quarta-feira, junho 30, 2010

"Retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais"

Consequências da "educação sexual" (versão ateísmo) que os secularistas querem impor nas escolas.
Expresso - 28 Mai 05

‘Carta aberta aos pais portugueses’

WILLIAM Coulson é investigador em Etnopsicologia. Durante 17 anos foi consultor para as questões das Dimensões Humanas do Programa de Educação Médica da Universidade de Georgetown, nos EUA. Com doutoramentos em Filosofia e em Aconselhamento Psicológico, Coulson foi investigador associado de Carl Rogers. Em conjunto escreveram 17 volumes sobre psicologia e educação humanística. Neste artigo, Coulson conta que as suas teorias e de Rogers ganharam adeptos entre os técnicos de educação da SIECUS, um grupo que desenvolve os currículos de educação sexual enviados às delegações nacionais da IPPF (órgão internacional que reúne as associações de planeamento para a família). Coulson dedica hoje o seu tempo a falar a católicos e protestantes sobre os efeitos nefastos das suas teorias. Esteve em Portugal em Novembro, a alertar para os materiais de educação sexual portugueses que diz serem baseados nas filosofias que agora rejeita.

O MEU nome é William Coulson. Doutorei-me em Psicologia e Filosofia e, nos anos 60 e 70, fui colaborador muito próximo de Carl Rogers, o psicólogo americano de fama mundial. É conhecido que nós os dois coordenámos a edição de uma série de 17 livros promovendo uma nova técnica da psicologia chamada «Clarificação de Valores». O nosso objectivo era aumentar o bem-estar e a auto-estima das crianças, mas o que realmente aconteceu foi algo completamente diferente. A dada altura, desenvolvemos um currículo de educação sexual baseado nos jogos de clarificação de valores, o que incluía actividades em que as crianças eram convidadas a falar abertamente sobre sentimentos e desejos de natureza sexual.

Experimentámos esta nova técnica nas escolas dirigidas pela ordem do Imaculado Coração, na Califórnia. No início da experiência, a ordem tinha 58 escolas e 600 freiras. Em 2002, a BBC exibiu um documentário sobre a nossa experiência e o balanço que fazia era este: «O efeito da experiência foi um verdadeiro cataclismo. Em menos de um ano, 300 freiras - metade do convento - pediram ao Vaticano para serem dispensadas dos seus votos e, seis meses depois, o convento fechou as portas. Tudo o que restou foi um pequeno grupo de freiras… que se tornaram lésbicas radicais». Se o efeito sobre adultos é este, qualquer pessoa pode imaginar qual o efeito sobre crianças.

Eu poderia dar-lhes muitos dados e contar-lhes muitas histórias. A título de exemplo, conto a história da Carolyn (não é o seu verdadeiro nome), uma aluna que no sexto ano seguiu um programa de clarificação de valores. Carolyn aprendeu a tomar decisões autónomas sobre todo o tipo de coisas, incluindo algumas matérias sobre as quais ela não devia sequer pensar e muito menos ter a possibilidade de experimentar.

Tal como os outros alunos dos programas de clarificação de valores, ela aprendeu a fazer escolhas autónomas e sinceras no seu quadro próprio de valores. Como disse um dos seus colegas no funeral, Carolyn acabou por se convencer que só poderia estar segura de que as suas decisões eram autónomas caso fizesse aquilo que os adultos lhe diziam para não fazer.

Acabou por achar que o maior prazer da vida era fazer o que as pessoas proíbem. Como resultado disso, num certo dia de Março, saiu da escola num intervalo com um colega e o seu tio passador de droga. Nas margens de um rio, tomou droga, foi violada e depois lançada ao rio. O corpo da criança encantadora e inteligente (ela era a chefe de turma) só apareceu três semanas depois.

Para nós, desde a experiência nas escolas das freiras, era evidente que a nossa técnica psicológica não era boa nem para as crianças nem para os adultos. Ficou claro que tínhamos desenvolvido um instrumento perigoso para a saúde dos jovens, que em vez de os enriquecer os destruía.

Essa não era a nossa intenção, mas foi o que aconteceu. Infelizmente, as nossas teorias (ou uma versão delas, ainda mais extrema, promovida por Louis Raths) tornaram-se muito populares entre os técnicos de educação sexual da SIECUS, um grupo americano que desenvolve currículos de educação sexual que depois são espalhados pelo mundo inteiro pelas delegações nacionais de uma organização chamada IPPF.

Em 1983, num dos seus livros, Carl Rogers descreveu as nossas experiências como um «padrão de fracasso». Contudo, depois da sua morte, o editor (que publica livros para professores e alunos de ciências da educação) reeditou o livro removendo todas as referências ao «padrão de fracasso».

Parte deste padrão é o muro de silêncio que se constrói em torno dos seus resultados trágicos. Ainda assim, tanto hoje como então (embora não tão frequentemente quanto deveria), a realidade por vezes vem à tona. Em 1998, o «The New York Times» publicou um artigo intitulado «EUA acordam para uma epidemia de doenças sexuais».

Nesse artigo, a dr.ª Judith Wasserheit, especialista em doenças sexualmente transmissíveis (DST) e ex-directora da Divisão de Prevenção de DST do US Center for Disease Control, disse ao «Times» que aquilo que se está a passar nos EUA é um «desastre nacional». Disse ainda que «a maioria dos americanos nem sequer tem consciência de que está perante uma epidemia».

Na realidade,, lentamente vai crescendo a consciência relativamente a esse facto. E talvez, bem mais cedo do que podem pensar, os portugueses descubram que algo de semelhante se está a passar com os seus filhos. Em Novembro de 2004, estive em Portugal a estudar os materiais de educação sexual enviados para as escolas em 2000. Fiquei aterrado.

Talvez não haja em todo o mundo um currículo mais influenciado pelas ideias que eu e Carl Rogers testámos nos anos 60. Escrevo, pois, esta carta como um apelo. Eu sei o que vai acontecer às crianças de Portugal caso se apliquem nas escolas actividades baseadas nos jogos de clarificação de valores.

Estou certo de que vocês gostam muito dos vossos filhos. Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo.

Califórnia, 20 de Maio de 2005

Travesti mata homem que lhe negou gorjeta

O ceticismo que as pessoas tem em relação à homossexualidade por vezes é justificado. Claramente este homem não era mentalmente são.

Homem é morto com espeto de churrasquinho após se negar a dar esmola a travesti

Um homem foi assassinado, no fim da tarde desta sexta-feira (25/6), por volta de 17h30, após se negar a dar esmola a um travesti, na saída de um mercado, em Taguatinga. As informações são da 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro).

De acordo com registros do boletim de ocorrência, José Maviael do Amaral, de 56 anos, saía do Supercei, na QNG 2, quando foi abordado por Adriano Garcez Silva, conhecido como Paloma, 33. Após ter tido o pedido de esmola negado, o travesti pegou um espeto de churrasco e acertou José na virilha. Segundo a delegacia, a vítima chegou a ser socorrida ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT), mas não resistiu ao ferimento.

Ao verem o ocorrido, os segurança do mercado prenderam o autor e o levaram para a 12ª DP, onde Adriano Silva prestou depoimento e foi autuado por homicídio doloso. Esta manhã, o travesti foi levado para a Delegacia de Polícia Especializada (DPE), onde deve aguardar julgamento. Caso seja condenado, pode pegar de 12 a 30 anos de prisão. (*)

(*) A homofobia não pode ser criminalizada, pois não é antinatural. Pelo contrário, diante de acontecimentos como esse, revelando como travestis são psicopatas perigosos, é bastante natural que o ser humano normal os evite por absoluta prudência. Quero ver agora se os gays vão espernear agora pedindo pela criminalização da homofobia, com mais um registro claro de heterofobia.

A loucura do planejamento do homem

Famílias cristãs modernas têm geralmente 2 filhos. Não é raro ver mulheres solteiras com três ou quatro filhos gerados de diferentes homens. Homens solteiros com vários filhos gerados com várias mulheres são uma crescente realidade moderna. Esse é o legado horrendo do planejamento familiar.
A pregação de planejamento familiar, iniciada pela teosofista lésbica Annie Besant na Inglaterra predominantemente protestante do século XIX, alcançou seu objetivo: hoje a Inglaterra é muito, muito menos cristã, e os homens e as mulheres são muito menos propensos a se casar. Dos que se casam, o padrão é dois filhos no máximo.
Margaret Sanger, inventora do termo “controle da natalidade” no inicio do século XX, já dizia que o controle da natalidade eventualmente destruiria o Cristianismo. Olhando para a Inglaterra, ninguém duvida de Sanger, fundadora da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que é hoje a maior organização de aborto do mundo.
Assim como na Inglaterra, a febre do planejamento familiar, lançada por líderes da Nova Era, se espalhou como incêndio em todos os países protestantes. Depois, vieram as idéias de purificação racial e controle populacional no mesmo rastro. Os nazistas alemães e os comunistas soviéticos se beneficiaram muito dessas idéias.
Se a meta da agenda do controle populacional era doutrinar as famílias a ter dois filhos, o sucesso foi total, pelo menos na Europa e nos EUA. Mas no rastro surgiu um quadro sombrio.
Com a separação do sexo da procriação, veio o desprezo pelo casamento. Com o desprezo pelo casamento, vieram as liberdades sexuais, onde um homem faz sexo com quem quer, sem nenhuma responsabilidade conjugal. O resultado, como já vimos, são muitos e crescentes casos de mulheres solteiras que têm vários filhos de diferentes homens. E casos igualmente bizarros de homens que, como beija-flores pervertidos polinizando por aí, saem pela vida engravidando uma mulher atrás da outra.
Conheci um homem que, quando jovem e sem Deus, vivia despreocupado com casamento, apenas se ocupando com os prazeres, que lhe renderam oito filhos com oito diferentes mulheres. Já idoso, ele se volta para Deus e se torna pastor.
Mas há casos de homens muito mais jovens que também podem se gabar de terem oito ou mais filhos com diferentes mulheres. São crianças com vários irmãos que nunca terão o amor de um pai normal, enquanto seus pais prosseguem suas insanas disputas por novas mulheres para engravidar.
No final, uma multidão enorme de bebês ilegítimos, de diferentes pais e mães, é abortada ou recebe permissão de nascer. E as estatísticas para crianças nascidas fora do casamento e família natural não são bonitas: 70% dos delinqüentes vêm dessas relações irresponsáveis.
Em tempos passados, levava uma vida inteira para um homem depravado engravidar várias mulheres. Hoje, com sexo muito mais fácil e grátis, homens jovens podem engravidar uma variedade de mulheres em tempo mais curto, e o resultado é sempre vários abortos ou filhos ilegítimos.
Em vez de corrigir o problema valorizando a família natural e estabelecendo punições para condutas irresponsáveis, os engenheiros sociais preferem redefinir a família, removendo seu sentido original de “pai e mãe casados com filhos gerados por eles” para beneficiar qualquer agrupamento deformado, independente de casamento, composto por:
* Um homem e mulher amigados criando filhos de relacionamentos anteriores.
* Um homem divorciado com uma mulher divorciada criando filhos de casamentos anteriores.
* Um homem com outro homem criando filhos dos outros.
Esses grupos deformados, que são extremamente problemáticos, são englobados como “família” em culturas doentes, e não é de admirar que os governos digam que a “família” está com “problemas”. Provavelmente, os governos queiram propositadamente a classificação desses grupos deformados como “família” a fim de ter plenos poderes e pretextos para interferir, mutilar, traumatizar, desestruturar, danificar, desfigurar e destruir o poder da família natural.
Em vez de promover o crescimento da família natural, governos maliciosos e oportunistas promovem o crescimento de grupos deformados e sua valorização como “família”. Em vez de valorizar o aumento de bebês nascidos em famílias naturais, governos irresponsáveis, com sua doutrina de controle populacional, acabam promovendo explosão de abortos e nascimentos ilegítimos.
A doutrina do planejamento familiar conseguiu pois diminuir drasticamente o número de casamentos nos países ocidentais. Conseguiu também diminuir drasticamente o número de filhos nos casamentos formais hoje, que estão diminuindo. Mas no processo provocou o descontrole das relações sexuais e uma procriação desenfreada de homens e mulheres que nada querem com o casamento.
A doutrina do controle populacional, que está reduzindo os casamentos e famílias, vem provocando uma explosão inédita de filhos sem pai e sem família. Enquanto o número de casamentos diminui, o número de bebês ilegítimos cresce sem parar.
O amplo acesso ao aborto legal nos países ocidentais tem, por enquanto, conseguido maquear a enormidade de seus problemas demográficos, pois muitas mulheres que deveriam estar com 8 ou mais filhos com homens diferentes são solteiríssimas e sem filhos, prosseguindo “normalmente” suas carreiras e vida sexual ativa. O preço da liberdade sexual é um imenso derramamento de sangue que é impossível medir.
Ao homem que não quer engravidar mulher após mulher, só resta a opção do sexo anal (homossexual) e se tornar outra peça no esquema do controle populacional para destruir o casamento natural, colaborando para as muitas reivindicações gays de desfiguração da família natural.
Sexo, qualquer sexo, é promovido hoje, desde que mutile, traumatize, desestruture, danifique, desfigure ou até destrua filhos, valores, Cristianismo, casamento e família. Não é a toa que a Federação Internacional de Planejamento Familiar esteja empenhada em promover o aborto, o homossexualismo, o feminismo e a educação sexual nas escolas.
As conseqüências já estão aí. E nas próximas décadas, mais conseqüências virão. Por conta do número reduzido de filhos, a Europa está em processo de dominação de famílias muçulmanas grandes. Mas as perguntas mais urgentes dos líderes europeus nos próximos anos são: com uma população de jovens trabalhadores cada vez mais reduzida, como sustentar o sistema de previdência social? O que fazer com o número enorme de idosos que não para de crescer? A Holanda, que outrora era uma forte nação protestante, já deu a resposta oficial: eutanásia.
A Holanda, religiosamente fiel à doutrina do controle populacional, tem sido pioneira em casamento homossexual, adoção de crianças por casais gays, aceitação legal da maconha e outras drogas, etc. Além da eutanásia, a Holanda tem procurado exportar o aborto para outros países, por meio do seu infame barco do aborto. E por amor à diversidade e à demoniocracia, a Holanda tem a desonra de ter o primeiro partido pedófilo do mundo, composto majoritariamente por pedófilos homossexuais.
A Holanda e outros países modernos espelham bem o cumprimento do desejo de Margaret Sanger: o controle da natalidade destrói as igrejas cristãs e sua influência na sociedade.
Esse é o preço da aceitação do planejamento do homem. Esse é o preço da rejeição do planejamento de Deus.
Casar e ter vários filhos dentro do casamento é loucura, dizem os loucos deste mundo. Mas esta é a “loucura” do planejamento de Deus, onde Deus chama de “bênçãos” filhos e seu aumento nas famílias. Não casar e encher a terra de sangue de filhos ou enchê-la de filhos traumatizados sem pai, sem família e sem direção moral: essa é a loucura do planejamento do homem sem Deus. Esse é o legado do planejamento familiar.
Versão em inglês deste artigo: The folly of man’s planning

terça-feira, junho 29, 2010

Pelo 5º Ano Consecutivo, Moscovitas para homossexuais: “Nyet!”

Os Moscovitas não parecem intimidados pelo lobby pró-homossexualismo que permeia as grandes instituições mundiais.

Para todos aqueles que estão furiosos (furiosos!) com a decisão dos moscovitas, aconselho-vos a verem estas imagens e a verem o porquê de não ser boa ideia deixar tais que tais "eventos" se realizem.

Aviso-vos que são bastante gráficas.

Matthew Cullinan Hoffman
MOSCOU, Rússia, 25 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Pelo quinto ano consecutivo, a prefeitura da cidade de Moscou resistiu aos grupos homossexuais internacionais de pressão política e recusou dar autorização para uma parada do “orgulho gay”.

Nokolai Alexeiv, o organizador do evento, disse que a autorização fora negada por causa de riscos para a ordem pública, bem como preocupações de segurança.

Seria de esperar que após 5 anos de negas, os homossexuais se dedicassem a outras coisas, mas pelos vistos eles fazem questão que toda a cidade veja a sua "parada de orgulho gay". Isto pode revelar alguns sintomas ao nível psicológico.
As marchas do orgulho gay são muitas vezes palco de depravação pública, em que participantes violam leis contra nudez e praticam atos sexuais simulados e até mesmo reais em público. A prefeitura denunciou a conduta homossexual como “satânica” e disse que espalha doenças.
Confirmado por estas imagens.
A recusa da prefeitura de Moscou de permitir marchas homossexuais recebeu o apoio inequívoco da liderança religiosa, cristã e não cristã, da cidade.
Onde estavam os ateus?
Como fizeram em anos anteriores, os grupos homossexuais que estão organizando o evento ameaçaram entrar com uma ação num tribunal de Moscou, ou até mesmo levar o caso ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Contudo, iniciativas anteriores de impor a marcha por meio dos tribunais fracassaram.
Em vez de respeitarem a vontade da maioria da população, a minoria homossexual que usar a lei internacional para considerar uma questão russa.
Moscou vem também sofrendo pressões do Conselho da Europa, que a denunciou por proibir tais marchas.
Em vez de tentar resolver a crise económica, os líderes europeus estão mais interessados em promover o homossexualismo. Prioridades.

Onde estão estes mesmos líderes europeus quando se trata das paradas homossexuais em países islâmicos? Se este "conselho europeu" não tem autoridade para interferir em países islâmicos, será que eles podem interferir em países que não pertencem à comunidade europeia (ou seja lá qual for o nome eufemístico que essa organização não-representativa da vontade da maioria dos europeus tem hoje em dia)? Se a Turquia entrar na comunidade europeia, será que os líderes europeus vão intimidar o governo turco a aceitar paradas homossexuais bem no centro de Ankara e Istanbul?

A rejeição da parada do “orgulho gay” em Moscou vem depois que foi proibida marcha semelhante programada para 15 de maio na Bielorússia, que está alinhada com a Rússia.
Felizmente.
Quando os marchadores decidiram violar a lei e foram para as ruas, a polícia prendeu vários e dispersou a parada.
Isto mostra que para os "orgulhistas" homossexuais a lei é irrelevante quando joga contra eles, mas relevante quando pode ser torcida a seu favor.
Para além de ignorarem as leis nacionais, eles ignoram também a vontade da maioria russa que não está nada interessada em ver tais manifestações de decadência moral.

Bem hajam à Rússia e à Bielorússia por resistirem ao fascismo homossexual e às pressões dos lobbies internacionais.

Ver também:

Cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Moscow Mayor Calls “Gay Pride” Parade “Satanic”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10012702.html
Moscow Mayor Unapologetic in Prohibition of “Gay Pride” Marches
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/dec/08120902.html
Homosexual Activists Ignore Authorities, Go Ahead with Illegal “Gay Pride” in Moscow
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/may/06052903.html
Moscow Gay Pride Ban Rebuked by Council of Europe
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/mar/06033003.html
Russian Jewish Leaders Join Orthodox in Supporting Moscow Mayor’s Ban on Gay Pride
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/mar/06032705.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10052513É

Sistema de Visão da Mariposa Refuta Ateísmo

Começamos a ficar habituados com este tipo de notícias.
Cientistas alemães criaram um novo revestimento antirreflexo que se aproxima da perfeição.

Produzido em nanoescala, o material garante uma visão perfeita em telas e monitores, óculos e outros sistemas ópticos, independentemente da presença de luzes incidentes de qualquer ângulo.

E onde é que eles se inspiraram?
Sistemas antirreflexivos estão largamente disponíveis, presentes em óculos, lentes de câmeras, telas e em uma infinidade de outras aplicações.

Mas nenhum deles se compara ao revestimento antirreflexo que as mariposas possuem em seus olhos multifacetados.

Deixa-me ver se entendi: para elaborar melhores sistemas de visão, os seres humanos tem que usar a sua inteligência para construir réplicas do que existe na natureza, embora o que existe na natureza seja, segundo os ateus, "obra de forças naturais, sem inteligência se sem plano", certo? Isto faz todo o "sentido" para o ateu, mas para o resto do mundo não deveria fazer sentido nenhum.

E depois o cristianismo é que é "inimigo" da "ciência".

segunda-feira, junho 28, 2010

Cientistas criam anticorpos artificiais

Eis algo interessante:
Anticorpos sintéticos

Logo depois da ciência ter apresentado uma célula com DNA sintético, que muitos chamaram de "vida artificial", agora um outro grupo de cientistas anuncia a criação do primeiro anticorpo sintético.

Um grupo de pesquisadores do Japão e dos Estados Unidos criou uma versão artificial, sintética, de proteínas produzidas pelo sistema imunológico humano capazes de reconhecer e lutar contra infeccões e substâncias estranhas que entrem na corrente sanguínea.

Vírus, bactérias e alergias

A descoberta, sugerem eles em um artigo do jornal da American Chemical Society, é um avanço rumo ao uso médico de simples partículas de plástico que podem ser adaptadas para combater uma série de "antígenos problemáticos".

Esses antígenos incluem qualquer coisa, de vírus e bactérias causadores de doenças, até as incômodas proteínas que causam reações alérgicas ao pólen, à poeira doméstica, a determinados alimentos, à hera venenosa ou a picadas de abelhas.

Um dos cientistas citados afirmou:

Mais uma evidência irrefutável para a teoria da evolução. Se nós conseguimos fazer estas coisas em tão pouco tempo, imaginem o que a natureza não fará em milhões de anos de mutações aleatórias. Quero ver a cara dos criacionistas agora!
Esta última frase pode ter sofrido alguma interferência minha parte.

Mais um avanço biológico que nada deve ao mito ateu (teoria da evolução).

Coisa curiosa é os ateus acreditarem que as cópias que nós (isto é, os cientistas) fazemos serem o resultado de inteligência mas o original que existe dentro de nós (o sistema imunitário) ser a obra do forças não inteligentes.

É preciso muita fé para se ser ateu, especialmente nesta era de grandes avanços científicos.

Pedofilia Inofensiva

Troca de palavras entre um cristão e um ateu:

  • Cristão: Será que alguém me pode provar que a pedofilia é moralmente condenável?

  • Ateu: Claro. TODOS os ateus podem provar isso. Como é possível que tu não saibas? A pedofilia está errada porque força uma relação sexual com alguém demasiado novo para dar um consentimento informado ou demasiado novo para recusar o sexo previamente mencionado.

    Está errado das duas formas, e pode ser considerado violação. Eu sou ateu há mais de 30 anos e nunca tive problemas em acomodar este conceito. De facto, as únicas pessoas que eu vejo a usar o argumento "Porque é que a pedofilia é condenável?" são os cristãos.

RESPOSTA

A pedofilia não é só um acto de sexo. Se tu tiveres fotografias de crianças nuas no teu computador, ou se tu tirares fotografias a crianças nuas, a lei vai-te considerar um pedófilo.

A base do teu argumento é a de que a pedofilia é moralmente errada porque "prejudica a criança". Portanto, se um fotógrafo profissional usar uma divisória que seja um espelho de um lado e um vidro transparente do outro, e tirar fotos a crianças sem que elas sejam magoadas (e pagando pela sessão fotográfica), tu haverias de considerar isso moralmente aceitável. A criança não só não foi prejudicada como ainda recebeu dinheiro por isso.

O teu problema é que tu não podes classificar nada de moralmente errado em termos absolutos uma vez que a tua moralidade é-te ditada por ideias flutuantes. "Será que magoa a pessoa?", ou "O que é que a sociedade tem a dizer sobre isto?"

Se a sociedade disser que a vítima não é uma "pessoa" (por exemplo, um feto ou um Judeu na Alemanha nazi) tu podes até matar a pessoa porque isso será justificado.

Tais são as consequência do Humanismo Secular.

Isto não ocorre no Cristianismo uma vez que a nossa moral não é ditada pela sociedade pecadora nem pelo que "prejudica a pessoa". A nossa moral é-nos ditada pelo que Deus classifica de certo e errado.

Mas tu, com o teu ateísmo auto-ilusório, não tens o que é preciso para lidar com o problema da pedofilia.

Aborcionsta: Não Vai Haver Ajuda Maternal e Infantil Enquanto Não se Avançar com Aborto

Parece que a srª Clinton acha que matar o bebé ainda por nascer é condição vital para se poder ajudar as nações que não tem suficiente ajuda médica.

Anne Halpine and Greg Pfundstein ask why the Obama administration wants to derail efforts by the G-8 to send aid to improve maternal and infant health in the poorest nations of the world. The G-8 met this week to discuss a wide variety of topics, mainly focusing on economic growth but also foreign aid. In their National Review column, Halpine and Pfundstein report that Secretary of State Hillary Clinton wants that aid held hostage in order to push an abortion agenda:

On the agenda at the G8 summit in Canada is promoting maternal and infant health in the poorest parts of the globe. The high rates of maternal and infant mortality in many countries are an impediment to democracy and social development, to say nothing of a human tragedy for these communities. Commitments of resources from the G8 countries to address these problems should be welcomed and commended. Why, then, is the Obama delegation threatening to derail these agreements?

Given this, one would expect there to be universal support for Canada’s leadership in taking on these problems and working to meet these critical needs. But the Obama administration is obstructing this positive consensus.

Hillary Clinton, when asked about Canada’s G8 plan to address infant and maternal health in the developing world, said the following: “You cannot have maternal health without reproductive health. And reproductive health includes contraception and family planning and access to legal, safe abortion.” …

Portanto, segundo esta promotora do eugenismo e defensora da racista Margaret Sanger, não se vai ajudar as mães africanas enquanto não se forçar o aborto nesses mesmos países.

Ela está disposta a deixar que mulheres africanas e bebés africanos morram por falta de apoio médico do que deixar de lado as suas motivações infanticidas.

Isto mostra de forma bem clara que, aqueles que não tem consideração pela vida no seu estado mais frágil, não vão ter consideração pela vida em estados mais avançados.

O eugenismo não morreu com Hitler; apenas mudou de nome. Agora chama-se aborto.

Cientistas Imitam Deus: Borboleta Artificial

Sinceramente, eu vi o vídeo mas não fiquei muito convencido. No entanto, o ângulo a pegar deste tipo de empreendimento é a necessidade de se usar inteligência para criar cópias rudes do que Deus criou, mas ao mesmo tempo os ateus afirmarem que "não há evidências" para design no mundo natural.

Aparente os ateus são imunes às evidências científicas.

Dei algum ênfase a algumas passagens de forma a que nós possamos ver como a posição Bíblica está perfeitamente de acordo com as observações.

Ornitópteros

Um grupo de pesquisadores japoneses construiu uma réplica totalmente funcional de uma borboleta rabo-de-andorinha, incluindo a capacidade de voar.

O microavião é classificado na classe dos ornitópteros, veículos que voam imitando o movimento natural das asas de insetos ou pássaros.

Borboletas rabo-de-andorinha

Entre os vários tipos de borboletas, as rabo-de-andorinha destacam-se por apresentarem uma área das asas em relação à sua massa corporal muito maior do que a de qualquer outra borboleta.

Combinado essa grande área com o movimento das asas dianteiras sobrepostas, o animal consegue voar batendo as asas em uma frequência relativamente baixa e com um curso muito restrito.

Controle aerodinâmico

Desta forma, as borboletas rabo-de-andorinha têm uma capacidade limitada de controle ativo sobre a força aerodinâmica das suas asas.

Seu movimento corporal é resultado de uma reação passiva ao simples movimento de bater as asas, e não - como em outros tipos de borboletas - de uma reação ativa à aerodinâmica.

Ou, pelo menos, esta é a teoria.

Avião robô

Felizmente essas características facilitam a imitação do movimento do animal por um avião robô, uma vez que o movimento é mais simples e o bater suave das asas consome pouca energia.

E o grupo de pesquisadores japoneses pode comprovar que sua teoria estava certa, ou seja, que o animal consegue voar para a frente usando tão-somente o suave bater de asas, sem nenhum outro movimento ativo do corpo.

Os cientistas construíram seu ornitóptero com as mesmas dimensões de uma borboleta rabo-de-andorinha real, reproduzindo o formato e até mesmo os finos veios que permeiam a membrana de suas asas.

Voo artificial

O voo do microavião ainda não seria suficiente para fazê-lo ganhar uma corrida aérea de uma borboleta real, mas o protótipo serviu apenas para demonstrar o conceito e comprovar que a teoria do voo simplificado está correta.

Usando um software de análise de movimento, os pesquisadores foram capazes de monitorar o desempenho aerodinâmico do ornitóptero, demonstrando que o voo pode ser feito com os movimentos simples de bater das asas, sem controle de feedback.

Esse modelo agora poderá ser aplicado em outros sistemas aerodinâmicos de veículos com outras dimensões e que utilizem mecanismos alternativos de bater as asas.

Como é normal no que toca à ciência verdadeira, nenhuma referência foi feita ao mito do tio Darwin. Aparentemente os cientistas não precisam de invocar mitos ateus como base para o seu trabalho.

Não podemos deixar de notar o quão diferente a verdadeira ciência é da teoria da evolução. Neste último exemplo fizeram-se avanços na aplicação de conceitos da aerodinâmica devido à investigação que foi feita ao design (sim, design) que existe no mundo animal. Depois de se aprender com a biosfera, e para além desta pequena borboleta, espera-se que esse novo conhecimento possa servir de base para a construção de "mecanismo alternativos".

Se, por outro lado, os cientistas realmente aceitassem que o mundo animal é o efeito de forças não inteligentes, eles nunca esperariam encontrar soluções inteligentes para os nossos problemas. Conhecimento de princípios aerodinâmicos é algo que seres inteligentes possuem. Se encontramos isso no mundo animal, então é perfeitamente lógico inferir que esses mesmos sistemas tem Uma Causa Inteligente.

NO princípio, criou Deus os céus e a terra. Génesis 1:1

domingo, junho 27, 2010

Ambientalismo é Religião

Uma foto vale.....quantas palavras mesmo?

Origem da Vida: Ray Comfort Corrige Ateu

"O que primeiro começa o seu pleito, justo parece; mas vem o seu companheiro e o examina."
Provérbios 18:17

Recentemente ouvimos que os cientistas "criaram vida" no laboratório. Sem pestanejar, os ateus tentaram usar este avanço científico contra a única religião que os causa desconforto: o Cristianismo.

Um desses crentes ateus tratou logo de atacar um dos missionários que Deus tem usado com sucesso. Eis aqui a breve troca de palavras

O Poder e a Inteligência do Homem

"Então Ray, tens visto as notícias ultimamente? Fomos capazes de "criar" vida sintética. Parece que somos quase tão Poderosos como Deus ;-) Mais alguns anos, Ray, e vamos criar vida. Deus não será tão Importante por essa altura, não é?

Ele parece ser Um Deus Fraco! Superado pela Sua própria criação!" Blu

Tens razão. Se os cientistas fosse capazes de criar vida nova, eles seriam bem poderosos -- e muito inteligentes, uma vez que isso não é algo que aconteça por acaso.

Estou certo que vais concordar comigo: é preciso inteligência para criar a vida. A vida precisa de um Designer Inteligente.

Só há um pequeno problema:

"O pioneiro em genética J. Craig Venter anunciou Quinta-Feira que ele e a sua equipa criaram vida artificial pela primeira vez.

  • CNN: "Você criou vida nova?"
  • Venter: "Nós criamos uma nova célula. Ela está viva, mas nós não criamos a vida a partir do nada.

Duh! Eles usaram o material que Deus fez, portanto eles não criaram a vida.

Nós não somos nem inteligentes nem poderosos [o suficiente]. Se nós tivéssemos um bilionésimo da Inteligência de Deus, nós seríamos capazes de parar um derramamento de petróleo.

Vocês lembram-se daquela história dita por parte dos ateus de que a "ciência" é neutral no que toca à existência (ou a imaginada não-existência) de Deus? Pois reparem como o ateu que confrontou o Ray Comfort tentou usar uma experiência científica como forma de avançar com o seu ateísmo. O que é que isso nos diz sobre a "neutralidade" da ciência por parte dos ateus?

Reparem que todos nós fazemos o que o Blu fez em cima; todos nós tentamos usar evidências científicas para confirmar algo que nós já acreditamos. O que se passa é que uma larga percentagem dos crentes ateus afirma que a ciência não nos diz nada em relação a Deus, mas pelo outro canto da boca essas mesmas pessoas tentam usar a sua definição de "ciência" contra Deus. Será isto honesto?

Não existe ciência "neutral" porque toda a ciência é feita pelo ser mais faccioso que existe à face da Terra: nós. Isto é algo que temos que levar em conta quando um ateu ou um cristão alegar que "a ciência diz....". A ciência não diz nada; seres humanos é que dizem.

Por trás de todas as alegações científicas está um ser humano, e isso muitas vezes tem que ser levado em conta quando ouvimos notícias de que "vida foi criada no laboratório" ou "cientistas afirmam que até as 22 semanas de gravidez, o bebé não sente dor".

Curiosamente, a maior parte das vezes que ouvimos expressões de que "a ciência é neutra em relação a Deus" ela vem da parte de ateus. Os cristãos já não tentam esconder que eles têm uma crença à priori ("A Bíblia é a Palavra de Deus"). Por exemplo, a alguns anos atrás abriu nos EUA o Museu da Criação feito pelo ministério Answers em Genesis. Quem tiver hipótese de ver esse museu pode notar que os criadores do mesmo não escondem que a sua interpretação dos dados é feita à Luz da Revelação Bíblica.

Já os museus que são controlados pelos ateus nunca nos revelam as crenças que eles assumem à priori (milhões de anos, evolução, naturalismo, etc). Quem for a esses museus, e desconhecer o que está subentendido, pode ser levado a pensar que está a ser ensinado em factos livres de crenças e de suposições.

Mas não está. Ele está a ser ensinado uma interpretação dos factos.

"Examinai tudo. Retende o bem" - 1 Tessalonicenses 5:21

Por que temos dez dedos?

Original

Um pesquisador desenvolveu uma teoria interessante sobre a quantidade de membros que devemos ter. A ideia mistura enunciados de teorias da evolução, tanto de Lamarck (que diz que os membros se modificam ao longo do tempo para se adaptar ao ambiente) quanto de Darwin (que enuncia a seleção natural, onde aqueles já bem adaptados procriam, e os não adaptados desaparecem).

Em determinado ponto da pesquisa, ele se perguntou: Por que temos dez dedos? Ele partiu do princípio que o sistema decimal talvez não fosse mais adequado para a nossa espécie, que oito dedos (quatro em cada mão) já seriam suficientes para o Homo sapiens, como em Os Simpsons. A ideia era demonstrar matematicamente o motivo pelo qual temos dez dedos. Ele usou uma fórmula baseada em uma constante que ele criou em um estudo anterior, no qual enunciou a “Lei dos membros”.

O cálculo, basicamente, é o seguinte. Os dedos devem ter um comprimento mínimo. Esse “comprimento exigido” é igual ao diâmetro da palma. Ele usou o cálculo geométrico que converte diâmetro em circunferência (isso porque ele considerou como seria se a mão, sem o braço, daria uma volta de 360 graus), para saber que distância teria uma circunferência em torno da mão.

Esse cálculo se utiliza do número π (Pi, aproximadamente 3,14), e o resultado é que caberiam 9,42 dedos nessa circunferência. Mas como essa circunferência é “aberta” em apenas um dos lados (no outro, temos o pulso, ligado ao resto braço), deve-se considerar apenas meia circunferência. Aí, cabem 4,71 dedos, ou seja, quase cinco por mão.

(Hypescience)

Nota: Puxa, como a evolução cega é sábia! É capaz até de realizar projetos envolvendo cálculo e... design inteligente. Mas me explique: Como o acaso cego favoreceu o surgimento de seres bilateralmente simétricos? Sim, porque se a “evolução” de um olho já é assunto complicado, pense que temos dois!

O mesmo vale para o ouvido e para as mãos. Milagre duplo? Pior, no registro fóssil, só encontramos simetria e não aberrações remanescentes de “tentativa e erro”. Pelo visto, os darwinistas estão precisando de uma mãozinha para elaborar hipóteses mais verossímeis.[MB]

O que sobrou da religião - Olavo de Carvalho

Mais um excelente artigo do filósofo Olavo de Carvalho.

O que sobrou da religião

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 12 de maio de 2010

Se há neste mundo um fato bem comprovado, é a percepção extra-sensorial durante o estado de morte clínica. Um corpo inerte, sem batimentos cardíacos ou qualquer atividade cerebral, desperta de repente e descreve, com riqueza de detalhes, o que se passava durante o seu transe, não só no quarto onde jazia, mas nos outros aposentos da casa ou do hospital, que de onde estava ele não poderia ver nem se estivesse acordado, bem de saúde e com os olhos abertos.

Isso já se repetiu tantas vezes, e foi atestado por tantas autoridades científicas idôneas, que só um completo ignorante na matéria pode teimar em permanecer incrédulo. Mas mesmo alguns daqueles que reconhecem a impossibilidade de negar o fato relutam em tirar a conclusão que ele impõe necessariamente: os limites da consciência humana estendem-se para além do horizonte da atividade corporal, inclusive a do cérebro.

A relutância em aceitar isso mostra que o “homem moderno” – o produto da cultura que herdamos do iluminismo – se identificou com o seu corpo ao ponto de sentir-se amedrontado e ofendido ante a mera sugestão de que sua pessoa é algo mais. É evidente que aí não se trata só de uma convicção, de uma idéia, mas de um transe auto-hipnótico incapacitante, de um bloqueio efetivo da percepção.

Esse estado é implantado nas almas pela tremenda pressão anônima da coletividade, que as mantém em estado de atrofia espiritual mediante a ameaça do escárnio e o temor – imaginário, mas nem por isso menos eficiente – da exclusão. Infinitamente multiplicado e potencializado pelo sistema educacional e pela a mídia , o que um dia foi mera idéia filosófica, ou pseudofilosófica, incorpora-se nas personalidades individuais como reflexo de autodefesa e, na mesma medida, restringe a autopercepção de cada qual ao mínimo necessário para o desempenho nas tarefas imediatas da vida socio-econômica.

É tudo uma profecia auto-realizável: se a evidência avassaladora da percepção extracorporal é negada, não é só porque as pessoas não acreditam nela – é porque se tornaram realmente incapazes de vivenciá-la de maneira consciente. Vivem alienadas da sua experiência psíquica mais profunda e constante, encerradas num círculo de banalidades no qual o triunfalismo “cultural” e “científico” da mídia popular infunde uma ilusão de riqueza e variedade.

O “mundo real” no qual essas pessoas acreditam viver é o dualismo galilaico-cartesiano, já totalmente desmoralizado pela física de Einstein e Planck, mas que a mídia e o sistema escolar continuam impondo à alma das multidões como verdade definitiva: tudo o que existe nesse mundo são as “coisas físicas” e, em cima delas, o “pensamento humano”, as “criações culturais”.

De um lado, a realidade dura da matéria regida por leis supostamente inflexíveis, nas quais se fundamenta a autoridade universal e inquestionável da “ciência”; de outro, a pasta mole e dúctil do “subjetivo”, do arbitrário, onde toda opinião vale o mesmo. Dessa esfera “subjetiva” faz parte a “religião”, que é o direito de crer no que bem se entenda, com a condição de não proclamá-lo jamais verdade objetiva ou valor universal.

Nessas condições, o próprio exercício da religião torna-se uma caricatura grotesca. Tanto quanto o ateu, o homem religioso de hoje em dia acredita piamente na existência de uma esfera material autônoma, regida por leis próprias que a ciência enuncia, só de vez em quando rompidas pela interferência do “milagre”, do “inexplicável”, do “divino”.

Por mais que a filosofia esculhambe com o “Deus dos hiatos” (aquele que só age por entre as brechas do conhecimento científico), ele é o único que restou no altar das multidões de crentes. Oficializada pelo establishment governamental, universitário e midiático, a rígida separação kantiana de “conhecimento” e “fé” tornou-se verdade de evangelho para a maioria das almas religiosas, embora ela seja, em si, perfeitamente herética à luz da doutrina católica, interpondo um abismo infranqueável entre dimensões cuja interpenetração, ao contrário, é a própria essência da concepção cristã do cosmos. É novamente a profecia auto-realizável em ação: à percepção mutilada do eu individual corresponde uma religião mutilada, e vice-versa.

Quando digo percepção mutilada, estou afirmando, taxativamente, que a imagem do eu como algo que reside no corpo ou se identifica com ele é fantástica, ilusória, doente. Ela impõe à consciência limitações que não são de maneira alguma naturais, muito menos necessárias.

Todas as tradições espirituais do mundo, todas as disciplinas sapienciais começam pela constatação óbvia de que o eu não é o corpo, não “está” no corpo mas de certo modo o abrange como o supra-espacial transcende e abrange o espacial (este é balizado por certas relações matemáticas que, em si, não estão em parte alguma do espaço).

Mas uma coisa é compreender isso por pura lógica, outra bem melhor é poder constatá-lo no fato vivo da percepção extra-sensorial em casos de morte clínica. Bastaria, a rigor, um único episódio desse tipo para dar por terra com a balela de que o cérebro, isto é, o corpo, “cria” a cognição, o pensamento, a consciência. Mas os episódios são milhares, e o desinteresse dos crentes por esse tipo de fenômenos (mais estudados por ateus, adeptos da New Age e budistas do que por católicos, protestantes, ou mesmo judeus crentes) denota que a mente religiosa já se conformou com um estado de existência diminuída, em que a alma supracorporal, condição fundamental do acesso a Deus, só passará a existir no outro mundo, por alguma transmutação mágica da psique corporal, em vez de constituir já nesta vida a nossa realidade pessoal mais concreta, mais substantiva e mais verdadeira, presente e atuante nos nossos atos mais mínimos como nas nossas vivências mais elevadas e sublimes.

Durante milênios cada ser humano, ao pronunciar a palavra “eu”, referia-se de maneira imediata e automática à sua alma imortal, a única que podia orar e responder por seus próprios atos ante o altar da divindade. Dessa alma, a psique corporal era uma parte e função menor, voltada ao meio material e social tão-somente, alheia a todo senso do eterno e, a rigor, incapaz de pecado ou santidade, apenas de delitos e virtudes socialmente reconhecidos.

A partir do momento em que a psique corporal foi assumida como realidade autônoma, cada indivíduo só se enxerga a si mesmo como membro de uma espécie animal e como “cidadão”, amputado daquela dimensão que fundamenta o senso último de responsabilidade e cultivando, em lugar dele, o mero instinto da adequação social, adornado ou não de “moral religiosa”.

Imaginem a diferença que isso faz, por exemplo, na compreensão que você tem da Bíblia: se você não a lê com sua alma imortal, talvez fosse melhor não lê-la de maneira alguma, porque a lê com a carne e não com o espírito.

sábado, junho 26, 2010

"Sexo, por que não?"

Original
Como quase toda jovem cristã, ela era muito romântica e sonhava conhecer a pessoa ideal com quem se casar. Encontrou o “príncipe” e o namoro começou.

Só que, com o tempo e a intimidade, os limites que haviam estabelecido começaram a ser desafiados. “A cada dia a gente falava mais sobre amor, e até sobre casamento. Era tão bom ficar com ele!”, relata a moça que prefere não ter o nome divulgado. “Mas percebemos que alguma coisa errada acontecia entre nós quando o sexo dominava nosso relacionamento.

Quanto mais nos envolvíamos,mais íntimos nos tornávamos; e, mesmo assim, brigávamos muito. De qualquer maneira, estava segura de que ele era a pessoa certa para mim.”

O problema é que a “pessoa certa” acabou se transformando com o tempo. “Pouco a pouco, perdemos o respeito um pelo outro... Logo, tudo se inverteu. O amor começou a se desgastar. Havíamos compartilhado tudo e, como éramos muito jovens para nos casar, nosso relacionamento perdeu a graça.

Haviam me prevenido sobre isso. Falaram-me repetidas vezes sobre a mágoa de se dar algo que nunca mais poderá ser recuperado. Agora entendo. Fui tola o bastante para descobrir por mim mesma.”


A garota da história acima tinha apenas 15 anos quando terminou o namoro e ficou com as mágoas. Ela ficou com medo de se apaixonar de novo e confiar novamente em alguém.

Tremia só de pensar em falar de seu passado com um novo namorado. Tinha medo de não poder ter uma vida verdadeiramente íntima com ele, caso não contasse.

“É terrível sentir-se privada do mistério do futuro, de sua dignidade, valor e respeito próprio. Eu amava o Guto*. A ferida vai demorar muito tempo para sarar”, é o desabafo de uma alma muito jovem para suportar tanto peso. [Leia mais]

Notícia de última hora: Pode-se matar o bebé porque ele não sente dor

Pelos vistos os cientistas Britânicos agora tem mais tempo livre.
Relatório britânico pedido pela Câmara dos Comuns põe em causa argumento da dor para reduzir o prazo em que se pode interromper gravidez por malformações.
Portanto, foi um relatório encomendado com o propósito de refutar uma questão ideologicamente sensível, e não algo que os "cientistas" descobriram no normal curso do seu trabalho.

Vejam a forma como começa esta notícia "científico":

Tudo indica que os fetos humanos reagem a agressões mas não sentem dor pelo menos até às 24 semanas de gestação.
O quê?! "Tudo indica" e não "está confirmado"? Porque não a última e não a primeira? Porque não usar a expressão "Provou-se em laboratório"?

Sempre que nós estivermos da presença de frases como "tudo indica", podemos ter a certeza que o seu verdadeiro significado é "temos algumas evidências mas não estamos dispostos a colocar a nossa reputação em risco".

A conclusão é publicada num relatório do Real Colégio de Obstetrícia e Ginecologia britânico, feito a partir da análise dos estudos científicos e médicos mais relevantes sobre este assunto que foram publicados desde 1997.
"Estudos científicos" e "médicos mais relevantes". Depois disso, como não acreditar nas suas conclusões? Afinal, nós todos sabemos que, em Medicina, o consenso tem sempre razão.
É notório que as ligações [nervosas] entre a periferia e o córtex não estão intactas antes das 24 semanas de gestação.
Várias coisas não foram ditas:
  • Elas precisam de estar "intactas" (seja lá o que isso for no seu entendimento) para se sentir dor?
  • Neste estado de desenvolvimento, há outras formas de sentir a dor, sem ser essa?
  • Se por acaso o bebé sentisse dor por outras vias, há alguma forma de se saber?
  • Se amanhã se descobrir que o bebé sente dor antes das 24 semanas, o que dizer das pessoas que usarem este argumento para matar seres humanos?

Infelizmente, os "cientistas e médicos" não disseram.

Como a maioria dos neurocientistas acreditam que o córtex é necessário para perceber a dor, pode-se concluir que o feto não consegue experimentar a dor antes deste período”, diz o relatório.
Então a conclusão de que o bebé não sente dor não é uma ramificação das evidências mas sim um efeito do que os neurocientistas ACREDITAM ser necessário para se sentir a dor. Portanto, essa CRENÇA dos neurocientistas está a ser usada como base (ou suporte) para se tirar a vida a outro ser humano.

O aborcionista pode responder e dizer:

  • "ah e tal, mas essa crença deve ser baseado em alguma coisa científica!"
Pode, como também pode ser o resultado de algo pessoal, não confirmável com experiências médicas. Nem tudo o que os cientistas acreditam é baseado na ciência (veja-se a crença na teoria da evolução). Será lógico usar-se este argumento para a matança de seres humanos quando nem os "cientistas e médicos" estão certos do que a notícia alega?

Conclusão:

Notícias como esta significam uma coisa importante: Significam que os argumentos contra o aborto estão a ganhar peso dentro das comunidades. Se uma entidade próxima do estado usa a CRENÇA de cientistas para avançar com a sua agenda genocida, isso quer dizer que os tradicionais argumentos do lobby pró-matança não estão a funcionar.

Além disso, este tipo de lógica é ridícula. O facto do bebé não sentir dor (segundo a crença de alguns neurocientistas) não serve de suporte para o assassínio. Há pacientes em estado vegetativo que podem não sentir a dor. Será isto evidência de que se pode tirar a sua vida?

Não sentir dor não suporta o movimento aborcionista, mas não esperem que eles reconheçam o erro.

O Mundial sem Europeus

A Europa ateísta caminha para a total irrelevância.

Original

Ser Humano Abandonado Para Morrer Após Aborto Fracassado

Mais consequências da crença que coloca o homem como autoridade moral suprema. Quem geralmente paga com isso são os mais frágeis da sociedade, mas nada disso importa. O que importa para os promotores do infanticídio é destruir
ROSSANO, Itália, 27 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — O governo italiano anunciou que lançará uma investigação de um hospital onde um bebê prematuro que nasceu vivo depois de uma tentativa de aborto foi abandonado durante horas para morrer, antes de receber atenção médica graças à intervenção de um padre.
“Se os relatórios estão corretos estamos falando de um caso grave de abandono terapêutico de um recém-nascido bem prematuro, provavelmente também com alguma forma de deficiência: um ato contra o sentimento da compaixão humana, mas também contra toda ética da profissão médica”, disse Eugenia Roccella, subsecretária de saúde da Itália.
“O Ministério da Saúde enviará seus inspetores para o Hospital de Rossano Calabro para garantir que o caso seja realmente tratado, e para verificar que a lei 194 tenha sido respeitada. Essa lei proíbe o aborto quando há a possibilidade de uma vida autônoma para o feto, e o permite apenas se a continuação da gravidez é perigosa para a vida da mulher”, acrescentou Roccella.
O bebê, que estava com 22 semanas de gestação, foi abortado num hospital de Rossano porque sofria de uma deformidade, embora a mãe tenha também afirmado que a gravidez representava um risco médico. Após sobreviver à tentativa do médico de matá-lo, o bebê não recebeu nenhum tratamento médico e foi abandonado para morrer.
De acordo com relatos da imprensa italiana, a situação foi descoberta por um padre, que havia sido informado sobre o aborto e tinha vindo para orar pela alma do bebê.
Contudo, ele ficou chocado ao descobrir que o bebê estava se movendo e respirando, envolto num lençol e deitado sem atendimento, com o cordão umbilical ainda preso. Ele relatou a situação aos médicos, que então colocaram o bebê na unidade de cuidado intensivo de um hospital vizinho. Mas ele morreu poucas horas mais tarde.
Além da investigação efetuada pelo Ministério da Saúde, autoridades locais de Rossano estão também investigando o caso para apurar se há negligência por parte dos médicos.
Muitos casos semelhantes de bebês abandonados para morrer depois de sobreviverem a abortos propositados têm sido documentados na imprensa dos EUA também, motivando a aprovação da Lei Federal de Bebês Nascidos Vivos, que entrou em vigor em 2002. Barack Obama, o atual presidente dos EUA, havia de forma infame feito oposição a uma versão estadual do projeto de lei enquanto era senador de Illinois.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
How Babies Were Left to Die: Nurse Recounts Horrors of Infanticide Practice Barack Obama Protected
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08081209.html
66 British Babies Survived Abortion - All Were Left to Die Without Medical Aid
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/feb/08020408.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042705.html

Entrevista a um Homossexual

sexta-feira, junho 25, 2010

Mensagem de Fernando Pessoa a José Saramago

Achei interessante e bem actual.

Original

« Ao contrário do catolicismo, o comunismo não tem doutrina. Enganam-se os que supõem que ele a tem. O catolicismo é um sistema dogmático perfeitamente definido e compreensível, quer teologicamente, quer sociologicamente. O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução.

Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós.

O comunismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem. »

Fernando Pessoa, “Ideias Filosóficas”

Médico da Colômbia é multado e suspenso por recusar realizar aborto

Afinal a "liberdade de escolha" não se aplica a quem escolhe não matar um bebé inocente.
Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BOGOTÁ, Colômbia, 13 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Executivo do governo colombiano está buscando revogar a condenação de um médico que recusou realizar um aborto em 2008 numa menina mentalmente incapacitada.
Dr. Germán Arango Rojas diz que só viu a menina uma única vez e recusou fazer o aborto por razões de consciência. Ele foi condenado apesar do fato de que nunca lhe permitiram apresentar uma defesa.
A condenação de Arango Rojas foi sustentada pelos tribunais da província de Caldas, e ele foi multado e suspenso de exercer a medicina.
O caso se tornou público em dias recentes por causa de uma decisão do principal advogado do governo, o procurador, de contestar o veredicto no Tribunal Constitucional, o mesmo tribunal que derrubou as penalidades criminais para o assassinato de bebês em gestação em casos de estupro e deformidade fetal em 2006. Todos os outros abortos continuam a ser penalizados na Colômbia.
O Executivo da Colômbia sob Álvaro Uribe apoiou a decisão do Supremo Tribunal e multou pelo menos um hospital católico por recusar a realizar um aborto. Nesse caso, o médico está sendo defendido, não por causa de sua oposição ao aborto ou mesmo em apoio aos direitos dele de consciência, mas em vez disso porque não permitiram que ele se defendesse.
O procurador Alejandro Ordóñez Maldonado diz que a sentença é “uma violação manifesta dos direitos fundamentais de justiça, igualdade e processo devido” e diz que o médico foi condenado “na teoria”, sem evidência suficiente.
Embora o governo de Uribe tenha mostrado hostilidade ao direito à vida em anos recentes, as ações que estão sendo adotadas na defesa do Dr. Arango Rojas podem refletir uma política nova mais pró-vida no governo de Uribe e na Colômbia como um todo.
Em novembro do ano passado, o Conselho de Estado da Colômbia anulou um decreto do Supremo Tribunal que exige que todos os hospitais mantenham um médico na equipe para realizar abortos. Em dezembro Ordóñez Maldonado também exigiu que a “pílula do dia seguinte” fosse removida dos locais de venda devido a seus efeitos abortivos.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Colombia's Inspector General Demands Morning-After Pill Be Taken Off Market
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/dec/09120808. html
Colombian Council Suspends Court Decree Forcing Catholic Hospitals to Provide Abortions
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09111114. html
Colombian Government Fines Catholic Hospital for Refusing to Perform Abortion
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/0905121 5.html
Colombia's Attorney General Pushes Catholic Hospitals to Provide Abortions
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/0805120 1.html
Colombian Court Legalizes Abortion – Beachhead for Activists in Latin America
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/may/0605150 3.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10051409
Copyright © LifeSiteNews.com.

Miúdo Usado em Parada Homossexual

Podem ler a notícia aqui.

Lembrem-se: estas são as pessoas que querem usar as escolas públicas para ensinar "educação sexual" aos filhos de outros.

A Mão de Deus, Israel e Obama

Antes que este vídeo seja removido pela YouTube, aqui fica.

Espíritos com amnésia ou mentira do diabo?

Eis um artigo interessante que nos fala um pouco das mentiras dos demónios.

Espíritos com amnésia ou mentira do diabo?

Quando perguntamos a um espírita se ele crê em vidas passadas, certamente a resposta é "sim". Quando perguntamos se ele se lembra dessas vidas passadas, a vasta maioria responde "não".

E se perguntarmos por que ele não se lembra das vidas passadas, a resposta é aquele velho argumento: "Para eu não me lembrar dos meus erros, e isso me acompanhar por todas as minhas reencarnações."

Quanto a pequenina minoria que diz se lembrar de outras existências, quase todos viveram em cidades importantes e ocuparam cargos destacados. Nunca encontrei algum espírita que dissesse ter vivido no ano de 1500 entre os índios que aqui moravam.

Talvez, depois desse artigo, talvez surjam uns dois ou três. Mas vejamos como Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, explica o que ocorre entre uma vida e outra, no que se refere ao suposto "eu esqueci".



"Um fenômeno particular, igualmente assinalado pela observação, acompanha sempre a encarnação do Espírito. [...] O Espírito perde toda a consciência de si mesmo, de sorte que ele nunca é testemunha consciente de seu nascimento. No momento em que a criança respira, o Espírito começa a recobrar suas faculdades. [...] Mas ao mesmo tempo que o Espírito recobra a consciência de si mesmo, ele perde a lembrança do seu passado, sem perder as faculdades, as qualidades e as aptidões adquiridas anteriormente.” - Allan Kardec, A Gênese, página 187, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.



O Espiritismo Kardecista ousa dizer que esse fenômeno é assinalado pela observação, talvez para dar o ar de científico. Todavia, isso não pode ser provado. Pura imaginação. É muito fácil ensinar a doutrina da reencarnação desta forma: Eu vivi vidas passadas, mas não me lembro de nada, para não viver magoado. Todavia, lembrar-se dos erros é um excelente modo de nos conscientizarmos de não errar mais.

Se uma pessoa tivesse sido assassina numa suposta vida passada, ela teria a chance de viver novamente com a pessoa que ela assassinou, e demonstrar o seu amor por ela. Ambas se lembrariam do fato, e viveriam em amor. Entre uma vida e outra, poderiam se encontrar, receber instruções de como se perdoarem, e receberem então uma nova chance. Mas sabemos que nada disso ocorre, porque está ordenado ao homem morrer uma única vez, e depois vem o juízo. - Ler Hebreus 9:27.



Lembramos também que a Bíblia ensina-nos uma verdade lógica e facilmente aceitável sobre o que ocorre depois da morte. Ao ler esse relato, observe que ela nada diz sobre o espírito pensar em retornar para uma nova vida:


"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. [...] Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma" - Eclesiastes 9:5, 10.



O Texto afirma que os mortos (evidentemente o espírito deles) não sabem de nada, e o contexto indica que não estão cônscios do que acontece debaixo do sol, ou seja, dos assuntos da terra. Assim, quando se diz que a memória dos que morreram jaz no esquecimento, refere-se ao espírito não ter mais acesso a nós. No que chamamos de estado intermediário, o espírito não tem mais nada a ver com os assuntos debaixo do sol.

Mas nada se diz de ele planejar voltar numa reencarnação. No além, ou no mundo dos mortos [sheol, no hebraico], não há projetos, conhecimento, nem sabedoria alguma, no que se refere aos assuntos humanos.

Claro que o Espírito tem memória, raciocina, tem consciência de si mesmo, mas não tem mais contato algum com tudo que está debaixo do sol. Ele não projeta, ou planeja, renascer aqui. Jesus nos mostra isso na parábola do Rico e do Lázaro, quando ambos morrem e têm destinos diferentes.

O Espírito do Rico, em tormentos, suplica a Abrãao que envie alguém dentre os mortos para alertar seus familiares (do Rico) para que se arrependam. Abraão, que jamais havia reencarnado, pois continuava como Abraão, e há mais tempo no mundo dos mortos (hades, em grego) responde ao recém-chegado Rico qual seria a única forma de um espírito voltar para a terra. Observe:



"Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos." - Lucas 16:30, 31.



Então, afirmar que o Espírito perde a consciência ao nascer aqui na terra, mas quando a criança respira ele recobra a consciência de si mesmo, mas se esquece da sua vida passada - tudo isso nada mais é do que pura estória de ficção. Para um espírito vir aqui, segundo a Bíblia, e as próprias palavras de Jesus, nessa parábola, baseada evidentemente em fatos reais, só através da ressurreição. Nem nascer aqui se menciona! Fala-se ressurreição.



Os espíritas deveriam se preocupar mais em ensinar seus adeptos a se arrependeram e buscarem a Jesus como seu Salvador e, portanto, perdoador, enquanto estão vivos. A morte de Jesus é um milagre, pois ela faz por quem O aceita em seu coração o que nem um milhão de reencarnações seria capaz de fazer - salvar o pecador.



Quanto ao "esquecimento", ou se preferir "amnésia espiritual", uma técnica muito interessante de evitar a busca de provas mais concretas, fazendo o leigo aceitar e pronto, dizemos que não estamos interessados em fábulas como essas. Fazemos nossas as palavras de Pedro:



"Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade." - 2 Pedro 1:16.



Todavia, assim como Satanás usou as escrituras para tentar o absurdo dos absurdos - desencaminhar o Deus encarnado, Jesus Cristo - ele tem usado a mesma tática através de seus médiuns espíritas para provar mediante as Escrituras que o Espírito, ao reencarnar, perde a lembrança de vidas passadas. Usam o caso de Jesus. Os espíritas nos perguntam:



"Jesus, enquanto na terra, tinha o mesmo grau de conhecimento que possuía antes de vir à terra? Não diz a Bíblia sobre o menino Jesus que ele "crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria"? (Lucas 2:40) Não prova isso que ele deixou de conhecer o que sabia, enquanto espírito, e precisou aprender tudo de novo, numa nova existência?"



Essa argumentação é errônea porque a Bíblia ensina que Jesus é Deus, e sendo Deus, era eternamente pré-existente. A Bíblia, a quem os espíritas buscam desesperadamente provas para suas alucinações, não ensina que nós somos pré-existentes. Os espíritas não crêem que Jesus era Deus, mas apenas um espírito criado como outro qualquer, porém mais evoluído do que todos os que aqui vieram. Então, desconhecem as duas naturezas de Jesus:



Perfeitamente Deus (João 20:28) e perfeitamente homem (1 Timóteo 2:5). Como homem, Jesus era limitado em saber de todas as coisas, pois afirmou que só o Pai sabia o dia e a hora do fim dos tempos (Mateus 24:36), mas como Deus ele sabia de todas as coisas, fato este reconhecido pelos discípulos de Jesus durante a sua vida na terra (João 16:30) e depois de sua ressurreição (João 21:17) E o próprio Jesus mostrou que, como Deus, lembrava-se da glória que teve junto ao Pai antes de haver mundo. (João 17:1-5) Por fim, usar o exemplo de Jesus como tentativa de provar que nosso espírito se esquece das vidas passadas é uma afronta ao Cristianismo. Uma heresia.



Conclusão



Os Espíritas precisam saber das verdades bíblicas sobre o que ocorre quando morremos. Infelizmente, poucos entre nós estudam o que a Bíblia ensina sobre isso. Falta de tempo não é, porque Deus não é mentiroso em afirmar que para tudo há um tempo. (Eclesiastes 3:1)

O que precisamos é usar nosso tempo seletivamente para nos aprofundarmos em assuntos espirituais, e nos capacitarmos para evangelizarmos os em escuridão espiritual.

Embora nos reportamos aos irmãos em Cristo, aqui, com palavras de ousadia e corajosas sobre a crença espírita, devemos raciocinar com eles de forma compreensiva e amorosa, sem zombaria.

Precisamos entender que eles são vítimas de um falso-deus, chamado Satanás, o diabo (2 Coríntios 4:4), que tenta promover uma crença que, se fosse verdadeira, reduziria a nada o sacrifício de Jesus por nós, visto que a doutrina da reencarnação apregoa a salvação por méritos próprios através de sucessivas reencarnações, e não pela morte sacrificial de Jesus

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More