sem tratamento específico, isso poderia-nos cegar. As lágrimas providenciam também o tão precioso oxigénio para a superfície dos olhos.

Provavelmente a propriedade mais espantosa das lágrimas é totalmente inesperada. Os seres humanos são os únicos que choram lágrimas de emoção. Estudos demonstraram que a habilidade de produzir lágrimas e chorar ajuda-nos a suportar situações emotivas. Há algumas doenças hereditárias que tornam a pessoa incapaz de chorar lágrimas. Estudos demonstraram que tais pessoas não lidam bem com o stress.


As lágrimas são uma bênção de Deus para nós lidarmos com este mundo marcado pelo pecado, mas não nos esqueçamos que um dia, o Senhor Jesus não só vai retirar a Maldição que o nosso pecado trouxe a este mundo, como também limpar todas as lágrimas dos rostos dos Seus servos

E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos O servirão
Revelação 22:3

Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor JEOVÁ as lágrimas de todos os rostos, e tirará o opróbrio do Seu povo de toda a terra; porque o Senhor o disse. E, naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, a Quem aguardávamos, e Ele nos salvará: Este é o Senhor, a Quem aguardávamos: na Sua salvação, gozaremos e nos alegraremos.

Isaías 25:8-9

Notas: Creation in the Crossfire, 8/02, pp. 3-4, Jerry Bergman, "Design of tears: an example of irreducible complexity."


segunda-feira, março 21, 2011

Humanos e macacos glorificam o Criador

Os historiadores naturais têm tendência de separar o homem da natureza. Aristóteles, Descartes e Kant, por exemplo, sentiam que o Homem era uma criatura distinta do resto da vida. Stephen Jay Gould, o falecido evolucionista marxista, lamenta esta situação extraordinariamente comum nas tentativas de unificarem as teorias:

Gould vê uma tendência dos historiadores naturais de separar o Homem da natureza. Gould está correcto e esta é de facto a importância dos macacos para a Teoria da Mensagem. Os macacos impedem as tentativas de se separar o Homem da natureza: eles unem o Homem à natureza.

Os macacos possuem inúmeras semelhanças com o ser humano e eles mostram que nós fazemos parte desta colecção unificada de "objectos" biológicos. Nós somos parte da Mensagem e como tal, nós temos que recolher as mesmas conclusões àcerca das nossas origens.

Os macacos mostram de forma bem visível que o Criador da diversidade biológica existente na Terra e o Criador do Homem é o Mesmo. O Nosso Criador é o Autor desta Mensagem Biótica.

O evolucionista Kenneth Miller afirma:

A grande questão emotiva entre os criacionistas é a evolução humana. É seguro afirmar que todos os seus argumentos prévios existem apenas e só para suportar a noção de que os seres humanos não estão de forma alguma conectados aos outros animais.
(Kenneth Miller, "Answers to the Standard Creationist Arguments", 1982, páginas 9 e 10)
Miller está totalmente enganado. Os criacionistas não afirmam que os seres humanos não estão de forma alguma conectados aos outros animais. Pelo contrário, Deus diz:
Eu [DEUS] fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande Poder e com o Meu Braço estendido.
Jeremias 27:5
Nós defendemos que todos os organismos estão de facto unidos uns com os outros, mas por design e não por descendência comum. Esta sempre foi a forma de pensar dos criacionistas.

É precisamente por este ter sido o pensamento cristão desde o início que a descoberta de macacos por parte dos europeus cristãos não causou nenhum tumulto.

Sir Peter Medawar escreveu em 1983::
Seria de acreditar que a descoberta destes meio-animais, meio-humanos [os macacos] tivesse assustado e afectado as pessoas de um modo profundo - isto mostra a ligação entre os animais e os humanos. No entanto a literatura da época não mostra evidência alguma de tais declarações assustadas.
(Sir Peter Medawar, "The Evidences of Evolution", 1983, página 103)

Conclusão:

Os evolucionistas são muitas vezes culpados da falácia genética. Eles imputam aos criacionistas motivações que, para além de serem falsas, são irrelevantes. Uma dessa supostas sinistras motivações é a de "separar" o Homem da natureza. Segundo os evolucionistas, a existência dos macacos "refuta" as pretensões cristãs.

O que os evolucionistas não entendem é que nenhum cristão alguma vez alegou a inexistência de ligação entre humanos e macacos. A diferença entre a fé cristã e a fé evolucionista é que, enquanto esta última alega que os seres humanos e os macacos tem um parente comum, a Bíblia diz que ambos possuem Um Designer Comum.

A existência de macacos não é argumento contra a exclusividade da existência humana uma vez que, para além de ter uma componente física, o ser humano é criado à Imagem e Semelhança de Deus. Esta é a "separação" que a Bíblia faz entre os animais e o ser humano.

Mas ao nível físico (a nossa bioquímica, anatomia, etc) nós somos bastantes parecidos e essas semelhanças apontam para o Criador e não para Darwin.


Modificado a partir do livro "The Biotic Message", página 324

domingo, março 20, 2011

O ódio islâmico numa foto

Devido ao explosivo acesso que esta tradução tem tido (sinal de que as pessoas se interessam por ele?), resolvi colocar aqui: => O ódio islâmico numa foto


Para vêr mais posts sobre o Aborto, o Homossexualismo, o Islão, e o Marxismo Cultural, ficam os links dos blogues respectivos bem como o contacto do Twitter.

Inglaterra avança com marxismo cultural e ataca cristãos

Isto é o que acontece quando os ateus tomam o controle total dum país: descriminação contra os cristãos. Digo expressamente cristãos porque os muçulmanos parecem ter a vida facilitada à medida que o ateísmo avança na Europa. Porque será? Talvez porque os cristãos são o inimigo comum dos militantes ateus e dos muçulmanos? Haverá alguma força a unir duas ideologias tão distintas na sua luta contra o Senhor Jesus Cristo?

Esta pergunta é meramente retórica porque os cristãos sabem bem quem está por trás dos ataques.


Hilary White
LONDRES, Inglaterra, 12 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um bispo anglicano e membro aposentado da Câmara dos Lordes comentou que a cultura legal da Inglaterra está agora sistematicamente cometendo discriminações contra os cristãos e disse que a “maré tem de mudar de direção”.
Rev. Michael Scott-Joynt
O bispo anglicano de Winchester, o Reverendíssimo Michael Scott-Joynt, culpou a ignorância geral com relação ao Cristianismo e a Lei de Direitos Humanos de 1998, aprovada pelo governo trabalhista de Tony Blair, pelo fato de que os cristãos estão sendo marginalizados pelos tribunais. O bispo estava falando do caso de um conselheiro cristão, Gary McFarlane, que foi demitido em 2008 depois que disse para seus patrões que ele não poderia, por motivo de consciência, aconselhar parceiros de mesmo sexo. McFarlane havia desafiado a demissão no Tribunal de Apelações, argumentando que as tentativas de forçá-lo a contradizer suas convicções constituía discriminação religiosa. O juiz Laws descartou o caso, dizendo que qualquer tentativa de buscar proteção por convicções religiosas sob a lei é “irracional” e “arbitrária”. Laws afirmou que fazer isso poderia colocar a Inglaterra na estrada para se tornar uma “teocracia”.
Scott-Joynt disse para a BBC que o caso mostra que “pela primeira vez na nossa história há uma falta generalizada de conhecimento religioso entre aqueles que de um jeito ou de outra têm poder e influência, quer seja o Parlamento ou os meios de comunicação ou até mesmo, ouso dizer, no judiciário”.
“O risco seria que há cada vez mais profissões em que poderá ser difícil, para as pessoas que são crentes dedicados, trabalhar em certos serviços públicos, e até no Parlamento. Ninguém que é parte da comunidade cristã crê que você não simplesmente tem opiniões, mas as vive. A manifestação de sua fé é parte de tê-la e não parte de alguma opção”.
Depois dos comentários do bispo, o jornal Daily Telegraph citou o Lorde Woolfe, membro da Câmara dos Lordes e o Lorde Juiz Chefe da Inglaterra e Gales de 2000 e 2005, que disse que as queixas do bispo “estão fundamentadas em fatos”.
“Penso que é uma coisa muito boa que você esteja expressando essas preocupações porque a maré vem e vai nessas áreas e já pode ser hora de mudar um pouco a direção da maré e fazê-la começar a retroceder. Acho que já fomos longe demais. A lei deve estar acima de qualquer particular regional ainda que seja um interesse religioso, mas ao mesmo tempo deve ter a consciência das preocupações próprias dessa religião. A lei deve se desenvolver de um jeito que, onde quer que se possa praticar, permita que essa religião seja preservada e protegida”.
Nesta semana mesmo veio a notícia do caso mais recente de um cristão na Inglaterra se chocando com seus patrões por causa de suas convicções. Margaret Forrester, uma assistente social de saúde de trinta e nove anos da Inglaterra, foi suspensa e ameaçada de demissão, por ter compartilhado suas convicções com seus amigos numa conversa privada sobre os riscos que o aborto representa para a saúde mental.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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sábado, março 19, 2011

Homossexualismo: conexão satânica

Os ativistas gays mencionam o fato de que até os orixás respeitam a homossexualidade. Mas isso não é de estranhar. Os demônios têm uma inclinação radical pelo pecado e pela destruição do ser humano, ainda que muitas vezes disfarcem suas atividades nefastas com uma fachada de bondade. Uma jovem funcionária de um hemocentro do Rio de Janeiro contou-me de um paciente pai-de-santo gay e aidético que se relacionava sexualmente com crianças.

O homossexualismo parece ser um problema comum entre os praticantes dos cultos afro-brasileiros, onde há entidades demoníacas específicas que causam e valorizam a homossexualidade e outras perversões sexuais. Aliás, a palavra quimbanda, do ritual de macumba, era usada em Angola para designar os homossexuais.

Em seu livro Porque Deus Condena o Espiritismo, o jornalista Jefferson Magno Costa revela:

Homossexualismo no candomblé

Estudioso insuspeito, o antropólogo Edison Carneiro (irmão do famoso político Nelson Carneiro), afirma, no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo, confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastide. Segundo Edison Carneiro, é difícil esses efeminados não serem “cavalos de Yansã, orixá que geralmente se manifesta em mulheres inquietas, de grande vida sexual, que se entregam a todos os homens que encontram…”

O jornalista Jefferson conta um caso:

Era pouco mais de meio-dia quando ele encontrou o pequeno Fernando, de nove anos de idade, perambulando pelos trilhos da linha férrea que passa nas proximidades da cidade de São Roque, interior de São Paulo. Levou o menino para casa, pediu à mulher com quem vivia há poucas semanas, Dalva Braga Medeiros, que desse comida ao garoto e lhe trocasse a roupa. Dalva demorou a atendê-lo, e ele mesmo pegou a roupa de um dos filhos da mulher e vestiu em Fernando.

Após beber aguardente, pegou o menino pela mão e saiu, alegando que ia comprar mais bebida. Ao voltar, Dalva viu manchas de sangue na roupa do pequeno Fernando. E imediatamente entendeu que o menino havia sido estuprado.

Instantes depois, ele convidou Fernando para sair outra vez, mas diante da recusa e do medo do menino, resolveu chamar Rogério, de 12 anos, filho de Dalva, para fazer companhia àquela assustada e indefesa criança, e “para ver como se mata um porquinho”. Conduzindo os dois meninos até uma clareira situada no alto de um morro, desenhou um tridente no chão, e em seguida, segundo contou Rogério, pegou o pequeno Fernando pelo pescoço e enterrou-lhe uma faca no peito; porém, insatisfeito por não ver a criança morrer imediatamente, ele, o pai-de-santo Josué Rodrigues de Souza, deu um talho de dez centímetros no pescoço da pequena vítima, e começou a lamber-lhe o sangue.

Após praticar esse ato abominável, monstruoso e demoníaco, o pai-de-santo assassino foi chamar Dalva, “pois ela nunca tinha visto um sacrifício”, mostrou-lhe a criança toda ensangüentada e morta, confessou-lhe haver praticado aquilo incorporado pelo caboclo Zé Capoeira, e que havia estuprado a criança antes de matá-la “porque satanás não aceita a alma de gente pura” (Jornal O Globo, 13/03/1986). “Eu tinha de matar uma pessoa e dar o sangue para exu. Ele estava pedindo”, foram suas palavras ao ser preso três dias após o crime. (Revista Veja, 19/03/1986, p. 111).

Escândalos e crimes no rastro das religiões africanas

O bárbaro crime praticado pelo pai-de-santo Josué é mais um entre centenas de casos envolvendo pessoas que, julgando estar servindo a Deus estão servindo ao diabo… Diante dos inúmeros casos desse gênero registrados pela imprensa, é uma pena que a indignação popular não tenha memória. O povo se esquece com muita facilidade. Há alguns anos, por ter assassinado, em rituais de magia negra, seis crianças seqüestradas em diferentes lugares do Estado do Rio, foi preso em Cantagalo, RJ, o pai-de-santo Waldir Souza Lima.

Os casos de crianças desaparecidas que são estupradas e sacrificadas em rituais de pais-de-santo parecem ser um problema sério envolvendo os cultos afro-brasileiros. Assim, além de levarem os indivíduos ao homossexualismo, os demônios também os levam a abusar sexualmente de crianças e até matá-las.

Talvez o pior assassino em série do mundo seja o homossexual Gilles de Rais, que matou brutalmente oitocentos meninos. Cada garoto era atraído à sua casa, onde recebia banho e comida. Então, quando o pobre menino pensava que aquele era o seu dia de sorte, Gilles o estuprava e queimava, ou o cortava e comia. Em seu livro The Devil’s Web (A Teia do Diabo), Pat Pulling revela o envolvimento do satanismo com o estupro e o sacrifício ritual de crianças. Ela cita o caso de Gilles:

Gilles de Rais era um nobre europeu do século 15 que estava totalmente envolvido na alquimia e outras ciências ocultas. Ele era também um pervertido sexual e sadista que matava… crianças antes de ser preso, julgado e condenado à morte. Outras evidências mostram que no passado os praticantes de adoração aos demônios realmente sacrificavam criancinhas durante suas cerimônias rituais.

Em sua pesquisa do ocultismo, Pulling chegou a entrevistar pessoalmente na prisão o homossexual Henry Lucas, um satanista que comia carne humana e que afirmou ter matado 360 pessoas em sacrifício ao diabo. Satanistas como Lucas e até cantores de rock famosos seguem as idéias de Aleister Crowley, o mais conhecido ocultista do século 20 e provavelmente o responsável pela enorme popularidade da magia negra hoje nos EUA e Europa, onde ele é considerado o pai do moderno ocultismo.

ua filosofia principal era “Deixa-te levar pelos desejos carnais!” e “Fazei o que quiserdes” , que se parece muito com a resposta que um gay aidético deu quando as autoridades médicas lhe disseram que ele estava colocando vidas em perigo. O gay aidético declarou: “Tenho o direito de fazer o que quiser com o meu corpo”. Crowley, que também era conhecido como A Besta, era viciado em drogas e tinha um prazer especial na prática da bruxaria homossexual. Seus seguidores (e provavelmente ele também) faziam sacrifícios rituais ao diabo com tanta crueldade e sadismo que o governo italiano o expulsou da Itália depois que se ficou sabendo das sangrentas orgias fatais com crianças que ocorriam em seu templo na Sicília. Pouco antes de morrer, Kinsey visitou esse templo e, de acordo com a Drª Reisman, ele era admirador de Crowley.

Embora as três principais religiões do mundo (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) condenem o homossexualismo, as religiões ocultas seguem um rumo diferente. Nessas religiões, os homossexuais ocupam posições elevadas. Quando as civilizações pagãs governavam o mundo, o comportamento homossexual e a relação sexual entre homens e meninos eram amplamente praticados e aceitos, Os praticantes do homossexualismo eram respeitados e muitas vezes tinham funções de destaque nas religiões e na sociedade. A escritora Judy Grahn, que apóia os ativistas gays, diz:

Muitos aspectos do shamanismo continham homossexualismo, e muitos dos deuses, espíritos e divindades do mundo têm ligação com a homossexualidade. No Taiti, havia divindades especiais para a adoração homossexual. Os antigos templos Shinto do Japão mostram cenas de orgias em rituais sexuais semelhantes às bacanais dos romanos… a Grande Deusa Mãe da antiga China, Kwan-Yin, era adorada com rituais sexuais que incluíam o homossexualismo. Quando os conquistadores espanhóis chegaram à América Central e ao Yucatan, eles viram que o que mais predominava eram sacerdotes gays e estátuas mostrando a união homossexual como ato sagrado.

No Yucatan o deus Chin instituiu a homossexualidade sagrada e sacerdotes gays serviam nos templos exatamente como acontecia na antiga Babilônia…

Na época do Antigo Testamento, as autoridades civis eram orientadas por Deus a aplicar a pena mais elevada para os atos sexuais dos homossexuais:

Se um homem tiver relações com outro homem, os dois deverão ser mortos por causa desse ato nojento; eles serão responsáveis pela sua própria morte. (Levítico 20.13 BLH)

O movimento homossexual diz que o homossexualismo não é crime. Então por que no sistema civil da Bíblia os atos homossexuais eram tratados com a penalidade máxima, juntamente com os crimes mais graves? Considerando que as práticas sexuais dos homossexuais muitas vezes trazem uma série de riscos à própria saúde de seus praticantes e ao bem-estar da sociedade em geral, o único modo de desencorajar essas práticas e trazer alguma proteção contra esses perigos era mediante o uso de leis rígidas.

Pode-se dizer, com toda justiça, que é útil o estabelecimento de leis que tratam como crimes as condutas e os atos, sejam homossexuais ou não, que propagam doenças e influências fisica e moralmente nocivas para as crianças e para as famílias.

Fonte: "As Ilusões do Movimento Homossexual", de Júlio Severo

sexta-feira, março 18, 2011

Blogues anexos


Um leitor deste blogue sugeriu-me (e muito bem) que me focasse mais na temática que dá título ao blogue. Como resultado disso, e como já havia dito anteriormente, para vêr mais posts sobre o Aborto, o Homossexualismo, o Islão, e o Marxismo Cultural, fica o contacto do Twitter.

Mateus capítulo 24 versículos 4 a 14


E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.

E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.

Mas todas estas coisas são o princípio de dores. Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.

Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão. E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.

Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.

Violência entre casais homossexuais é maior do que nos heterossexuais

Aparentemente a homofobia estende-se para além do mundo heterossexual. Alguns comentários meus pelo meio.
Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.

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“A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.

Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.

O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.

Igual a outros países

Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países.

Homofobia internacional.
A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.

A professora da UM diz que a violência entre casais do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género.

Sim, é sempre mau quando a realidade se recusa a conformar com mitologias feministas.
Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.
Pronto. Aqui começa a desculpabilização da homossexualidade em si como um dos factores geradores de tensão nas parcerias homossexuais.
Teia de silêncio

Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”.

Não sei como se chegou a esta conclusão. Como é que ela sabe que a sociedade vê as parcerias homossexuais como "imunes à violência"?
E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.
Uma vez que a vida homossexual é caracterizada pela promiscuidade (busca de mais e mais parceiros sexuais, especialmente entre os homens), a inferência de que a homossexualidade seja "meramente sexual" é justificada até certo ponto.
Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições.
Atenção que para os esquerdistas a palavra "descriminação" tem um entendimento muito vago. Por exemplo, se dois homossexuais se estiverem a beijar à porta de um jardim de infância, e alguém sair de dentro e expulsá-los dali, para muitos isto é "descriminação". Se um cristão estiver a citar a Bíblia e a mostrar que a homossexualidade é um desvio do Plano de Deus para a sexualidade humana, os homossexuais podem gritar "descriminação!" mesmo que o dito cristão não esteja a apelar a violência.

Para os marxisstas culturais "descriminação" é tudo o que é feito por pessoas que não pactuam com as suas ideologias.

Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.
Sim, a homossexualidade parece ser uma vida de grande solidão e isolamento.
A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”.
Reparem como a palavra "homofobia" é introduzida no texto sem nos ser dito o que ela significa. O que é a "homofobia"? Por "fobias" nós entendemos como sendo um medo irracional por algo. Será que a escritora deste artigo quer mesmo dizer que o que leva um homossexual a espancar outro homossexual é o "medo irracional" que a sociedade tem dos homossexuais? Como é que ela sabe disto?
Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.
Não é isto algo semelhante ao Síndrome de Stockholm? O que é que isso tem a ver com a "homofobia" (seja lá o que isso for)?
As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio.
Não nos é dito como é que ela sabe disto. Se um homem ou mulher é agredido por outra pessoa, a lei aplica-se a ambas independentemente das prácticas sexuais que elas adoptem. Não há motivo nenhum para se pensar que ser-se homossexual reduz as hipóteses duma pessoa de ser tratada com dignidade pela lei vigente.
Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima.
Se não sabem é porque o homossexual não disse.
Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade.
Não há mal nenhum em ter uma imagem negativa de um comportamento auto-destrutivo.
As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’”
O resto da população não tem culpa nenhuma que um homem decida ficar envolvido num relacionamento onde ele é abusado fisicamente pelo parceiro.
E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.
Mas se já há casas de abrigo para mulheres que sofram violência dos maridos, estas também servem para quem sofra violência da parceira. Mesmo as mais ávidas instituições cristãs nunca rejeitariam de prestar ajuda a um homossexual vítima de violência só porque ele ou ela é homossexual.

Mas neste ponto é preciso ver que a escritora pode ter alguma razão: não parece haver casas de apoio para homens vítimas de violência doméstica. Mas isso se calhar se deve à crença feminista de que a violência doméstica é sempre feita pelo homem.

“A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.
Não sabemos o que este "artigo científico" entende como "contexto social preconceituoso".
As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.
É normal as pessoas terem cegueira em torno de um comportamento tão ínfimo (medo irracional dos homossexuais).

Conclusão:

O artigo começa bem mas depois termina colocando a maior parte da culpa da violência doméstica no "contexto social preconceituoso". Não há evidências para tal alegação, portanto podemos assumir que esta foi feita apenas com o propósito de desculpabilizar o comportamento como agente gerador de tensão entre os parceiros.

Eis aqui uma boa leitura sobre o que verdadeiramente é a vida homossexual.

quinta-feira, março 17, 2011

Darwin dançarino

Formigas conseguem levantar até 100 vezes o seu peso


A imagem de cima não é falsa nem foi criada pelo Photoshop. Ela é bem real. A imagem mostra uma formiga a levantar um objecto 100 vezes mais pesado que ela mesma. A marca de 500 mgs no peso também é real e não algo distorcido.

Se a escala for transportada para o tamanho do homem, isto significaria que um homem com 75 kgs teria que levantar 7500 kgs. Mas isto é impossível, certo? Quem é que pode levantar 75 toneladas com as suas próprias mãos?

Mas as formigas conseguem suster um peso 100 vezes maior que o seu.

O mais impressionante deste facto é que as formigas podem suster esse tipo de peso estando ela sobre uma parede ou outra superfície qualquer. Na foto de cima, a formiga carrega 500 mgs estando ela sobre vidro e de pernas para o ar. As formigas conseguem suster tal peso mesmo estando elas sobre uma superfície de vidro escorregadia. Como é que elas o fazem?

O Dr Endelin de Cambridge explica:

As formigas conseguem mudar o tamanho e a forma de certas zonas dos seus pés dependendo do peso que elas carregam. Quando elas carregam algo pesado, elas aumenta a área de contacto, mas quando tem necessidade de correr, elas reduzem.
As pernas da formiga também desempenham um papel importante quando ela se agarra a uma superfície ao usar aquilo que alguns cientistas chamam de "peeling forces".
Se pensarmos no que fazemos quando tentamos retirar uma fita pegajosa duma superfície, é mais fácil se descascarmos num ângulo escarpado do que num ângulo raso ou superficial. As formigas usam o mesmo mecanismo: quando se querem "colar" à superfície, elas dispõem as pernas num ângulo raso em relação à superfície, mas quando se querem libertar, elas aumentam o ângulo e "descascam-se" da superfície mais facilmente.
Para além de iluminar alguns aspectos das capacidades gravitacionalmente desafiantes da formiga, os cientistas esperam poder desenvolver melhores produtos de cola. Segundo o Dr Endelin, "Algumas partes dos pés da formiga limpam-se a si mesmas e podem-se colar a quase qualquer superfície. Não há nenhuma cola ou adesivo feito por nós que se possa comparar com esta capacidade. Entender como os animais controlam os seus sistemas adesivos de certo que nos ajudará a criar adesivos "inteligentes" num futuro próximo."

Mais uma área onde o homem pode aprender com o que Deus criou.

Conclusão:

Aparentemente nenhuma menção foi feita à teoria da evolução, e nem foi dito como uma firme fé na mesma poderia de alguma forma ser mais produtivo para a experiência. Mas não nos deixemos enganar: apesar dos cientistas fazerem o seu trabalho sem levar em conta os mitos evolutivos, a "ciência" será totalmente destruída se os alunos não aprenderem que répteis evoluíram para pássaros ou que mamíferos terrestres evoluíram para baleias.

[Modificado a partir do original]

quarta-feira, março 16, 2011

Ancestrais Supra-específicos

Grupos supra-específicos são grupos que contém mais do que uma espécie. Áves, mamíferos, e répteis são grupos supra-específicos. Normalmente estes são termos úteis que nos ajudam a discutir de forma mais conveniente diversas colecções de organismos.

A ilusão de ancestralidade é criada quando se usam grupos supra-específicos como ancestrais e descendentes nas linhagens evolutivas.

A literatura em torno da macroevolução está repleta de referências a derivações de um táxon (categoria de classificação) superior para outro, como por exemplo, quando os mamíferos e as áves são convenientemente ditas como descendentes dos "répteis".
(Nils Eldredge, "Macro-Evolutionary Dynamics: Species, Niches, and Adaptive Peaks", 1989, página 158)
Está práctica é questionável por diversos motivos.

Uma das objecções baseia-se na reprodução: não há nenhum mecanismo reprodutivo acima do nível daquilo que hoje chamamos de espécies. Um grupo supra-específico não pode ser um ancestral porque ele não é uma entidade reprodutora. As espécies podem-se reproduzir e deixar descendentes mas os grupos supra-específicos não. Por exemplo, os répteis, como um grupo, não podem deixar descendentes, mas o crocodilo já pode.

Nós já concluímos que, logicamente falando, só as espécies podem servir de unidades evolutivas. Categorias de classificação superiores são apenas agregados monofiléticos de uma ou mais espécies e portanto não existem no mesmo sentido que as espécies existeme.
(Eldredge e Cracraft, 1980, "Phylogenetic Patterns and the Evolutionary Process: Method and Theory in Comparative Biology", página 114)
Outra objecção centra-se no facto dos grupos supra-específicos distorcerem a nossa percepção dos dados, e quanto mais diverso for o grupo, maior é a distorção. Esta distorção facilita o trabalho de criar a ilusão de linhagem.

A distorção ocorre de duas formas:

  • Primeiro, cria informação imaginária que de facto não existe.

Suponhamos que alguém coloca o mamífero na linhagem evolutiva. Não existe um ponto de dados (eng: "data point) chamado de mamífero uma vez que os grupos supra-específicos não são pontos de dados mas criações abstractas geradas durante o processo de classificação. A palavra "mamífero" cria um ponto de dados algures entre a vasta região morfológica conhecida como "mamífero".

  • Segundo, um grupo supra-específico apaga pontos de dados que realmente existem. Ele destrói toda a diversidade que há.

Quando um evolucionista lista os "mamíferos" na linhagem evolutiva, essa palavra efectivamente esconde a enorme variedade contida entre os mamíferos: as focas, os morcegos, as baleias, os ursos, as toupeiras, os castores, etc, etc. Quanto maior a diversidade do grupo supra-específico, maior é a diversidade escondida.


E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus - Génesis 1:20

A habilidade de artificialmente esconder e gerar dados é precisamente o que é necessário para a ilusão das linhagens, e esta habilidade é fornecida pela alusão a grupos supra-específicos.

Eis aqui uma evolucionista a usar esta táctica:

[Os criacionistas alegam que] o mundo fóssil não revelou nenhum intermédio entre os "tipos básicos" como por exemplo os "tubarões e as baleias". Que coisa sem nexo algum! Existe uma multitude de intermediários entre tais "tipos" ... Entre tubarões e baleias, por exemplo, encontrámos peixes com ossos, anfíbios, répteis, répteis parecidos a mamíferos e alguns mamíferos.
(Laurie Godfrey, "Creationism and Gaps in the Fossil Record", página 203)
Repararam na ilusão de ancestralidade? Todos os "intermédios" listados são grupos supra-específicos. Um dos tais "intermédios" - os répteis - é um grupo que inclui cobras, tartarugas, lagartos, dinossauros, ichthyosaurs (réptil parecido com golfinhos) e muitos outros. Os outros grupos por ela listados são também bastante diversos. A diversidade destes grupos anulam a sua tentativa de construir uma linhagem e identificar os intermédios.

Conclusão:

Muitas vezes é complicado notar neste tipo de ilusão, mas quando nos apercebemos da dificuldade evolucionista de construir uma linhagem baseada nos factos, tudo fica mais fácil.

Sempre que um evolucionista disser que "os mamíferos descendem dos répteis" nós temos logo que parar a conversa e perguntar: "QUAL é o mamífero e QUAL réptil?" Se disserem que as "áves" evoluíram a partir dum dinossauro, fazemos o mesmo: "QUAL áve e QUAL dinossauro?"


E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda a ave de asas, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom - Génesis 1:21

Claro que os evolucionistas não sabem, porque se soubessem não usariam um grupo supra-específico na sua tentativa de gerar uma linhagem. Mas acho que todos nós já nos apercebemos que a teoria da evolução é uma ilusão criada com o expresso propósito de negar a Deus o Seu Papel Legítimo e exclusivo de Criador da vida.


Modificado a partir das páginas 278 e 279 do livro "The Biotic Message" (Walter ReMine)

terça-feira, março 15, 2011

Montanha chinesa tem mais de 20 mil fósseis marinhos

Fósseis de animais marinhos no topo duma montanha?! Como é que isso aconteceu? Não pode ter sido o Dilúvio uma vez que os evolucionistas nos dizem que é impossível tal Dilúvio ter acontecido. Não se sabe como é que os evolucionistas sabem disso, mas se eles dizem, então deve ser verdade.

[Fonte]

Mais de 20 mil fósseis de répteis, mariscos e outras criaturas marinhas pré-históricas foram localizadas em uma montanha na China.
A parte do "pré-históricas" é mitologia. Os pesquisadores não olharam para os fósseis e viram datas a dizer "3234 P.H." (PH = Pré-História)).
A descoberta, feita por uma equipe do Centro Geológico Chengdu, pode fornecer pistas de como as espécies são menos ou mais suscetíveis à extinção.

A vida quase foi aniquilada há 250 milhões de anos por uma erupção vulcânica na região da Sibéria, seguida de um aquecimento na temperatura em termos globais, e somente uma em cada dez espécies sobreviveu à explosão ocorrida no fim do período Permiano. Os fósseis encontrados representam um ecossistema completo resgatado depois dessa época.

Não há evidências para os mitológicos "250 milhões de anos" e nem se sabe que este "ecossistema completo"foi "resgatado" dessa época. Tudo aquilo que a ciência mostra é um conjunto de animais díspares que morreu num mesmo ponto geográfico.

Shixue Hu/Chengdu Geological Center
Fóssil de réptil marinho pré-histórico conhecido como ictiossauro, que lembra remotamente um golfinho
Fóssil de réptil marinho pré-histórico conhecido como ictiossauro, que lembra remotamente um golfinho

A montanha fica em Luoping, a sudoeste da China, e praticamente teve metade de sua superfície escavada. A camada de calcário onde os fósseis foram encontrados é remanescente da época em que a região sul chinesa era ainda um território com clima tropical, cercada provavelmente de coníferas.

Antes do Dilúvio de Noé.
Os fósseis são excepcionalmente bem preservados, e mais da metade está intacta.
O que suporta a ideia de que são recentes. É ridículo alegar que estes fósseis "bem preservados" tem 250 milhões de anos.
Peles delicadas que sobreviveram à ação do tempo também podem indicar como a dieta e a locomoção desses animais eram feitas.

Um talatossauro é a maior criatura encontrada pelos cientistas, cujo comprimento é de até três metros. Além dele, também havia um ictiossauro, que lembra remotamente um golfinho.

Conclusão:

Mais uma evidência poderosa para o Julgamento de Deus sobre a Humanidade por forma do Dilúvio de Noé.

Façam estas perguntas a vocês mesmos:

  • Não está este achado em conformidade com o Dilúvio de Noé?
  • Será que isto não mostra que a água esteve sobre essa zona montanhosa? Isto não quer dizer que água chegou a essa altura, mas sim que aquele topo de montanha esteve um dia debaixo da água.
  • Se de facto houve um Dilúvio universal, então o que dizer dos métodos de datação que dependem de não-existência de um Dilúvio global?
  • Que tipo de evidências te fariam FINALMENTE aceitar que houve de facto um Dilúvio, tal como diz a Bíblia?
Até quando vais continuar a resistir à Palavra do teu Criador?

E esteve o dilúvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as águas, e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra.

E prevaleceram as águas, e cresceram grandemente sobre a terra; e a arca andava sobre as águas.

E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos.

Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos.

E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se roja sobre a terra, e todo o homem.

Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em seus narizes, tudo o que havia no seco, morreu.

Génesis 7:17-22

segunda-feira, março 14, 2011

O Papel da Adrenalina

Eis aqui um texto escrito por uma conhecida.

A adrenalina é uma hormona segregada pelas glândulas supra-renais. Em ocasiões de stress intenso, como uma emergência ou uma situação de perigo, por exemplo, ela é segregada em enormes quantidades e num curtíssimo espaço de tempo.

E porque é que isso acontece?

A adrenalina tem uma função e um papel muito importantes nessas situações extremas. Ela actua principalmente a nível muscular. Estimula o coração, aumentando a frequência dos batimentos cardíacos e elevando a tensão arterial e aumenta o fluxo sanguíneo principalmente nos músculos dos braços e das pernas.

Tudo isto serve para capacitar o nosso corpo a fazer um esforço físico muito superior ao habitual. Numa situação de perigo, capacita-nos a fugir ou a lutar de uma forma que nunca seria possível se os nossos vasos sanguíneos não estivessem inundados de adrenalina. É esta hormona que capacita uma pessoa a lutar com um animal selvagem, por exemplo, para defender a vida de uma criança, ou a entrar numa casa em chamas e cheia de fumo para ir buscar alguém.

Na verdade, ela pode dar-nos uma capacidade sobre humana, no sentido em que nos permite ter uma força muito superior ao que é humanamente habitual. Pode-se dizer que funciona como um mecanismo de sobrevivência - extremamente eficaz!

Mas quando há esta descarga tremenda de adrenalina, o sangue não aumenta no nosso corpo. Ele simplesmente é desviado em maior quantidade para determinadas zonas (principalmente os braços e as pernas). Isto significa que haverá outras zonas que ficam com um défice de sangue. E uma dessas zonas é o cérebro. Ele fica com energia suficiente para funcionar, mas com menos do que é habitual. Ou seja, a nossa capacidade de discernimento e planeamento fica reduzida.

O nosso corpo fica preparado para agir, mas não para pensar. Por isso eu penso que não é muito sensato estar a tomar decisões ou a assumir compromissos em momentos de grande stress. No caso de um conflito, por exemplo, é preferível deixar que os ânimos acalmem antes de procurar chegar a conclusões ou soluções.

Um aspecto interessante da adrenalina, é que ela tem cheiro. Nós, seres humanos, não temos a capacidade de sentir esse cheiro, mas o animais têm. Por isso, um cão pode não reagir muito a uma pessoa que fique indiferente em relação a ele, mas começar a ladrar ou chegar mesmo a morder a alguém que esteja com medo dele.

Parece que não faz sentido, mas lembra-te que a adrenalina serve para aumentar a nossa capacidade de... lutar ou fugir. A hormona é a mesma, o cheiro é o mesmo. O cão não sabe qual das opções nós vamos escolher. Então pode atacar-nos para evitar que o ataquemos a ele.

A adrenalina é segregada em grandes quantidades enquanto o problema durar. Por isso, quando o problema termina subitamente, a adrenalina que está a mais no sangue deixa de ser necessária. No caso de um salvamento dramático, por exemplo, quando a pessoa é posta a salvo, aquele que a ajudou já não precisa de tanta adrenalina.

Mas ela continua a inundar a sua corrente sanguínea. É este excesso de adrenalina que pode levar a pessoa a ter uma grande quebra emocional ou mesmo a entrar em choque.

Lembro-me que um dos meus professores da área de medicina, nos dizia que nestas situações, uma forma rápida de "queimar" essa adrenalina excessiva e prejudicial é irritar a pessoa em questão.

Ou seja, se conhecermos a pessoa o suficiente, podemos dizer algo que lhe pareça tão errado e injusto (depois do seu acto heróico!), que ela se vire para nós com umas palavras de raiva. Essa raiva, que é outra das coisas que queima muita adrenalina, vai absorver a que está em excesso, podendo assim evitar que a pessoa entre em estado de choque.

A adrenalina é fundamental para a nossa sobrevivência mas é nociva no momento em que está em excesso. Para além disso, pode tornar-se um vício, uma dependência. Está a aumentar muito o número de pessoas viciadas nesta substância, que procuram produzi-la intencionalmente em todo o tipo de actividades (cada vez mais) radicais.


A pergunta interessante é: como é que tal substância evoluiu? Como é que o ser humano vivia antes do aparecimento deste mecanismo de sobrevivência?

Claro que estas perguntas são meramente retóricas uma vez que todos sabemos as respostas standard dos evolucionistas. Mas serão elas respostas científicas ou respostas ideológicas? Se alguém disser que o ser humano apareceu na Terra contendo já estes mecanismos em si, será que isso diminui a sua capacidade de entender as funções da adrenalina?

Os militantes ateus não tem uma resposta científica para este mecanismo. Para eles a resposta típica é "surgiu como efeito de mutações aleatórias e foi seleccionada".

E pronto.

Não são precisas evidências nem nos é dito como é que processos não inteligentes conseguem gerar sistemas bioquímicos que envolvam um incontável número de sub-sistemas a agir de forma coordenada. Evoluiu e pronto. Desliga o teu cérebro e acredita em Darwin. Se tens dúvidas, então és um criacionista desconhecedor da ciência!

A teoria da evolução não é ciência.


domingo, março 13, 2011

Galáxias maduras embaraçam proponentes do mitológico big bang

"Que coisa tão especial." - Este comentário é uma forma genérica de evitar um juízo dos dados em relação às expectativas. É a mesma coisa que eu chegar a uma casa com toda a aparência de não ser habitada e encontrar lá uma família a viver.

Quando os astrónomos se depararam com um aglomerado de galáxias demasiado maduro para a sua idade (segundo os sempre fiáveis métodos de datação usados pelos crentes no big bang), Space.com reportou a sua resposta: “E isso torna-o especial dizem is pesquisadores.

O título foi "Surpresa! Galáxias Antigas Ainda Parecem Novas.” Claro que isto deveria ser dito de forma reversa. O título deveria ser “Grupo de Galáxia Novo Aparenta Maturidade.”

O mais importante da história é que um grupo distante de galáxias com aparência de maturidade foi encontrado e datado como pertencendo a uma linha temporal em que o universo ainda era um adolescente, segundo os mitológicos 13,7 mil milhões de anos defendidos pelos crentes no big-bang.

O mais surpreendente é que, quando olhamos mais de perto para este aglomerado galáctico, muitas das galáxias já estabilizaram e não se parecem com as galáxias-formadoras-de-estrelas vistas no princípio do universo.
Vistas por quem? O artigo não diz.

O conjunto, catalogado como CL J1449+0856, foi observado pela "Very Large Telescope" (VLT) pertencente ao "European Southern Observatory" no "Paranal Observatory" no Chile. Tinha "todas as evidências de ser um conjunto de galáxias distante", mas parece-se com um objecto maduro, semelhante ao Conjunto de Virgo, o conjunto mais próximo (e rico) da Via Láctea.

Eles basearam a estimativa da sua idade na habilidade do grupo de galáxias de reter gás quente no seu centro - gás que liberta raios-X particulares.

Como é que os big-banguistas explicam a idade anómala ? A Space.com citou Raphael Gobat de Paris:

"Estes novos resultados suportam a ideia de que os aglomerados [de galáxias] maduros existiram quando o universo tinha menos de 1/4 da idade actual," afirmou Gobat.

"De acordo com a teoria corrente [big bang] tais aglomerados deveriam ser muito raros, portanto nós temos sorte em encontrar um. Mas se observações adicionais encontrarem muitas mais, então isto pode significar que o nosso entendimento do universo na sua fase inicial tem que ser revisto."

Convenientemente, Gobat não explicou como é possível que tenham existido galáxias maduras numa fase tão jovem do universo, e nem citou teoria alguma que tenha previsto o quão raros tais aglomerados deveriam ser.

A única coisa na qual eles estão de acordo é que a idade do aglomerado torna-o "especial".

Conclusão:

Este anuncio é mais um anúncio na longa lista de observações científicas que contradizem os milhões de anos e o mitológico "big bang" (vêr aqui, aqui, e aqui). Isto é quase como encontrar um idoso numa maternidade. Se isto continuar a acontecer, os bebés na maternidade é que vão passar a ser os "especiais".

Sim, se isso acontecer, então "o nosso entendimento do universo na sua fase inicial tem que ser revisto". A palavra chave aqui é "entendimento". As revisões incluem revisões gerais e revoluções científicas ou pequenos ajustes em áreas não claras?

Reparem no uso da palavra "nosso entendimento". "Nosso"? Existe um grupo de pessoas por este mundo cujo entendimento das origens do universo não precisa de constantes revisões/revoluções cada vez que é feita uma observação científica.

Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das Suas Mãos.
Salmo 19:1

Não admira que os militantes ateus evitem William Lane Craig

O problema da herança quantitativa ou poligenética

A selecção genética ou selecção de grupo são usadas para explicar características altruístas; características que são prejudiciais para o indivíduo mas benéficas para os outros.

Um dos grandes evolucionistas do século 20, o marxista Stephen Jay Gould, aceitou a validade destes mecanismos no entanto criticou a selecção genética.

A selecção [natural] simplesmente não pode ver genes e escolhê-los directamente. Ela usa corpos como intermediários. Um gene é um bocado de ADN escondido dentro duma célula. A selecção vê corpos.

Ela favorece alguns corpos porque são mais fortes, mais isolados, chegam mais cedo à maturidade sexual, mais ferozes em combate ou mais atractivos de se contemplar. ... Centenas de genes contribuem para a construção da maioria das partes corporais e a sua acção é canalizada através de uma série de influências ambientais caleidoscópicas.

As partes não são traduzidas em genes, e a selecção não opera directamente nas partes corporais. Ela aceita ou rejeita organismos inteiros porque conjuntos de partes, interagindo de formas complexas, conferem vantagem.
(Gould, 1980, "The Panda's Thumb", página 89-90)

Stephen Gould tem objecções contra a selecção genética porque os traços corporais observáveis não são o resultado de apenas um gene actuando isoladamente, mas sim o resultado de centenas de genes a agirem em unidade.

Isto está correcto da parte do evolucionista Gould, mas o que ele não se apercebeu é que o mesmo argumento pode ser usado contra toda a teoria da evolução.

Gould pôs o dedo na ferida duma das maiores dificuldades da genética evolutiva - o problema dos muitos genes. A maioria dos traços físicos são determinados por vários genes. Este fenómeno tem o nome de poligénica ou herança quantitativa. A disseminação deste fenómeno na biosfera é um problema grave para a mitologia neodarwinista.

Imaginem uma nova característica benéfica que surge devido a uma combinação rara de cinco genes. Devido à reprodução sexual cada gene tem 50% de hipóteses de vir a fazer parte da composição genética da descendência. Portanto, a característica que resultou dos cinco genes tem uma chance em 32 de ser herdada. Isto é uma probabilidade de 3%, e não os normais 50% quando apenas um gene está envolvido.

Se uma fêmea tem em média menos de 32 descendentes (o que é a norma entre os vertebrados superiores), então a característica poligénica desapareceria rapidamente. É devido a isso que os traços corporais que envolvam muitos genes são embaraçosos para a teoria da evolução.

Esta é a razão principal que leva os evolucionistas a dar explicações que envolvam apenas um gene. A "explicação" assume que uma característica ou traço equivale a um gene. Depois disto eles "explicam" a origem desse traço como a origem desse gene singular.

Este tipo de "explicação" é mais simples de fazer, e é por isso que os evolucionistas a usam com frequência.


Fonte: "The Biotic Message", página 193.

sábado, março 12, 2011

A vida é fruto do acaso?

(Fonte)*

Suponhamos que, chegando a uma ilha desabitada, encontramos uma estátua maravilhosamente esculpida. Certamente – concluiremos – esta ilha foi em tempos habitada ou, pelo menos, visitada por homens que ali deixaram aquela estátua.

Que diríamos, porém, se alguém quisesse troçar da nossa natural suposição e nos dissesse: Mas quê? Isso é uma explicação gratuita, devida simplesmente à tendência que tendes de interpretar antropomorficamente as coisas!

A estátua não é obra do homem! Foram as chuvas e os ventos que, primeiro, arrancaram da montanha o mármore; os agentes atmosféricos e os temporais que depois o trabalharam e, por fim, uma rajada violenta que a pôs de pé!
Quem poderia aceitar uma tal explicação sem renunciar ao mais elementar bom senso?

Mas, se o acaso é impotente para produzir uma estátua, que apenas é uma imagem da vida, como poderemos nós supor que o mesmo tenha produzido um organismo, inteiro e complexo, com todos os seus órgãos maravilhosos?

Victor Marcozzi in Deus e a Ciência.

Aviões deveriam se parecer com pássaros? Sim!

"Ou voa o gavião pela tua inteligência, estendendo as suas asas para o sul?"
Jó 39:26

O texto do site "Inovação Tecnológica" tem a seguinte frase:
Os aviões modernos voam bem mas, do ponto de vista da eficiência do combustível, eles teriam muito a ganhar se parecessem um pouco mais com os pássaros.
Por outras palavras, o ser humano, com toda a sua inteligência, sofisticação e engenharia não consegue chegar perto do fabuloso design que Deus criou.

Lendo notícias como estas, fica difícil de entender a posição de certos anti-religiosos que gritam histéricos não haver evidências para a existência de Deus. Se eles puserem de lado os livros de Dawkins e companhia, e abrirem livros científicos (e lê-los com uma mente crítica) eles irão encontrar incontáveis evidências para a existência de Deus.

Claro que isto assume que o homem anti-religioso se interessa pelas evidências, mas isso é refutado pelo simples facto dele ser anti-religioso.

Aviões-pássaros?

Embora ambos voem, aviões não se parecem muito com pássaros - a menos que você esteja imaginando um pássaro muito estranho ou um avião muito esquisito.

Mas será que aviões deveriam se parecer com pássaros? Ou, de outro modo, haveria algum benefício se o desenho dos aviões se aproximasse um pouco mais da aparência de um pássaro?

Geoffrey Spedding, da Universidade do Sul da Califórnia (EUA), e Joachim Huyssen, da Universidade Nordeste (África do Sul), acreditam que sim.

O objetivo dos dois engenheiros era descobrir formas de fazer com que os aviões consumam menos combustível. Para isso, eles abandonaram o desenho tradicional do "tubo com asas" e voltaram à estaca zero.

Sustentação e arrasto

Os pesquisadores projetaram uma aeronave simples e modular em três configurações: uma asa voadora individual, então asas mais um corpo e, em seguida, asas mais corpo e uma cauda.

Foram analisados os fluxos de ar em vários ângulos em relação às asas, corpo e cauda, em busca de formas de obter a maior sustentação - importante para o transporte de cargas - e o menor arrasto - importante para uma maior eficiência do combustível.

Os pesquisadores estabeleceram que, para qualquer proposta dada, em termos de capacidade de carga, autonomia etc., o melhor avião seria aquele que gerasse o menor arrasto possível.

As asas voadoras se mostraram a base fundamental ideal, mas impraticáveis - é difícil colocar carga e pessoas lá dentro. Então eles adicionaram um corpo para minimizar o arrasto e, mais importante, uma pequena cauda, que serve essencialmente para anular os distúrbios aerodinâmicos criados pelo corpo.

Cauda mínima

Infelizmente, a presença de um corpo diminui a sustentação e aumenta o arrasto. Em termos teóricos, isso pode ser resolvido com a adição de uma "cauda mínima".

Uma cauda mínima em relação às que os aviões atuais possuem - mas o resultado é que os aviões ficam muito mais parecidos com os pássaros.

Alguns anos atrás, um planador com cauda mínima foi testado com sucesso em voo, mas protótipos maiores para aviões comerciais nunca foram construídos.

"O ponto mais importante é que podemos estar desperdiçando grandes quantidades de combustíveis fósseis ao voar em aeronaves com projetos fundamentalmente sub-ótimos," diz Spedding.

"No mínimo, podemos mostrar que existe um projeto alternativo que é aerodinamicamente superior. Existe agora um imperativo para aprofundar esses projetos, e talvez outros, que poderão fazer uma diferença significativa para o nosso padrão global de consumo de energia," conclui ele.

sexta-feira, março 11, 2011

A Medicina e a "normalidade" do comportamento homossexual

(Fonte)

Alguns comentários médicos

Autores desse relatório: John Shea,MD, FRCP (C), Radiologist; John K. Wilson MD, FRCP (C), Cardiologist; Paul Ranalli MD, FRCP (C), Neurologist; Christina Paulaitis MD, CCFP, Family Physician; Luigi Castagna MD, FRCP (C), Paediatric Neurologist; Hans-Christian Raabe MD, MRCP MRCGP Internist; W. André Lafrance MD, FRCP (C), Dermatologist

1. Antecedentes.

Apesar da impressão dada pela mídia, o número real de homossexuais é bastante pequeno. Essencialmente, todas as pesquisas mostram que o número de homossexuais seja somente de 1-3% da população. O número de homossexuais vivendo em ‘parcerias de direito comum’ é até menor, somente 0.5% dos pares. Isso constrasta com 70% de todas as famílias com um casal casado. A pressão para introduzir casamentos do mesmo sexo vem de uma muito pequena parte da sociedade.

• De acordo com as Estatísticas do Canadá, 1.3% dos homens e 0.7% das mulheres consideraram-se homossexuais.
(www.statcan.ca/Daily/English/040615/d040615b.htm)

• Estudos recentes em muito diferentes países mostram que a prevalência da homossexualidade é menos que 3% da população: Em um estudo nos EUA, a prevalência da homossexualidade era estimada ser 2.1% dos homens e 1.5% das mulheres. (Gilman SE. Am J Public Health. 2001; 91: 933-9.) Um outro estudo dos EUA estimou a prevalência da população lésbica adulta ser 1.87% (Aaron DJ et al. J Epidemiol Community Health. 2003; 57 :207-9.) Em uma recente pesquisa Britânica, 2.8% dos homens foram classificados como homossexuais (Mercer CH et al. AIDS. 2004; 18: 1453-8). Em um recente estudo holandês 2.8% dos homens e 1.4% das mulheres tinham tido parceiros do mesmo sexo. (Sandfort TG et al. Arch Gen Psychiatry. 2001; 58 :85-91.) Em um estudo neozelandês, 2.8% dos jovens adultos foram classificados como homossexuais ou bissexuais. (Fergusson DM et al. Arch Gen Psychiatry. 1999; 56 : 876-80)

• Em 2001, havia mais de 8.3 milhões de famílias no Canadá, dos quais aproximadamente 6 milhões (70%) eram casais casados e 1.1 milhões casais em direito comum. O censo de 2001 foi o primeiro a fornecer dados sobre parceiras do mesmo sexo. Um total de 34,200 pares (ou 0.5% de todos os pares) identificou-se como pares do mesmo sexo em direito comum. (www.statcan.ca/Daily/English/021022/ d021022a.htm)

2. Riscos à saúde do estilo de vida homossexual.

A mídia retrata o estilo de vida homossexual como feliz, saudável e estável. Porém, o estilo de vida homossexual é associado com um grande número de muito sérias conseqüências à saúde física e emocional. Muitos relacionamentos homossexuais ‘comprometidos’ só sobrevivem uns poucos anos.

Isso levanta dúvidas se as crianças educadas em famílias do mesmo sexo estão sendo educadas em um ambiente protetor.

A. Há taxas muito altas de promiscuidade sexual entre a população homossexual com curta duração de relacionamentos ‘comprometidos’.

• Um estudo de homens homossexuais mostra que mais de 75% dos homens homossexuais admitiram terem sexo com mais de 100 diferentes homens em toda sua vida: aproximadamente 15% reclamaram ter tido 100-249 parceiros sexuais, 17% reclamaram 250-499, 15% reclamaram 500-999 e 28% reclamaram mais de 1,000 parceiros sexuais por toda a vida. (Bell AP, Weinberg MS. Homosexualities. New York 1978).
• Promiscuidade entre mulheres é menos extrema, mas é ainda maior do que entre mulheres heterossexuais. Muitas mulheres ‘lésbicas’ também têm sexo com homens. Mulheres lésbicas eram mais do que 4 vezes mais prováveis de ter tido mais do que 50 parceiros machos por toda a vida do que mulheres heterossexuais. (Fethers K et al. Sexually transmitted infections and risk behaviours in women who have sex with women. Sexually Transmitted Infections 2000; 76: 345-9.)

• Bem mais altas taxas de promiscuidade são observadas mesmo dentro de relacionamentos gays ‘comprometidos’ do que no casamento heterossexual: Na Holanda, relacionamentos homossexuais masculinos permancem, em media, 1.5 anos, e homens gays têm uma média de oito parceiros por ano fora de seus supostos relacionamentos “comprometidos”. (Xiridou M, et al. A contribuição de parcerias estáveis e casuais à incidência da infecção do HIV entre homens heterossexuais em Amsterdam. AIDS. 2003; 17: 1029-38.) Homens gays têm sexo com algum outro que seu parceiro primário em 66% dos relacionamentos no interior do primeiro ano, saltando para 90% dos relacionamentos depois de cinco anos. (Harry J. Gay Couples. New York. 1984)

• Em uma pesquisa online entre aproximadamente 8,000 homossexuais, 71% dos relacionamentos do mesmo sexo permaneceram menos do que oito anos. Somente 9% dos relacionamentos do mesmo sexo permaneceram mais do que 16 anos. (2003-2004 Gay & Lesbian Consumer Online Census; www.glcensus.org)

• As altas taxas de promiscuidade não são surpreendentes: autores gays admitem que a ‘liberação gay foi baseada … na irmandade sexual da promiscuidade’. (Rotello G. Sexual Ecology. New York 1998)

B. Entre homossexuais, práticas sexuais de mais alto risco tais como sexo anal são muito comuns.

• A maioria dos homens homossexuais (60%) engaja-se em sexo anal, freqüentemente sem preservativos e mesmo que saibam que são HIV positivo. (Mercer CH et al. Prevalência crescente de parcerias masculinas homossexuais e práticas na Grã-Bretanha 1990-2000. AIDS. 2004; 18: 1453-8) Como resultado, um grande número de doenças são associadas com o intercurso anal, muitas das quais são raras e mesmo desconhecidas na população heterossexual tais como: câncer anal, Chlamydia trachomatis, Cryptosporidium, Giárdia lamblia, vírus da Herpes simples, HIV, vírus papilloma humano, Isospora belli, Microsporidia, Gonorréia, Sífilis, Hepatite B e C e outras. (www.netdoctor.co.uk; www.gayhealthchannel.com; )

• Há um significante aumento no risco de contrair HIV quando se engajando em sexo anal. Jovens homens homossexuais na idade entre 15-22, que já tiveram sexo anal têm cinco vezes maior risco de contrair HIV do que aqueles que nunca se engajaram em sexo anal. (Valleroy L, et al. HIV prevalence and associated risks in young men who have sex with men. JAMA. 2000; 284: 198-204.)

• O termo ‘barebacking’ refere-se ao intencional sexo anal inseguro. Em um estudo de homens gays HIV-positivo, a maioria dos participantes (84%) reportou engajar-se em barebacking nos últimos três meses, e 43% dos homens reportaram recente sexo desprotegido com um parceiro que mais provavelmente não está infectado com HIV, portanto botando um outro homem em risco de contrair o HIV. (Halkitis PN. Intentional unsafe sex (barebacking) among HIV-positive gay men who seek sexual partners on the Internet. AIDS Care. 2003; 15: 367-78.)

• Enquanto muitos homossexuais estão cientes do risco do HIV, um grande número não está ciente do risco de contrair DST’s não-HIV, muitas das quais têm sérias complicações ou podem não ser curáveis. (K-Y lubricant and the National Lesbian and Gay Health Association survey)

• Enquanto ‘sempre’ o uso de preservativo reduza o risco de contrair HIV por volta de 85%, Preservativos, mesmo quando usados em 100% do tempo, falham em dar níveis adequados de proteção contra muitas das DST’s não-HIV tais como Sífilis, Gonorréia, Chlamydia, Herpes, verrugas genitais e outras. O único sexo seguro é, com exceção da abstinência, monogamia mútua com um parceiro não infectado. (Sex, Condoms, and STDs: What We Now Know. Medical Institute for Sexual Health. 2002)

C. Homossexuais têm taxas muito altas de infecções sexualmente transmitidas tais como HIV que representam uma maior carga ao serviço de saúde.

• Mais de 70% de todos os diagnósticos de AIDS no Canadá em adultos sobre a idade de 15 depois de junho de 2004 foram em homens homossexuais (13,019 fora de 19,238). 60% de todos os testes de HIV positivo são encontrados em homens homossexuais. Isso contrasta com simplesmente mais de 15% de todos os testes HIV positivos que são devidos ao contato heterossexual. (Public Health Agency of Canada. HIV and AIDS in Canada. November 2004).

• O recentemente observado dramático aumento na sífilis em muitas grandes cidades tais como Los Angeles, San Francisco, mas também em Londres e Manchester, no Reino Unido são na maioria observados em homens homossexuais. (Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Tendências em primária e secundária sífilis e infecções de HIV em homens que têm sexo com outros homens. MMWR 2004; 53: 575-8. and Nicoll A. Are trends in HIV, gonorrhoea, and syphilis worsening in western Europe? BMJ 2002; 324:1324-7.)

D. Há taxas elevadas de doenças mentais entre a população homossexual comparada à população geral. Muitos estudos mostram muito mais altas taxas de doenças psiquiátricas, tais como depressão, tentativas de suicídio e abuso de drogas entre homossexuais do que entre a população geral. O estilo de vida homossexual é associado com uma expectativa de vida abreviada em mais de 20 anos.

• Em um estudo na Nova Zelândia, dados foram recolhidos em uma amplitude de doenças psiquiátricas entre jovens gays, lésbicas e bissexuais. Na idade de 21, homossexuais e bissexuais estavam em quatro vezes maior risco de maior depressão e desordem de conduta, cinco vezes maior risco de dependência de nicotina, duas vezes maior risco de abuso ou adição de substância e seis vezes mais prováveis de ter tentado o suicídio. (Fergusson DM et al. Is sexual orientation related to mental health problems and suicidality in young people? Arch Gen Psychiatry. 1999; 56: 876-80.)

• Em um recente estudo norte-americano da saúde mental dos homossexuais, foi encontrado que homens gays e bissexuais tinham um risco aumentado em três vezes de maior depressão e cinco vezes maior risco de desordem do pânico. Eles eram três vezes mais prováveis a avaliar sua saúde mental como somente ‘moderada’ ou ‘pobre’ e para experimentar altos níveis de sofrimento. Mulheres gays e bissexuais tinham um risco de quase quatro vezes mais de desordem de ansiedade geral e ambos grupos eram mais do que três vezes mais prováveis do que a população geral a exigir tratamento em um ambiente de saúde mental. (Cochran S. et al. Prevalence of mental disorders, psychological distress, and mental health services use among lesbian, gay, and bisexual adults in the United States. J Consult Clin Psychol. 2003; 71 :53-61.)

• É reclamado que as altas taxas de doenças mentais entre homossexuais são resultado de ‘homofobia’. Porém, mesmo na Holanda, que tem sido bem mais tolerante aos relacionamentos do mesmo sexo e que recentemente legalizou os casamentos do mesmo sexo, altos níveis de doença psiquiátrica, incluindo maior depressão, desordem bipolar (‘depressão maníaca’), agorafobia , desordem compulsiva obsessiva e adição de drogas são encontradas. (Sandfort TG, et al. Same-sex sexual behavior and psychiatric disorders: findings from the Netherlands Mental Health Survey and Incidence Study (NEMESIS). Arch Gen Psychiatry. 2001; 58 :85-91.)

• Além disto, se a ‘homofobia’ e preconceitos foram a causa das altas taxas de desordens psiquiátricas e tentativas de suicídio entre homossexuais, alguém similarmente esperaria encontrar mais altas taxas de suicídio e suicídio entre minorias étnicas expostas ao racismo. Porém, isso não é usualmente o caso.

• Em um estudo em Vancouver, a expectativa de vida na idade dos 20 anos para homens gays e bissexuais é de 8 a 20 anos menos do que para todos homens. Se o mesmo padrão de moralidade continuasse, estima-se que aproximadamente metade dos homens gays e bissexuais atualmente na idade dos 20 anos não atingirão seu 65º aniversário. (Hogg RS et al. Modelling the impact of HIV disease on mortality in gay and bisexual men. International Journal of Epidemiology.1997; 26:657-61)

3. Homossexualidade e pedofilia.

Quaisquer tentativas de legalizar o casamento gay deveriam estar ciente do vínculo entre homossexualidade e pedofilia. Enquanto a maioria dos homossexuais não estão envolvidos com pedofilia, é de grave preocupação que há um desproporcionalmente muito maior número de homossexuais entre pedófilos e uma coincidência entre o movimento gay e o movimento para tornar a pedofilia aceitável

• Um exemplo histórico bem conhecido sobre o vínculo entre homossexualidade e pedofilia é encontrado na Grécia antiga. A mitologia grega é saturada com histórias de pedofilia e o a literatura grega antiga glorifica a pedofilia. O grupo etário de meninos que eram usados para o ‘prazer sexual’ era provável no limite de 12-17. A prostituição masculina era muito comum com bordéis em que garotos e homens jovens ficavam disponíveis. Há evidência de um extensivo comércio de garotos. (Churchill W. Homosexual Behavior among Males. Hawthorn. New York. 1967)

• Há vínculos entre pedofilia e homossexualidade. O cientista político Prof. Mirkin escreveu em um jornal que: ‘organizações pedófilas eram originalmente parte da coalizão gay/lésbica …’ (Mirkin H. The pattern of sexual politics: feminism, homosexuality and pedophilia. Journal of Homosexuality 1999; 37: 1-24.). Há um coincidência entre o ‘movimento gay’ e o movimento para tornar a pedofilia aceitável através de organizações tais como a Associação Norte Americana de Amor Homem/Menino (NAMBLA), como admitida por David Thorstad, co-fundador do NAMBLA escrevendo no Journal of Homosexuality. (Thorstad D. Man/boy love and the American gay movement. Journal of Homosexuality. 1990; 20 : 251-74)

• O número de homossexuais em essencialmente todas as pesquisas é menor que 3%. (As estatísticas do Canadá descobriram que somente 1% da população se descreveu como homossexual.) Porém, a percentagem de homossexuais entre pedófilos é 25%. (Blanchard R et al. Fraternal birth order and sexual orientation in pedophiles. Archives of Sexual Behavior 2000; 29: 463-78.) Portanto, a prevalência da pedofilia entre homossexuais é cerca de 10-25 vezes mais alta do que alguém esperaria se a proporção de pedófilos fosse igualmente distribuída no interior das populações heterossexuais e homossexuais.

4. ‘Casamento Gay’.

Ativistas gays reclamam que não há diferença entre crianças educadas em um lar homossexual em oposição a uma família heterossexual. Porém, essencialmente todos os estudos que mostram que não há nenhuma diferença foram criticados por causa de pobre qualidade de pesquisa. Apesar das desvantagens, os estudos parecem sugerir que as crianças educadas por pais do mesmo sexo podem ser mais sexualmente promíscuas e mais prováveis de se tornarem homossexuais.

• Em uma análise de todos os estudos que objetivam descobrir nenhuma diferença entre crianças educadas em famílias por pais do mesmo sexo e pais de diferente sexo, maiores falhas metodológicas foram notadas. Por exemplo, os estudos têm muito pequenos tamanhos de amostras, seleção de amostra induzida, ou falta de grupos de controle. (P. Morgan, Children as Trophies? Christian Institute. Newcastle upon Tyne, 2002)

• Apesar das limitações dos estudos de paternidade do mesmo sexo algumas diferenças são encontradas. Crianças educadas com pais do mesmo sexo são mais prováveis de se tornarem sexualmente promíscuas e são mais prováveis de se tornarem elas mesmas homossexuais. (Riggs SC. Coparent or Second-Parent Adoption by Same-Sex Parents. (letter) Pediatrics 2002; 109: 1193-4.)

• Porém, a principal preocupação permanece a inerente instabilidade de casamentos do mesmo sexo. Na pesquisa holandesa mencionada acima, a duração média de uma parceria ‘comprometida’ homossexual foi de somente 1.5 anos. Na mencionada pesquisa de quase 8,000 gays, 71% dos relacionamentos não permaneceram por 8 anos. Além disto, violência entre parcerias homossexuais é duas ou três vezes mais comum do que em relacionamentos heterossexuais. Um tal ambiente não fornece estabilidade requerida para se educar crianças. O ex-homossexual Stephen Bennett que é casado com sua esposa e tem dois filhos declara: ‘Garantir aos homossexuais o direito de se casarem ou adotarem crianças é deliberadamente criar famílias disfuncionais.’

5. Evidência biológica a respeito do desenvolvimento de gênero.

Apesar de toda a impressão dada pela mídia, a homossexualidade não é uma condição inteiramente inata nem é imutável. O assim-chamado ‘gene gay’ nunca foi encontrado. Há estudos que mostram que é possível mudar a orientação sexual de predominantemente homossexual para predominantemente heterossexual.

• Uma recente revisão por autores simpáticos ao movimento gay mostra claramente que o desenvolvimento homossexual não pode ser somente determinado por genes. Evidência da biologia mostra claramente que gays não nascem simplesmente dessa forma. As influências ambientais representam um significante papel no desenvolvimento da identidade de gênero e comportamento sexual. (Bailey JM. Biological perspectives on sexual orientation. In: Garnets LD and Kimmel DC: Psychological perspectives on lesbian, gay, and bisexual experiences. Columbia University Press, New York. 2003)

• Não há qualquer evidência convincente para um ‘gene gay’. Realmente, se houvesse um ‘gene gay’, aqueles que carregassem ele provavelmente estariam em uma desvantagem no no processo de evolução da seleção natural: ‘Se houvesse um gene gay’ esse gene causaria um problema significante: a homossexualidade é associada com baixa fertilidade, realmente se um homossexual tem somente sexo com pessoas do mesmo sexo, ele não terá prole.’ (Bailey JM. Biological perspectives on sexual orientation. 2003)

• Uma forma de descobrir se uma condição é geneticamente determinada é examinar o comportamento de gêmeos idênticos (quem tem o mesmo material genético) e comparando-os com gêmeos não-idênticos. È assumido que gêmeos crescem no mesmo ambiente. Havia vários estudos investigando se os irmãos gêmeos de homens homossexuais são também homossexuais. Concordância (ambos gêmeos idênticos sendo homossexuais) foi encontrada em somente 25-50% de pares de gêmeos idênticos. ‘Genes’, portanto, não podem explicar inteiramente orientação homossexual e comportamento. (Pillard RC and Weinrich JD. Evidence of familial nature of male homosexuality . Archives of General Psychiatry. 1986: 42; 808-12. King M and McDonald E. Homosexuals who are twins. A study of 46 probands. British Journal of Psychiatry. 1992; 160: 407-9.)

• Recentemente, um estudo foi publicado pelo Professor Spitzer, um proeminente psiquiatra. Ele é visto com um campeão histórico de ativismo gay por representar um papel chave na remoção da homossexualidade do manual psiquiátrico de desordens mentais em 1973. Em seu estudo, ele examinou se uma orientação predominantemente homossexual, determina, em indivíduos, resposta à terapia. Ele examinou 200 entrevistados de ambos gêneros que reportaram mudanças de orientação homossexual para heterossexual, permanecendo 5 anos ou mais. Ele escreve: ‘Embora inidicalmente cético, no curso do estudo, o autor se tornou convencido da possibiliade de mudança em alguns homens gays e lésbicas.’ Embora exemplos de mudança "completa" na orientação não fosse comum, a maioria dos participantes reportou mudança de uma predominantemente ou exclusivamente orientação homossexual antes da terapia para uma predominantemente ou exclusivamente orientação heterossexual no ano passado como um resultado de terapia reparativa.

Esses resultados pareceriam contradizer a posição de enunciados das maiores organizações de saúde mental nos Estados Unidos, que reclamam que não há base científica em acreditar que a psicoterapia efetiva em endereçar a atração do mesmo sexo. (Spitzer RL. Can some gay men and lesbians change their sexual orientation? 200 participants reporting a change from homosexual to heterosexual orientation. Arch Sex Behav. 2003; 32: 403-17; discussion 419-72. – further evidence see www.narth.com)

6. Benefícios do casamento tradicional.

Há significantes benefícios do casamento (heterossexual) para o indivíduo e a sociedade. Casais casados heterossexualmente são, em média, mais saudáveis, têm menores problemas psicológicos e vivem mais do que indivíduos coabitantes ou solteiros. A política do Governo, portanto, deveria apoiar e fortalecer o casamento heterossexual.

• Em análises pelo Professor Oswald, Professor de Economia na Universidade Warwick, Reino Unido, descobriu-se que o casamento reduz a mortalidade. O excesso de mortalidade de homens que não são casados é similar ao excesso de mortalidade por fumo. O casamento tem um efeito muito mais importante na longevidade do que o rendimento. Para homens, o efeito é positivo e substancial. Quase exatamente compensa as grandes (negativas) conseqüências do fumo. Para mulheres, o efeito é aproximadamente metade da proporção do efeito de fumar.

• O casamento é associado com maior felicidade, menor depressão, menor abuso de álcool e menor fumo. O casamento fornece um efeito benéfico em termos de reduzir o abuso de álcool especialmente para homens e reduzir depressão tanto em homens quanto em mulheres.

• Benefícios à saúde do casamento parecem ser limitados ao casamento. A coabitação não confere o mesmo grau de benefício do casamento. O casamento formal parece mesmo ser importante. Em uns poucos estudos que comparam o casamento e a coabitação, os resultados tendem a mostrar um efeito benéfico de estar casado. (Gardner J, Oswald A, Is it Money or Marriage that Keeps People Alive? August 2002. Wilson CM and Oswald AJ: How Does Marriage Affect Physical and Psychological Health? A Survey of the Longitudinal Evidence. (January 2002; both papers available on Prof Oswald’s website – see ‘further reading’)

7. Efeitos adversos do colapso das famílias.

Há uma abundância de evidência ligando o colapso das famílias com muitas conseqüências adversas à saúde para crianças e à sociedade como um todo. A política do Governo, portanto, deveria ser para fortalecer o casamento baseado na família de marido e mulher. ‘Casamentos gays’, com sua inerente instabilidade, contribuirão para muitos efeitos adversos que o colapso da família tem nas crianças e na sociedade como um todo.

• Na origem de muitos dos problemas que nós vemos em crianças e adultos jovens – tais como dificuldades emocionais e comportamentais, performance pobre na escola, abuso de substâncias, sexualidade precoce na adolescência, incluindo gravidez na adolescência e delinqüência juvenil – está o crescimento dramático na dissolução da família e ‘modificação de relacionamento’ de pais, contrariamente a afetar suas crianças (Para uma visão geral ver: Rebecca O’Neill. Experiments in living. CIVITAS. 2002)

• Como um resultado de colapso familiar, crianças têm em media mais doenças incluindo mais alta mortalidade, problemas emocionais (incluindo uma taxa de suicídio mais alta).

• Crianças de famílias rompidas têm performance mais pobre na escola incluindo performance mais pobre em matemática, leitura e escrita.

• Crianças de famílias rompidas são mais prováveis a viver na pobreza. Como resultado de colapso da família, muitas famílias de pais solteiros vivem na pobreza.

• Crianças de famílias rompidas são também mais prováveis de ter problemas com abuso de substâncias e saúde sexual pobre incluindo gravidez na adolescência.

• Além disto, crianças de lares rompidos são mais prováveis de estar se engajando em atividade criminal e são desproporcionalmente mais representados na população carcerária.

• Em um estudo de mais de 170 cidades norte-americanas, um claro vínculo entre taxa de divórcio e crime foi descoberto. Baixas taxas de divórcio eram associadas com taxas reduzidas de crime. (Sampson RJ, Crime in Cities. Tonry & Morris eds., Crime and Justice, Chicago 1992)

Leitura posterior

Health risks of gay sex: www.corporateresourcecouncil.org/white_papers/Health_Risks.pdf
Effects of family breakdown on children and society by CIVITAS, London, UK: www.civitas.org.uk/pdf/Experiments.pdf
Marriage research (by Prof Andrew Oswald): www2.warwick.ac.uk/fac/soc/economics/staff/faculty/oswald/
Therapy of homosexual orientation: www.narth.com (National Association for Research and Therapy of Homosexuality).

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