segunda-feira, maio 31, 2010

Queluz: Dia Global de Oração (2010)

domingo, maio 30, 2010

Até onde irá a imaginação deles?

O Inimputável faz uma pergunta relevante:

Até onde irá a imaginação deles?



Com o fim dos temas fracturantes há que puxar pela imaginação. Temos que reconhecer que a esquerda revolucionária continua a esforçar-se. Avança-se já uma premonição de uma futura proposta (ver foto).
A destruição da estrutura da família continua e os Loiçãs, Cavacos e Sócrates deste país não se importam com isso.

Curiosamente, ainda hoje li uma notícia da morte de uma ex-estrela juvenil de nome Gary Coleman. Uma das coisas que o mesmo diz é que o seu ambiente familiar não era dos melhores. Isso pode ter influenciado a sua vida adulta conturbada. Mas o que é isso para os "mandadores sem lei"?

Já seria de esperar que os esquerdistas tentassem destruir a família uma vez que isso é um dos objectivos do socialismo/comunismo (ver ponto 40). Agora, um suposto homem da "direita" como o Cavaco a assinar uma legislação que destrói os princípios católicos que ele deveria defender não lembra a ninguém.

Mas isto faz parte dos sinais do fim dos tempos. Como cristãos devemos olhar para estes eventos da Vinda Próxima do Criador e não como situações que nos deixam desmoralizados e fragilizados. Não há nada que os anti-cristãos façam no seu processo de destruição da sociedade que não tenha sido prevista pelO Criador.

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;
Porque muitos virão em meu nome, dizendo: "Eu sou o Cristo"; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terramotos, em vários lugares.

Mas todas estas coisas são o princípio de dores.

Então vos hão-de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão.

E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.

E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim.
Mateus 24:4-14

"Quantos “eu te amo” eu poderia ter dito em quinze minutos?"

Será o Senhor Jesus uma cópia de Horus?

Não será a História Bíblica acerca do Senhor Jesus uma cópia de mitologia egípcia, nomeadamente, a história de Horus?

Dificilmente. O livro de Acharya S. "The Christ Conspiracy" é a aparente fonte da lista em baixo descrita, mas a autora apenas oferece evidências referenciais para cinco das suas alegações. Alguns dos apontamentos de rodapé contradizem com as suas próprias alegações! Mas isto é o que seria de esperar; quando alguém rejeita a visão Bíblica do mundo ela fica com um mundo irracional.

Eis aqui algumas das alegações acerca dos "paralelos" entre o Senhor Jesus e Horus.

1) Horus nasceu de uma virgem com o nome de Isis-Meri a 25 de Dezembro, numa cave/manjedoura, e o seu nascimento foi anunciado por uma estrela no Oriente, vista por 3 sábios.

Primeiro, a mãe de Horus não era virgem. Ela era casada com Osiris e não há razão para se supor que ela se absteve depois de casada. De acordo com a sua historia, Horus foi miraculosamente concebido. Seth tinha morto e desmembrado Osiris, mas Isis voltou a reconstruir o corpo dele, e seguidamente teve relações com ele. Em algumas versões, ela usou um órgão sexual masculino feito à mão porque não conseguiu encontrar essa parte do corpo do marido. Portanto, embora tenha sido uma concepção milagrosa, não foi uma concepção análoga à Incarnação do Senhor Jesus.

Segundo, foram assinaladas 3 datas de nascimento na mitologia de Horus, sendo que uma delas é a 25 de Dezembro. Como a Bíblia não diz que o Senhor nasceu a 25 de Dezembro, não há nenhum paralelo.

Terceiro, "Meri" ("Mr-ee") é a palavra egípcia para "amada" e aparentemente foi aplicada a Isis antes do tempo do Senhor Jesus como um título e não como parte do seu nome. Mas como provavelmente havia milhares de mulheres entre o tempo de Horus e altura do Senhor com um nome ou título que era uma variação de "Mary", não há razão alguma para se supor que a Mãe do Senhor Jesus foi nomeada segundo o nome de Isis em particular. Mesmo que, hipoteticamente, os autores dos Evangelho tivessem fabricado a Mãe do Senhor e a tivessem dado o nome de "Mary" (Maria), é muito mais provável que eles se baseassem numa "Mary" mais perto do seu tempo do que na "Isis-Meri".

Quarto, Horus nasceu num pântano e não numa caverna/manjedoura.

Quinto, o nascimento de Horus não foi anunciado por nenhuma estrela no Oriente.

Sexto, não havia "três sábios" aquando do nascimento de Horus, e nem aquando do nascimento do Senhor Jesus. A Bíblia não diz o número de sábios, e nem diz que eles estavam presentes na altura do Seu Nascimento. Além disso, eles só viram o Senhor quando Ele estava na Sua casa e não na manjedoura (e isto quando Ele já tinha cerca de 2 anos).

2) O seu pai terrestre era chamado de "Seb" ("Joseph" - "José").

Não há nenhum paralelo entre o nome Egípcio "Seb" e o Hebraico "Joseph” para além do facto de serem nomes comuns. Para além disso, Seb era o pai de Osiris e não de Horus.

3) Ele era de descendência real.

Isto é verdade, mas não é uma comparação com o Senhor. Quando os cristãos dizem que o Senhor é de descendência real, eles tem em mente o facto de Ele ser da linhagem do Rei David, um rei terreno (Revelação 22:16). De acordo com o mito, Horus descendia de realeza celestial uma vez que era o filho do deus principal.

4) Quando tinha 12 anos, Horus foi um professor-criança no Templo, e aos 30 anos ele foi baptizado, havendo desaparecido durante cerca de 18 anos.

Ele nunca ensinou em templo algum, e nunca foi baptizado. Além disso, o Senhor não "desapareceu" durante os anos intermédios. Ele trabalhou durante esse tempo como Carpinteiro.

5) Horus foi baptizado no rio Eridanus ou Iarutana (Jordão) por "Anup o Baptizador" ("João o Baptista"), que foi mais tarde decapitado.

Mais uma vez, Horus nunca foi baptizado. Não existe um "Anup o Baptizador" na história.

6) Ele teve 12 discípulos, dois dos quais eram suas "testemunhas" e eram chamados de "Anup" e "Aan" (os dois "João").

Horus teve 4 discípulos (chamados de ‘Heru-Shemsu’). Há outra referência para 16 seguidores e um grupo de seguidores chamados de ‘mesnui’ (ferreiros) que se juntaram a Horus em batalha, mas eles nunca são numerados. Não há nenhuma referência aos 12 discípulos ou referência a algum deles ser chamado de “Anup” ou “Aan”.

7) Horus executou milagres, exorcizou demónios e ressuscitou El-Azarus ("El-Osiris") dos mortos.

Ele de facto executou milagres, mas nunca chegou a exorcizar demónios nem a ressuscitar o seu pai dos mortos. Além disso, Osiris nunca referenciado como ‘El-Azarus’ ou ‘El-Osiris’ (claramente uma tentativa de fazer o seu nome assemelhar-se ao Lázaro da Bíblia).

8) Horus andou sobre a água.

Não, ele não andou.

9) O seu título especial era "Iusa" o "sempre-tornante filho" de "Ptah", o "pai." Ele era como tal chamado de "Criança Sagrada."

Horus nunca foi chamado de "Iusa" (nem há alguém na história Egípcia que alguma vez tenha sido chamado "Iusa" - essa palavra não existe) nem "Criança Sagrada".

10) Ele fez um "Sermão na Montanha" e os seus seguidores recontaram os "Ditados de Iusa.

Horus nunca fez um tal sermão, e, como dito em cima, ele nunca foi referido como "Iusa".

11) Horus transfigurou-se na montanha.

Não, ele não se transfigurou na montanha ou em lugar algum.

12) Horus foi crucificado entre dois ladrões, enterrado durante 3 dias, e mais tarde ressuscitou.

Horus nunca foi crucificado. Há uma história não oficial na qual ele morre e é atirado em pedaços para a água, sendo que mais tarde ele é pescado por um crocodilo a pedido de Isis. Esta história não oficial é a única em que ele morre.

13) Ele era também o "Caminho, a Verdade, a Luz", "Messias", "O Filho Ungido de Deus", o "Filho do Homem", o "Bom Pastor", o "Cordeiro de Deus", a "Palavra feita Carne", a "Palavra da Verdade", etc.

Os únicos títulos que foram atribuídos a Horus foram "Grande Deus", "Comandante dos Poderes", e "Vingador do Seu Pai". Nenhum dos títulos listados em cima aparece na mitologia Egípcia.

14) Ele era o "Pescador" e estava associado com o Peixe ("Ichthys"), Cordeiro e Leão.

Ele nunca foi referido como "o pescador" e não há nenhum cordeiro ou leão na história. As notas de rodapé de Acharya S. acerca desta alegação mostram uma associação com o peixe (isto é, que Horus ERA UM PEIXE, ao contrário do Senhor Jesus), sem evidência alguma de ele alguma vez ser chamado de o "pescador" ou tendo alguma associação com o cordeiro ou o leão.

15) Ele veio para completar a Lei.

Não havia "lei" alguma que ele fosse suposto "completar".

16) Horus foi chamado de "o KRST" ou o "Ungido".

Ele nunca foi chamado por nenhum desses títulos. "Krst" em Egípcio significa "enterro". Não era um título.

17) Tal como Jesus, "Era suposto Horus reinar durante mil anos".

Não há menção disto na mitologia Egípcia.

Links:
Encyclopedia Mythica: Horus
Egyptian Mythology: Horus
The Eye Of Horus
Horus: He Who Is Above
Tektonics: Horus, Isis, Osiris
Egyptian Book of the Dead


Sinceramente, é difícil não ler algumas das alegações dos cépticos sem soltar uma gargalhada. Algumas das acusações são tão obviamente fabricadas que é difícil acreditar que alguém as possa inventar e muito menos levá-las a sério. Mas para quem acredita que répteis evoluíram para pássaros, acreditar que o Senhor Jesus Cristo é "uma Cópia de mitos pagãos" não é algo fora do normal.

Tal como dito em cima, quando alguém abandona a visão Bíblica do mundo fica com um mundo irracional.

sábado, maio 29, 2010

A Falsa Espiritualidade

Isaías 55:6
Buscai ao Senhor, enquanto se pode achar, invocai-o, enquanto está perto.

Pequeno texto retirado de um livro.
"O homem era mais ridículo do que poderia imaginar-se. Ao vê-lo iluminado pelos focos de luz da televisão, Jeremy pensou que o guia dos espíritos parecia obstipado ao clamar que ouvia vozes vindas do além-túmulo.

Tinha adoptado um tom de falsa intimidade, agindo como se fosse o irmão ou o melhor amigo de cada um dos presentes que, na sua maioria, pareciam tomados de uma reverência temerosa - incluindo a loura e a mulher a quem o convidado estava a dirigir-se - e o consideravam uma bênção vinda do céu.

O que até fazia sentido, pensava Jeremy, pois esse era o local para onde os entes queridos mortos acabavam sempre por ir.

Os espíritos de além-túmulo estavam sempre rodeados de uma luz angelical e imersos numa aura de paz e tranquilidade. Nunca Jeremy ouvira falar de um guia de espíritos que estabelecesse a ligação com o outro local, o mais quente. Nunca um ente querido morto se queixava de estar a ser assado no espeto ou a ser cozido num caldeirão de óleo de motores, por exemplo".1

De facto não deixa de ser curioso que os "guias espirituais" que contactam com os supostos entes queridos já falecidos, afirmam sempre que os mesmos "estão em paz". Quantas vezes estes mesmos "guias" entraram em contacto com entes a suportar dores extremas e rodeados de fogo por todo o lado? Não seria de esperar haver um ou outro a reportar isso mesmo? Porque é que isso nunca acontece?

Uma situação semelhante acontece com a série "Em Contacto". Nesta série, e depois do episódio revelar a razão que leva este ou aquele "espírito" estar ainda a divagar entre os familiares ou amigos próximos, todos os mortos (ou a esmagadora maioria deles) dirigem-se para "a luz" independentemente da forma como viveram a sua vida. Não há menção de julgamento nem de castigo pela vida vivida. Lembro-me até dum caso em que até um ateu foi para "a luz" no final do episódio (!).

Claro que as pessoas podem justificadamente dizer que estes "gurus" espirituais (e estes programas de televisão) só enganam quem se deixa enganar. Até pode ser verdade, mas, pelo que se tem visto um pouco por todo o mundo, e principalmente depois da recepção entusiástica que Bento XVI recebeu por parte dos portugueses, há milhões de pessoas com fome de Deus. Há milhões de pessoas que genuinamente se apercebem que a sua vida é muito mais que aquilo que os ateus pregam um pouco por todo o lado, e como tal elas buscam "algo" que dê sentido à sua existência.

O que estes gurus televisivos fazem é satisfazer esta sede com uma falsa história do mundo espiritual. Neste visão espiritual (tão apreciada hoje em dia) não há lugar a arrependimento, julgamento, redenção, inferno e tormento eternos. Só o céu.

Todos são suficientemente bons para ganhar por si só um lugar no lugar de paz eterna (céu). Neste nova espiritualidade o que importa é manter as pessoas presas a uma droga que as destrói interiormente sem as pessoas se aperceberem.

A Palavra de Deus, por outro lado, diz-nos que o homem por si só não pode ganhar um lugar no mundo que está para vir. Precisamos da Graça e do Perdão de Deus. As nossas boas, por melhores que elas sejam, não apagam os nossos pecados e as nossas falhas. É preciso reconhecer que somos fracos e pecadores, e que como tal precisamos desesperadamente de depositar a nossa fé Naquele que Deus enviou, nomeadamente, o Senhor Jesus Cristo. Ele e só Ele nos pode fazer agradáveis aos Olhos de Seu Pai.

Esta é a verdadeira espiritualidade que nunca vai ser encontrada entre os gurus, médiums ou consultadores de espíritos mas só em Cristo Jesus.

Inclinai os vossos ouvidos e vinde a Mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque, convosco farei um concerto perpétuo, dando-vos as firmes beneficências de David.
Isaías 55:3


1. "Quem Ama Acredita" , Nicholas Sparks, páginas 11,12 (Ing: "True Believer")

Telepatia: Dawkins e a necessidade ideológica de se rejeitar evidências incomodativas

Eis aqui uma interacção entre um verdadeiro cientista com o Richard Dawkins.
Cruzado ateu e autor do livro The God Delusion, Richard Dawkins é o Professor de "Entendimento Público da Ciência" em Oxford. No ano de 2007 ele visitou o biólogo Rupert Sheldrake em busca de uma entrevista a incluir no seu programa "Inimigos da Razão":

Richard Dawkins é um homem com uma missão - a erradicação da religião e da superstição e a sua substituição pela ciência e a razão. A Channel 4 TV tem repetidamente providenciado um púlpito através do qual Dawkins pode pregar a sua mensagem. A sua polémica série de TV chamada Inimigos da Razão
(2 episódios) foi uma sequela a sua diatribe contra a religião, A Raiz de Todo o Mal? (2006).

Pouco antes da série Inimigos da Razão ser filmada, a IWC Media (companhia da produção) disse-me que Richard Dawkins queria visitar-me para discutir a minha pesquisa nas habilidades inexplicáveis de pessoas e animais. Eu estava relutante em tomar parte nisto mas a representante da companhia garantiu-me que "este documentário, após insistência da Channel 4, seria mais balanceado que A Raiz de Todo o Mal".

Ela acrescentou ainda que "Estamos desejosos que isto seja uma discussão entre dois cientistas acerca de modos científicos de investigação". Como tal eu concordei e agendei uma data. Eu ainda não sabia ainda o que esperar. Será que Dawkins se comportaria de forma dogmática, com uma firewall mental a bloquear qualquer tipo de evidência que contradissesse as suas crenças? Ou será que ele seria mais mente aberta e divertido com quem se conversar?

O naturalista chega.

Foi-nos pedido que nos sentássemos frente à frente; fomos filmados com uma câmara manual (eng: "hand held"). O Richard começou por dizer que ele e eu concordaríamos em muitas coisas, "mas o que me preocupa em si é que você está preparado para acreditar em praticamente tudo. A ciência deveria ser baseada num número mínimo de crenças."

Eu concordei que nós tínhamos de facto muito em comum, "mas o que me preocupa em si é que você dá uma imagem dogmática de si, dando uma má impressão do que a ciência é."

Seguidamente, e num espírito romântico, ele afirmou que gostaria de acreditar em telepatia, mas não havia evidência alguma para isso. Ele ignorou todas as pesquisas em torno da questão. Ele comparou a falta de aceitação da telepatia por parte de cientistas como ele com a forma como o sistema de eco-locação foi descoberto nos morcegos, seguida da sua rápida aceitação pela comunidade científica durante os anos 40 do século 20.

De facto, como mais tarde descobri, Lazzaro Spallanzani tinha mostrado no ano de 1793 que os morcegos dependem da audição para encontrarem o seu caminho, mas os oponentes cépticos ignoraram as suas experiências e ajudaram a atrasar as pesquisas em mais de um século.

No entanto o Richard reconheceu que a telepatia era uma mudança mais radical que a eco-locação. Ele disse que se realmente ela ocorresse, isso haveria de "transtornar as leis da Física" e acrescentou que "alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias."

"Isso depende do que você considera como extraordinário" respondi. "A maioria das pessoas afirma que elas já experimentaram a telepatia especialmente no que toca a chamadas telefónicas. Neste sentido, a telepatia é bem ordinária. A alegação de que a maioria das pessoas estão iludidas em relação às suas próprias experiências é extraordinária. Onde está a evidência extraordinária para isto?".

Ele não ofereceu nenhuma evidência para isto à parte de argumentos genéricos acerca da falibilidade do julgamento humano. Ele assumiu que as pessoas querem acreditar no "paranormal" devido a pensamento desejoso.

Nós concordamos então que mais experiências controladas eram necessárias. Eu disse então que era por isso que eu vinha a fazer tais experiências, incluindo testes de modo a verificar se as pessoas poderiam saber quem é que as estava a ligar através do telefone quando a pessoa que estava a ligar era escolhida aleatoriamente. Os resultados eram bem superiores o que seria de esperar ao nível do acaso.

Durante a semana anterior, e de modo a que ele pudesse ver os dados, eu tinha envidado ao Richard cópias dos meus artigos publicados em jornais sujeitos a revisão de pares. O Richard pareceu um bocado incomodado e disse "Eu não quero discutir as evidências". Eu perguntei "Porque não?". "Não há tempo. É demasiado complicado. Além disso, não é para isso que este programa está a ser feito."

A câmara parou.

O director, Russel Barnes, afirmou que ele também não estava interessado nas evidências. O filme que ele estava a fazer era só mais uma polémica ao estilo de Dawkins. Eu disse ao Russell "Se você vai tratar a telepatia como uma crença irracional certamente que as evidências acerca da sua existência são essências para a discussão. Se a telepatia ocorre, então não é irracional acreditar nela. Pensei que era sobre isso que haveríamos de falar. Eu fui bem claro desde o princípio que não estava interessado em tomar parte em mais um exercício de falsificação de baixo nível."

O Richard disse "Isto não é um exercício de falsificação de baixo nível, mas sim um exercício de falsificação de alto nível." Nesse caso, disse eu, tinha havido um mal entendimento porque eu tinha sido levado a acreditar que isto seria uma discussão científica equilibrada acerca das evidências. O Russell Barnes pediu para ver os emails que eu tinha recebido da sua assistente. Ele leu-os com óbvia consternação e disse que as certezas que ela me tinha dado estavam erradas. A equipa de filmagem empacotou o seu equipamento e saiu.

Richard Dawkins há muito que proclamou que "O paranormal é uma fraude. Todos aqueles que tentam vende-lo são uns falsos e uns charlatães". A série Inimigos da Razão tinha como propósito popularizar esta crença. Mas será que esta sua cruzada promove realmente um "entendimento público da ciência", posição que ele é professor em Oxford?

Deveria a ciência ser uma veículo de preconceito, uma variante dum sistema de crenças fundamentalista? Ou deveria ser um método de investigação para dentro do desconhecido?


Depois de ler estas linhas ficamos a ver que os ateus não estão interessados nas evidências. Para eles o que importa é a distorção da ciência como forma de ela sempre apontar para o ateísmo. O Rupert Sheldrake é um cientista que ficou interessado na pesquisa da telepatia, e como um verdadeiro cientista, ele gerou hipóteses, fez testes e chegou a algumas conclusões. A maior dessas conclusões é que a telepatia é um fenómeno universal e bem mais frequente do que muitos de nós pensa.

Os ateus, claro está, não podem aceitar isto porque para eles nenhuma informação pode chegar a outro ser humano (ou animal) senão através do mundo físico (natural, material, etc). Como é difícil de ignorar as evidências a favor da telepatia, os ateus como o Dawkins evitam discutir as evidências e focam-se em ridicularizá-las. É mais fácil assim.

Perguntem-se a vocês mesmos: desde quando é que um cientista diz "não estou interessado nas evidências!" ? Não são as evidências o cerne de um bom processo científico? Porque será que o ateu Richard Dawkins não quer ver as evidências? Será porque ele sabe que isso seria destrutivo para o seu naturalismo?

Com eventos como este pode-se ver como o ateísmo é contra a ciência. Se não fosse o ateísmo de Dawkins, ele não teria problemas em investigar a telepatia, mas como ele sabe onde isso acaba, ele rejeita qualquer empreendimento cientifico em torno disso.

O ateísmo impede o avanço da ciência.

Para nos cristãos a habilidade humana e animal de poder emitir informação para além dos meios chamados naturais não é nada de estranhar. O Nosso Deus também comunica com o ser humano da mesma forma, portanto não é de estranhar que Ele tenha dado ao ser humano (e a alguns animais) alguma dessa capacidade.

Ao contrário do ateísmo, o Cristianismo está de acordo as evidências científicas.

"HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais, pelos profetas, a nós, falou-nos, nestes últimos dias, pelO Filho"

Hebreus 1:1

sexta-feira, maio 28, 2010

O Verdadeiro Che Guevara

O facto da arma do assassino Che Guevara estar a apontar para cima mostra que esta foto foi mesmo só para a pose. Uma foto mais realista de Che Guevara deveria mostrar a arma a apontar para um homem indefeso, uma vez que foi isso que ele levou a cabo contra todos os que se opusessem à "revolución".

Tal como Marx, Lenin e Stalin (por sinal, todos ateus), Che Guevara foi um dos mais patéticos homens da História da Humanidade. Infelizmente, os regimes ateus que eles criaram levaram para o caixão milhões de vítimas inocentes.

"Hey Camponês! Passa para cá o fruto do teu trabalho árduo de modo a que eu possa redistribuir entre aqueles que apoiam o socialismo!"

Entrevista ao César das Neves

Ao lerem esta entrevista (PDF), reparem na forma como o "entrevistador"/inquisidor coloca as perguntas. Será que ele adoptaria a mesma lógica (e o mesmo tom) se estivesse a entrevistar uma feminista radical ou um activista homossexual?

Julgo que não.

Criação: Será a Palavra do Criador Suficiente?

"Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea." (Marcos 10:6)

Para aqueles que consideram a Bíblia como Autoritária estas palavras do Senhor Jesus Cristo deveriam terminar de uma vez por todas com a controvérsia sobre a idade da Terra. A Terra foi criada essencialmente ao mesmo tempo que Adão e Eva, como nos diz o Senhor Jesus. Ele estava a citar Génesis 1:27 que diz "macho e fêmea os criou". Este ponto alto do trabalho criativo de Deus [isto é, a criação do ser humano] aconteceu "no princípio da criação" e não milhões de anos depois do princípio da criação, como os que subscrevem a uma Terra antiga advogam.

Nós podemos entender a necessidade dos ateus em acreditar na teoria da evolução e num universo quase infinito; dentro do ateísmo eles não tem outra alternativa. Por outro lado, aquele que acredita nO Deus Pessoal desonra-O quando coloca especulações ateístas acima da Palavra de Deus.

Sendo Deus não só Omnisciente e Omnipotente como também Omnibenevolente e Misericordioso, Ele nunca haveria de criar o homem deste modo. As longas eras assumidas pelos geólogos evolucionistas supostamente envolvem milhões e milhões de anos de sofrimento e morte de milhões de animais antes da chegada do homem.

Certamente que que este seria o método mais ineficiente, esbanjador e cruel que alguma vez poderia ser feito como forma de "criar" seres humanos. Uma vez que a criação do homem era o propósito primordial de Deus não há razões para Ele esbanjar milhões de anos numa charada sem propósito antes de chegar onde queria.

Aliás, a única razão pela qual Deus demorou 6 dias na Criação foi a de servir de padrão para a semana de trabalho para o homem (Êxodo 20:8-11). Até nisto Deus foi Bondoso.

O Senhor Jesus Cristo não só é Um Criacionista, mas é Ele Mesmo o Criador de todas as coisas (João 1:3; Colossenses 1:16). Como tal, Ele é a Maior Autoridade que pode existir sobre a altura em que o ser humano surgiu na Terra e Ele disse que foi "desde o princípio da criação".

Conclusão:

Se tu és um cristão e acreditas que a Terra tem milhões de anos, pergunta-te o seguinte:

1. Será que o Filho de Deus é Fiável no que toca à origem do ser humano, ou será que o ser humano sabe mais que Ele?

2. Se Ele diz que o surgimento do ser humano aconteceu essencialmente à mesma altura da criação do universo, será que Ele sabia disso ou será que ele "não tinha conhecimentos científicos" ?

3. Se Ele se "enganou" no que toca à criação, porque é que ainda confias NEle no que toca à salvação?

Não há nenhuma evidência para alegoria ou citação de "mitos" nas Palavras do Senhor, e como tal, porque é que tu forças isso ao Texto algo que não está lá?

quinta-feira, maio 27, 2010

Australopitecus Sediba: Mais um para juntar à lista

A procura pelo não-existente "elo perdido" por parte dos evolucionistas tem uma longa e conturbada história. Australopithecus sediba (Sediba) é o mais recente fóssil usado como representante do passado evolutivo humano. No entanto os restos deste macaco extinto oferecem pistas sólidas que contradizem qualquer relação evolutiva com o ser humano.

Primeiro, os restos foram datados com a idade de 1,9 milhões de anos, o que os torna pelo menos 1 milhão de anos mais novos do que as idades evolutivas atribuídas a fósseis de seres totalmente humanos.1 Se Sediba realmente fosse um ancestral humano, então o seu tipo teria-se metamorfoseado para o ser humano, e, desde logo, não existiria (como ancestral humano) depois do mesmo ser humano ter aparecido.

Portanto, as idades evolutivas atribuídas aos fósseis sobrepõem-se consideravelmente e desde logo falham ao servir de evidência para uma cronologia alinhada.

Tal como se verificou com "Ardi" (Ardipithecus ramidus) - outro fóssil celebrado pelos evolucionistas como ancestral humano - a alegação é a de que a orientação da estrutura do quadril é mais humana e que, portanto, poderia ter andado como um homem moderno. Supostamente, Sediba estava no processo de adquirir a forma de andar distintivamente humana.2

Há alguns meses atrás o antropólogo C. Owen Lovejoy promoveu Ardi como um macaco que andava com postura recta3, mas para William Jungers (Stony Brook University Medical Center) que - tal como o resto do mundo, só pôde analisar as evidências depois de Ardi ter sido proclamado como um "andador" - o esqueleto reconstruído "realmente, não mostra de todo nenhuma adaptação para o bipedalismo" 4

Lee Berger, paleoantropólogo e autor principal de um estudo em torno de Sediba publicado na revista Science, semelhantemente anunciou que Sediba poderia ter andado.5 Mas tanto no caso de Ardi como no caso de Sediba não foram encontrados os ossos relevantes que pudessem legitimar essa determinação!6 Portanto, não se admirem se dentro de alguns meses se determinar, eventualmente, que Sediba não tinha as adaptações que lhe permitissem caminhar com postura recta. Ou seja, mais um fóssil para o caixote dos "falsos fósseis evolutivos".

Conclusão:

Quem acompanha as coisas que se colocam neste blog ou no blog do Sabino de certo que não vai ficar surpreso com a euforia evolucionista em torno deste fóssil. Isto é cíclico e segue sempre o mesmo padrão:
1. Encontram-se ossos de hominídeo;

2. Os cientistas evolucionistas fazem algumas declarações superficiais com muitos "pode ter", ou "se calhar", ou ainda "tudo indica";

3. Os jornais evolutivos anunciam-no com toda a certeza como "o elo que faltava na evolução do homem!" e que agora é que a dita evolução está confirmada. Antes deste fóssil não estava, pelos vistos;

4. Os cientistas estudam o achado com mais cuidado e "descobrem" que o dito fóssil "não é bem" o que se tinha anunciado.

A ciência não funciona da mesma forma que a teoria da evolução funciona. Com a ciência primeiro estudam-se os dados, testam-se as hipóteses, fazem-se previsões, confirmam-se (ou descartam-se) as hipóteses, e depois é que se publicam as conclusões.

Como a teoria da evolução não é ciência mas sim uma ideologia, primeiro anuncia-se o que quer que os fósseis sejam (como forma de intimidar os adversários) e depois, quando afinal se descobre que os ditos fósseis são irrelevantes para o mito da teoria da evolução, deixa-se a poeira baixar calmamente, sem nunca (ou raramente) se publicar com a mesma força o quão errados os evolucionistas estavam na sua interpretação inicial.

Para nós cristãos o facto dos evolucionistas nunca serem capazes de estabelecer de uma vez por todas uma linhagem coerente é exactamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse o que é, nomeadamente, a Palavra de Deus. O ser humano não tem ancestrais entre os australopitecos porque o ser humano não é o resultado de nenhum processo evolutivo mas sim o resultado do Processo Criativo de Deus.

A ciência não oferece nenhum suporte a uma imaginada linhagem evolutiva que envolva a descendência comum entre os grandes símios e o ser humano.

Se os ateus realmente levassem a ciência a sério, há muito que teriam descartado a teoria da evolução, mas como a alternativa à teoria da evolução é Criação, os ateus vão continuar agarrados a uma teoria sem evidências e sem lógica.


Referencias

  1. A revealing chart with compiled evolutionary dates of early-man candidates reveals that they were all contemporaries. See Lubenow, M. L. 2004. Bones of Contention, Revised and Updated. Grand Rapids, MI: Baker Books, 337.
  2. Raichlen, D. A. et al. 2010. Laetoli Footprints Preserve Earliest Direct Evidence of Human-Like Bipedal Biomechanics. PLoS One. 5 (3): e9769.
  3. See Lovejoy, C. O. 2009. Reexamining Human Origins in Light of Ardipithecus ramidus. Science. 326 (5949): 74e1.
  4. Harmon, K. How Humanlike was "Ardi"? Scientific American. Posted on scientificamerican.com November 19, 2009, accessed November 25, 2009.
  5. Berger, L. R. et al. 2010. Australopithecus sediba: A New Species of Homo-like Australopith from South Africa. Science. 328 (5975): 195-204.
  6. See Thomas, B. 2009. Did Humans Evolve from 'Ardi'? Acts & Facts. 38 (11): 8-9.

quarta-feira, maio 26, 2010

Os 10 Mandamentos do Consenso Evolutivo

Assim Diz o Consenso Evolutivo:

1. Nós somos os Cientistas que vos tiramos da terra da servidão da ignorância. Não terão outros Cientistas para além de nós.

2. Não farás para ti teoria alternativa acerca das origens e diversificação das formas de vida. Não terás confiança em outros cientistas para além de nós porque nós, os Evolucionistas, somos cientistas zelosos e visitamos a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira quarta geração daqueles que nos ignoram.

3. Não citarás nenhum Cientista Evolucionista fora do contexto porque eles não terão por inocente quem o fizer.

4. Lembra-te dos fósseis para os santificares (Ardi, Lucy, Ida, e todos os outros).

5. Lembra-te que os dinossauros viveram há milhões de anos atrás.

6. Os métodos de datação são fiáveis no que toca a determinar a idade da Terra.

7. Matarás o quanto quiseres uma vez que isso é apenas a sobrevivência do mais forte.

8. Adulterarás o quanto quiseres. Se quiseres, podes até usar da força física para abusar de mulheres porque isso é uma "adaptação evolutiva" (ponto 4).

9. Podes dizer falsos testemunhos à vontade porque isso é um resultado natural do "processo evolutivo":

"Mentir está profundamente embebido no nosso subconsciente como um resultado da evolução.... A evolução significa apenas que aquele que sobrevivem mentido possuem entre os seus talentos a habilidade, ou as capacidades, que enganam os predadores que os poderiam causar danos, bem como a habilidade, ou as capacidades, que eles usam para enganar as vítimas a quem eles querem causar danos"
10. Cobiçarás a casa do teu próximo, a mulher do teu próximo, e tudo o que o teu próximo possuir. Uma vez que Deus não existe, tudo aquilo que tu conseguires explicar com a evolução torna-se moralmente aceite. Não interessa o que o teu próximo pensa. (1, 2, 3, 4, 5)

terça-feira, maio 25, 2010

Pessoas com forte fé religiosa tendem a valorizar mais a sua vida que ateus

Interessante.
Pesquisa nos EUA mostra que fiéis com doenças terminais pedem três vezes mais por tratamento intensivo do que os sem religião.

Um estudo de um instituto de tratamento do câncer nos Estados Unidos sugere que pessoas com fortes crenças religiosas lutam com mais intensidade contra a morte.

Pesquisadores do Instituto do Câncer Dana-Faber, de Boston, Massachusetts, acompanharam 345 pacientes com câncer em fase terminal até a hora de sua morte.

Eles afirmam que aqueles que rezavam regularmente pareciam querer que os médicos prolongassem suas vidas o máximo possível. De acordo com a pesquisa, pacientes com fortes traços religiosos tendiam a receber tratamentos intensivos para prolongar a vida três vezes mais do que aqueles que não eram tão religiosos.

A pesquisa também sugere que este tipo de cuidado intensivo, incluindo técnicas de ressuscitação, podem fazer com que a morte seja mais difícil.

"Estas descobertas precisam ser mais discutidas dentro das comunidades religiosas, e podem gerar mais reflexão daqueles que fornecem aconselhamento pastoral para pacientes com câncer em fase terminal", disse Holly Prigerson, que liderou a pesquisa.

O relatório dos pesquisadores americanos foi publicado na revista especializada Journal of the American Medical Association.

Entre os consultados, pouco mais de 30% concordaram com a afirmação de que a fé é "a coisa mais importante que faz você continuar".

Segundo os pesquisadores, era menor nesse grupo o número de pessoas que assinaram uma ordem proibindo os médicos o uso de técnicas de ressuscitação.

Outras pesquisas realizadas nos Estados Unidos mostraram que pessoas religiosas tendiam a apoiar o uso de cuidados intensivos nos últimos dias de vida. Entretanto, poucos estudos foram feitos para saber se estas pessoas recebiam estes cuidados.

Outros estudos afirmam que intervenções como cuidados intensivos nas últimas semanas e dias antes da morte podem reduzir a qualidade de vida do paciente.

Estudiosos da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh descobriram que tratamentos como a respiração com ajuda de aparelhos e ressuscitação, alimentação com o uso de tubos e quimioterapia não paliativa estavam associados a mais sofrimento físico e psicológico. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Tendo em conta que o estudo foi levado a cabo nos EUA, que é maioritariamente judaico-cristão, podemos concluir que é essa a visão do mundo que é aludida sempre que se fala em "religião". Isto mostra mais uma vez que, contrariamente ao que o ateu Clinton Richard Dawkins diz, a visão Bíblica do mundo produz muitos benefícios para a humanidade.

A vida é um dom, e aqueles que a tentam salvar estão a admitir que a sua vida tem valor. A Bíblia diz-nos que "um coração alegre é um bom remédio" (Provérbios 17:22) e isso é confirmado pela Medicina moderna. A atitude que nós adoptamos para combater uma doença pode ser decisiva para a superar. Se uma ideologia promove a que pessoas mantenham uma atitude positiva perante um problema físico ou psicológico isso é um ponto a favor para essa mesma ideologia.

Ao contrário do ateísmo, que é uma ideologia desesperante, a Bíblia mostra-nos que mantendo uma atitude vencedora sobre a doença aumentamos as hipóteses de superá-la.

Como se pode ver mais uma vez, o ateísmo é um problema social que deve ser exposto como tal.

Ver também:

1. Os Benefícios Socias do Cristianismo

2. Ir à igreja faz bem à saúde

3. Cientistas afirmam: Fé no Deus da Bíblia reduz ansiedade

4. Queres combater a depressão? A ciência diz para confiares em Deus

segunda-feira, maio 24, 2010

Ateu "oo" Comenta Sob o Nome de "Renatinha" e Fala Bem de Si Próprio

Em mais um exemplo das consequências da rejeição dos Mandamentos de Deus, o ateu com o nome de "oo" comentou sob o nome de "Renatinha". Pior do que isso, quando comentou sob o segundo nome, "Renatinha" elogiou os comentários de "ela" fez sob o nome de "oo"!

Eis aqui a totalidade do comentário da "Renatinha/oo":

Ah, sei la… Eu particulamente, sou cristã, pois minha mãe me ensinou uma educacão que eh cristã e eu respeito muito, Jesus, e tudo… mais os argumentos dos que nao acreditam no Cristianismo (eu acredito) são tão sinceros e convincentes que eu fico meio na dúvida…. eu sou moderada e talz, mais eh que eu não quero deixar de crer no Senhor, nas Escrituras..
O problema eh que, eu analisei os comentários de todos, e eles pareceram convincentes pra mim, como desse tal de ”Glauber”, do outro lá “oo”, do ”Nuno Dias”… E ainda, pra ser bem sincera (não eh nada pessoal viu), ninguem conseguiu responder direito os argumentos deles… ficaram só dizendo ”ta errado, nao tem logica”, mais ninguem conseguiu mostrar oque tinha de errado, ilógico…. e sei lá… nunca acreditei muito em TUDO que a Bíblia diz, axo que tem umas coisas bem estranhas lá, que nao podem ter sido escritas por Jesus, nem Deus…..
Mais eu respeito a Religião, só num sei se podemos ter certeza se tudo oqeu ela diz…
Fui//
O problema para o "oo" é que o Wordpress mostra o IP de quem faz o comentário. Vejam na imagem em baixo (cliquem para aumentar) como o comentário da "Renatinha" e do "oo" foram feitos através do mesmo IP.Para além do humor que isto invariavelmente causou, isto mostra também o desespero de alguns ateus no que toca a defender a tese de que o universo criou-se a si mesmo.

Claro que as pessoas podem sempre dizer que foi outra pessoa na MESMA casa a usar a mesma internet, mas pensemos nas probabilidades desta posição:

1. A "Renatinha" tinha que saber da existência deste blog, tal como o "oo" o sabe.

2. Se o comentário foi feito por alguém da mesma zona geográfica, há grandes hipóteses de as pessoas se conhecerem. Porque é que a "Renatinha" falou a respeito do "oo" como se ele fosse alguém que não conhece?

3. Por "coincindência", a "Renatinha" lista as pessoas cujos argumentos "ela" gostou e os mesmos foram feitos por ateus. Só ateus. Impressionante como esta "cristã" não viu nenhum comentário feito por um cristão do qual ela estivesse de acordo.

4. A "Renatinha" diz ainda que fica "meio na dúvida", mas se calhar a forma mais correcta seria "meia na dúvida, uma vez que "ela" é do género feminino.

Enfim, a preponderância das evidências suporta a hipótese de que estamos perante um ateu que, incapaz de defender os seus argumentos, comenta sob outro nome como forma de "ganhar pontos". Se eu me enganei, e eram de facto pessoas diferentes, então o "oo" que me corrija. Se são a mesma pessoa, então fica aqui a minha pergunta:

"OO", se tu tens que usar a mentira para avançar com o teu ateísmo, o que é que isso revela em torno da tua fé nesse mesmo ateísmo?


PS(1): Ah, "oo", se vais inventar uma conta de email, ao menos sê mais criativo do que "renata@hotmail.com". :-)

PS(2): Espero ver outros ateus a criticar o "oo", mas não tenho certeza se isso vai acontecer.

A cada vez mais confusa árvore da vida evolucionista

João 1:3

Todas as coisas foram feitas por Ele, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez.


Pesquisadores a estudar a genética concluíram que a árvore da vida evolutiva não corresponde aos factos da bioquímica.

Desde os anos 60 que os bioquímicos concluíram que os seres vivos poderiam ser agrupados em dois tipos distintos tendo como base a estrutura nuclear e a informação genética. Eucariotas tem uma ou mais células e um verdadeiro núcleo. Procariotas possuem células mais pequenas sem um núcleo. Estas últimas são tão distintas das eucariotas que os evolucionistas concluíram que elas devem-se ter desenvolvido separadamente uma da outra.

No final dos anos 70 um outro tipo foi reconhecido: as arqueas. As arqueas preferem ambientes mais extremos como passagens subaquáticas.


A sua bioquímica é totalmente distinta da bioquímica dos eucariotas e das procariotas. De acordo com os evolucionistas a vida pode-se ter desenvolvido a partir da matéria inanimada 3 vezes distintas. Para além disso, como forma de explicar a bioquímica destes 3 tipos de criatura, os bioquímicos evolucionistas tem que assumir que, pontualmente, estes tipos separados tiveram que trocar material genético uns com os outros, bem como com uma quarta forma de vida, ainda desconhecida.

Uma conclusão lógica desta nova visão evolucionista é que a vida tem que ter emergido muitas vezes a partir de matéria morta, no entanto a bioquímica moderna ainda não conseguiu explicar como é que a vida surgiu da matéria morta apenas uma única vez. Se calhar não era má ideia começar-se por aí e depois avançar para as outras duas.

O óbvio insucesso do naturalismo para explicar a origem da vida não é algo marginal no debate Darwin vs Design. A teoria da evolução é a versão naturalista da origem e diversificação da vida, e como tal se esse mesmo naturalismo não é suficiente para explicar como é que a vida começou, porque é que se vai assumir que a diversificação dessa mesma vida (e o aparecimento de novos órgãos e novas células) é algo que tem que se explicado dentro do âmbito do mesmo naturalismo?

O que os ateus não querem aceitar (embora já se tenham apercebido disso) é que a teoria da evolução falha pelas mesmas razões que a versão naturalista da origem da vida falha: não há força não inteligente capaz de organizar a matéria morta de modo a que ela possa fazer aquilo que as formas de vida fazem. Enquanto os ateus estiverem ideologicamente presos ao naturalismo, eles nunca vão aceitar o que a ciência e a Bíblia em união mostram sobre a origem da vida.

O padrão da vida, por outro lado, é algo que claramente se esperaria se ela tivesse sido o resultado do Criador Infinitamente Sábio que usou design semelhante para resolver problemas semelhantes.

Referências: Scientific American, 2/00, pp. 90-95, "Uprooting the Tree of Life"

domingo, maio 23, 2010

Ateus juntam-se para discutir efeitos negativos da religião (excepto a sua, claro)

Ateus do mundo, uni-vos!
Conclave mundial do novo "ateísmo religioso"
Segundo notícia do site BBC (castelhano), ateus de todo mundo se reúnem na cidade australiana de Melbourne, para "celebrar" a sua descrença religiosa. Todos os ingressos foram vendidos já no início deste ano (2010).

O objetivo dos neo-ateus, segundo a reportagem, será discutir "os efeitos negativos da religião na sociedade".

Estarão por lá os mais combatentes ateus de todo o mundo, com especial destaque para o "sumo sacerdote" da nova religião, o ideólogo e autor de livros de auto-ajuda para ateus, o inglês Richard Dawkins.

O evento discorrerá, também, acerca do Islamismo e o terrorismo, numa seção intitulada "O preço da ilusão", ocasião esta onde se proporá a realização de um filme acerca da quantidade de dinheiro que os contribuintes gastam em subsídios às religiões. Em seguida, ler-se-á um comunicado dirigido aos políticos do mundo, versando sobre "os feitos negativos da religião na sociedade".
Este tipo de notícia vem ao encontro daquilo que há tempo venho afirmando, ou seja, que esta nova vertente ateísta é literalmente uma religião às avessas. Este evento me lembra ainda os antigos conclaves que se faziam na Idade Média, a fim de se discutir as melhores formas de se combater os "hereges".

Esses ateus religiosos são tão ou quase fanáticos quanto os antigos discípulos de Torquemada, com o diferencial do tempo e das armas. Sinceramente, como um não-ateu, não me sentiria seguro caso minha vida dependesse da decisão de um desses extremistas do "não-deus".

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